<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<html xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml" xmlns:wx="http://ilps.science.uva.nl/WikiXML/wx" xml:lang="pt" lang="pt">
<head>
<title>Bizz</title>
<meta name="wx_namespace" content="0"/>
<meta name="wx_pagename" content="Bizz"/>
<meta name="wx_page_id" content="598509"/>
</head>
<body>
<div id="wx_article">
<wx:section level="1" title="Bizz" id="wxsec1"><h1 class="pagetitle" id="wx1">Bizz</h1>

<p id="wx2">A revista <b id="wx3">Bizz</b> foi uma publicação da <a href="/wpt/Editora_Abril" title="Editora Abril" wx:linktype="known" wx:pagename="Editora_Abril" wx:page_id="42329" id="wx4">Editora Abril</a>.</p>

<p id="wx5">A revista brasileira de música e cultura pop <b id="wx6">Bizz</b>, inspirada em publicações estrangeiras como <a href="/wpt/Rolling_Stone" title="Rolling Stone" wx:linktype="known" wx:pagename="Rolling_Stone" wx:page_id="54515" id="wx7">Rolling Stone</a>, <a href="/wpt/Smash_Hits" title="Smash Hits" wx:linktype="known" wx:pagename="Smash_Hits" wx:page_id="225168" id="wx8">Smash Hits</a> e <a href="/wpt/New_Musical_Express" title="New Musical Express" wx:linktype="known" wx:pagename="New_Musical_Express" wx:page_id="329166" id="wx9">New Musical Express</a>, nasceu em 1985 e foi cancelada no ano 2001, retornando às bancas quatro anos depois, para encerrar suas atividades novamente em 2007. Foram editores da revista jornalistas como os paulistanos Alex Antunes e José Augusto Lemos, o piracicabano André Forastieri, o carioca Pedro Só, o gaúcho Emerson Gasperin e o jundiaiense Ricardo Alexandre.</p>

<div id="wx_toc"/>

<a id="Hist.C3.B3ria" name="Hist.C3.B3ria"/>
<wx:section level="2" title="História" id="wxsec2"><h2 id="wx10">História</h2>

<a id="_1985-1989" name="1985-1989"/>
<wx:section level="3" title="1985-1989" id="wxsec4"><h3 id="wx11">1985-1989</h3>

<p id="wx12">A primeira edição da revista Bizz chegou às bancas em agosto de 1985, sob direção editorial de Carlos Arruda e chefia de redação de José Eduardo Mendonça. Seu projeto editorial inicial foi baseado em pesquisas levantadas junto ao público presente no primeiro <a href="/wpt/Rock_in_Rio" title="Rock in Rio" wx:linktype="known" wx:pagename="Rock_in_Rio" wx:page_id="15160" id="wx13">Rock in Rio</a>, ocorrido em janeiro daquele ano. O projeto visual foi inspirado na revista adolescente inglesa <a href="/wpt/Smash_Hits" title="Smash Hits" wx:linktype="known" wx:pagename="Smash_Hits" wx:page_id="225168" id="wx14">Smash Hits</a>. O país vivia a explosão do chamado "<a href="/wpt/Rock_Brasil" title="Rock Brasil" wx:linktype="known" wx:pagename="Rock_Brasil" wx:page_id="1488328" id="wx15">Rock Brasil</a>", com jovens bandas alcançando o estrelato a bordo de sucessos massivos nas FMs e de um bem-azeitado circuito de shows (nas danceterias). Pela primeira vez, se falava em "público jovem" no Brasil, cultura abafada por 20 anos de ditadura militar.</p>

<p id="wx16">Sua receita editorial inicial contemplava, além de música, também cinema, moda, vídeo, quadrinhos e tecnologia. A primeira edição alcançou a animadora marca de 100 mil exemplares, se estabilizando nos meses seguintes entre de 60/70 mil exemplares por mês.</p>

<p id="wx17">Em 1986, o <a href="/wpt/Plano_Cruzado" title="Plano Cruzado" wx:linktype="known" wx:pagename="Plano_Cruzado" wx:page_id="153503" id="wx18">Plano Cruzado</a> deu impulso inédito ao consumo no país, do qual também se beneficiou a indústria fonográfica e do entretenimento. Bizz aposta então em edições especiais como a <i id="wx19">Top Hits</i> (rebatizada logo depois como <i id="wx20">Letras Traduzidas</i>), <i id="wx21">Ídolos do Rock</i> e revistas-pôster de artistas como <a href="/wpt/The_Cure" title="The Cure" wx:linktype="known" wx:pagename="The_Cure" wx:page_id="58984" id="wx22">The Cure</a>, <a href="/wpt/RPM" title="RPM" wx:linktype="known" wx:pagename="RPM" wx:page_id="35404" id="wx23">RPM</a> e <a href="/wpt/Dire_Straits" title="Dire Straits" wx:linktype="known" wx:pagename="Dire_Straits" wx:page_id="54420" id="wx24">Dire Straits</a>. Com a explosão consumista, também o mercado publicitário passa por um superaquecimento, com a criação de toda uma gama de produtos e serviços direcionados ao público jovem. Para dar vazão a publicações direcionadas, a <a href="/wpt/Editora_Abril" title="Editora Abril" wx:linktype="known" wx:pagename="Editora_Abril" wx:page_id="42329" id="wx25">Editora Abril</a> cria a <a href="/wpt/Editora_Azul" class="new" title="Editora Azul" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Editora_Azul" id="wx26">Editora Azul</a>, que passa a publicar Bizz a partir de outubro de 1986.</p>

<p id="wx27">Em 1987, o fim do <a href="/wpt/Plano_Cruzado" title="Plano Cruzado" wx:linktype="known" wx:pagename="Plano_Cruzado" wx:page_id="153503" id="wx28">Plano Cruzado</a> trouxe de volta, aos poucos, velhos fantasmas da economia, como a inflação. Saques, manifestações populares e depredações passaram a ser comuns. Com a retração de mercado, suas únicas concorrentes, <a href="/wpt/Somtr%C3%AAs" class="new" title="Somtrês" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Somtrês" id="wx29">Somtrês</a> e <a href="/wpt/Roll" class="new" title="Roll" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Roll" id="wx30">Roll</a>, fecham as portas, e Bizz ganha força e poder de repercussão. Dentro do plano de criação de produtos segmentados da <a href="/wpt/Editora_Azul" class="new" title="Editora Azul" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Editora_Azul" id="wx31">Editora Azul</a>, em junho de 1987 surge a revista <a href="/wpt/Set_%28revista%29" title="Set (revista)" wx:linktype="known" wx:pagename="Set_(revista)" wx:page_id="91584" id="wx32">Set</a>, gerenciada em boa parte pela mesma redação de Bizz. A revista-mãe fecha o foco em música e sua redação é remanejada para atender a demanda de duas revistas. José Augusto Lemos assume a direção de redação e Alex Antunes o cargo de editor, o que acentua o caráter "alternativo" das novas pautas.</p>

<a id="_1989-1993" name="1989-1993"/>
</wx:section><wx:section level="3" title="1989-1993" id="wxsec5"><h3 id="wx33">1989-1993</h3>

<p id="wx34">No fim de 1989, a revista ganha novo projeto gráfico e novo logotipo. Àquela altura, o cenário musical brasileiro era bastante diferente do de quatro anos antes. Dentre os grandes vendedores, somente <a href="/wpt/Legi%C3%A3o_Urbana" title="Legião Urbana" wx:linktype="known" wx:pagename="Legião_Urbana" wx:page_id="1152" id="wx35">Legião Urbana</a>, <a href="/wpt/Paralamas" title="Paralamas" wx:linktype="known" wx:pagename="Paralamas" wx:page_id="547469" id="wx36">Paralamas</a> e <a href="/wpt/Tit%C3%A3s" title="Titãs" wx:linktype="known" wx:pagename="Titãs" wx:page_id="1642532" id="wx37">Titãs</a> não enfrentam queda nas vendas. As redes de FM eram uma realidade - durante o governo de <a href="/wpt/Jos%C3%A9_Sarney" title="José Sarney" wx:linktype="known" wx:pagename="José_Sarney" wx:page_id="37359" id="wx38">José Sarney</a>, foram distribuídas 958 concessões, uma por quinzena -, o que solidificaria rapidamente a prática do <a href="/wpt/Jabacul%C3%AA" title="Jabaculê" wx:linktype="known" wx:pagename="Jabaculê" wx:page_id="390124" id="wx39">jabaculê</a>. A aposta das gravadoras passa a ser os chamados "artistas bregas", como <a href="/wpt/Rosana" title="Rosana" wx:linktype="known" wx:pagename="Rosana" wx:page_id="1163063" id="wx40">Rosana</a>, <a href="/wpt/Chit%C3%A3ozinho_%26_Xoror%C3%B3" title="Chitãozinho &amp; Xororó" wx:linktype="known" wx:pagename="Chitãozinho_&amp;_Xororó" wx:page_id="91412" id="wx41">Chitãozinho &amp; Xororó</a> e <a href="/wpt/Leandro_%26_Leonardo" title="Leandro &amp; Leonardo" wx:linktype="known" wx:pagename="Leandro_&amp;_Leonardo" wx:page_id="183541" id="wx42">Leandro &amp; Leonardo</a>, e a lambada de <a href="/wpt/Reflexu%27s_da_M%C3%A3e_%C3%81frica" class="new" title="Reflexu's da Mãe África" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Reflexu's_da_Mãe_África" id="wx43">Reflexu's da Mãe África</a>, <a href="/wpt/Beto_Barbosa" title="Beto Barbosa" wx:linktype="known" wx:pagename="Beto_Barbosa" wx:page_id="143051" id="wx44">Beto Barbosa</a> e <a href="/wpt/Sarajane" title="Sarajane" wx:linktype="known" wx:pagename="Sarajane" wx:page_id="413431" id="wx45">Sarajane</a>. Em maio de 1990, com a estréia da <a href="/wpt/MTV_Brasil" title="MTV Brasil" wx:linktype="known" wx:pagename="MTV_Brasil" wx:page_id="52454" id="wx46">MTV Brasil</a>, há um maior interesse de toda a mídia nacional em artistas estrangeiros. A segunda edição do <a href="/wpt/Rock_in_Rio" title="Rock in Rio" wx:linktype="known" wx:pagename="Rock_in_Rio" wx:page_id="15160" id="wx47">Rock in Rio</a>, em janeiro de 1991, é toda pautada por artistas em alta-rotação na emissora, como <a href="/wpt/Guns_N%27Roses" title="Guns N'Roses" wx:linktype="known" wx:pagename="Guns_N'Roses" wx:page_id="185828" id="wx48">Guns N'Roses</a>, <a href="/wpt/New_Kids_on_The_Block" class="new" title="New Kids on The Block" wx:linktype="unknown" wx:pagename="New_Kids_on_The_Block" id="wx49">New Kids on The Block</a> e <a href="/wpt/Faith_no_More" title="Faith no More" wx:linktype="known" wx:pagename="Faith_no_More" wx:page_id="299087" id="wx50">Faith no More</a>.</p>

<a id="_1993-1995" name="1993-1995"/>
</wx:section><wx:section level="3" title="1993-1995" id="wxsec6"><h3 id="wx51">1993-1995</h3>

<p id="wx52">Um novo projeto editorial e um terceiro logotipo estréiam em maio de 1993. A matéria de capa revela a preocupação da revista com a renovação do cenário brasileiro: "A <a href="/wpt/Nova_MPB" class="new" title="Nova MPB" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Nova_MPB" id="wx53">nova MPB</a>", com artistas então desconhecidos como <a href="/wpt/Carlinhos_Brown" title="Carlinhos Brown" wx:linktype="known" wx:pagename="Carlinhos_Brown" wx:page_id="107940" id="wx54">Carlinhos Brown</a>, <a href="/wpt/Skank" title="Skank" wx:linktype="known" wx:pagename="Skank" wx:page_id="56549" id="wx55">Skank</a> e <a href="/wpt/Okot%C3%B4" class="new" title="Okotô" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Okotô" id="wx56">Okotô</a>. Seis meses depois, André Forastieri deixa a redação para criar a revista underground de comportamento <a href="/wpt/General" title="General" wx:linktype="known" wx:pagename="General" wx:page_id="127199" id="wx57">General</a>. O repórter Carlos Eduardo Miranda funda com os <a href="/wpt/Tit%C3%A3s" title="Titãs" wx:linktype="known" wx:pagename="Titãs" wx:page_id="1642532" id="wx58">Titãs</a> o selo <a href="/wpt/Banguela" class="new" title="Banguela" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Banguela" id="wx59">Banguela</a>, responsável pela descoberta de bandas como <a href="/wpt/Raimundos" title="Raimundos" wx:linktype="known" wx:pagename="Raimundos" wx:page_id="55237" id="wx60">Raimundos</a> e <a href="/wpt/Mundo_Livre_S/A" title="Mundo Livre S/A" wx:linktype="known" wx:pagename="Mundo_Livre_S/A" wx:page_id="96908" id="wx61">Mundo Livre S/A</a>.</p>

<a id="_1995-2000" name="1995-2000"/>
</wx:section><wx:section level="3" title="1995-2000" id="wxsec7"><h3 id="wx62">1995-2000</h3>

<p id="wx63">Em outubro de 1995, em meio aos novos ventos econômicos do <a href="/wpt/Plano_Real" title="Plano Real" wx:linktype="known" wx:pagename="Plano_Real" wx:page_id="15556" id="wx64">Plano Real</a> e ao sucesso do formato de cultura jovem disseminado pela <a href="/wpt/MTV" title="MTV" wx:linktype="known" wx:pagename="MTV" wx:page_id="45684" id="wx65">MTV</a>, <b id="wx66">Bizz</b> transforma-se em <b id="wx67">Showbizz</b>, com formato maior, projeto gráfico privilegiando fotos em detrimento do texto, linguagem adolescente, e ensaios sensuais. O mercado publicitário reage bem e o relançamento atinge 100 mil leitores.</p>

<p id="wx68">A partir de 1996, a revista passa a investir em capas com grandes nomes do rock (<a href="/wpt/The_Doors" title="The Doors" wx:linktype="known" wx:pagename="The_Doors" wx:page_id="45147" id="wx69">The Doors</a>, <a href="/wpt/Jimi_Hendrix" title="Jimi Hendrix" wx:linktype="known" wx:pagename="Jimi_Hendrix" wx:page_id="26065" id="wx70">Jimi Hendrix</a>, <a href="/wpt/Nirvana" title="Nirvana" wx:linktype="known" wx:pagename="Nirvana" wx:page_id="50253" id="wx71">Nirvana</a>, <a href="/wpt/U2" title="U2" wx:linktype="known" wx:pagename="U2" wx:page_id="38974" id="wx72">U2</a>, <a href="/wpt/Legi%C3%A3o" title="Legião" wx:linktype="known" wx:pagename="Legião" wx:page_id="83497" id="wx73">Legião</a>).</p>

<p id="wx74">Com a compra da <a href="/wpt/Editora_Azul" class="new" title="Editora Azul" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Editora_Azul" id="wx75">Editora Azul</a> pela <a href="/wpt/Editora_Abril" title="Editora Abril" wx:linktype="known" wx:pagename="Editora_Abril" wx:page_id="42329" id="wx76">Editora Abril</a>, os ensaios "sensuais" são extintos, inicia-se um processo de "limpeza na linguagem", buscando falar com um público mais abrangente, e um esforço concentrado para melhorar a qualidade do jornalismo praticado pela revista. Em agosto de 1998, o jornalista carioca Pedro Só assume o cargo de redator-chefe, abrindo o foco em direção a <a href="/wpt/MPB" title="MPB" wx:linktype="known" wx:pagename="MPB" wx:page_id="1313" id="wx77">MPB</a>, à "cultura musical" e inaugurando projeto gráfico mais sóbrio. A proposta visa reduzir a rejeição que a fase teen criou em parte do público e recuperar a credibilidade e o trânsito entre o meio artístico.</p>

<a id="_2000-2001" name="2000-2001"/>
</wx:section><wx:section level="3" title="2000-2001" id="wxsec8"><h3 id="wx78">2000-2001</h3>

<p id="wx79">No início do ano 2000, depois de uma associação com a <a href="/wpt/Editora_S%C3%ADmbolo" class="new" title="Editora Símbolo" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Editora_Símbolo" id="wx80">Editora Símbolo</a>, a direção da <a href="/wpt/Editora_Abril" title="Editora Abril" wx:linktype="known" wx:pagename="Editora_Abril" wx:page_id="42329" id="wx81">Editora Abril</a> anuncia que <b id="wx82">Showbizz</b>, dali em diante, seria publicada pela editora independente, novamente sob o título <b id="wx83">Bizz</b>.</p>

<p id="wx84">Pedro Só declina do convite de manter-se à frente da redação. Quem assume é o então editor-assistente Emerson Gasperin, que opta por aprofundar a receita editorial em curso, abrindo o foco para música eletrônica e raridades do pop nacional e apostando em grandes matérias históricas especiais. Em julho de 2001, entretanto, desfez-se o contrato entre Símbolo e Abril e a última não se interessou em continuar o título.</p>

<a id="_2005-2007" name="2005-2007"/>
</wx:section><wx:section level="3" title="2005-2007" id="wxsec9"><h3 id="wx85">2005-2007</h3>

<p id="wx86">A revista manteve-se viva em edições especiais ocasionais, em sites de leitores na internet e até numa comunidade no Orkut, com mais de três mil membros.</p>

<p id="wx87">O culto em torno do título chamou a atenção para o vazio causado após o fim da revista. Em setembro de 2005, o Núcleo Jovem da <a href="/wpt/Editora_Abril" title="Editora Abril" wx:linktype="known" wx:pagename="Editora_Abril" wx:page_id="42329" id="wx88">Editora Abril</a> (responsável por títulos como <a href="/wpt/Superinteressante" title="Superinteressante" wx:linktype="known" wx:pagename="Superinteressante" wx:page_id="90589" id="wx89">Superinteressante</a> e <a href="/wpt/Capricho" title="Capricho" wx:linktype="known" wx:pagename="Capricho" wx:page_id="591597" id="wx90">Capricho</a>) decide ressuscitar a revista, com seu título e formato original. Para a direção do novo projeto editorial, foi convocado o jornalista Ricardo Alexandre, lançado nas páginas da própria <b id="wx91">Bizz</b> em 1993.</p>

<p id="wx92">Em Julho de 2007, o jornalista assinou pela primeira vez uma reportagem de capa da revista, contando a história da última turnê dos <a href="/wpt/Los_Hermanos" title="Los Hermanos" wx:linktype="known" wx:pagename="Los_Hermanos" wx:page_id="24297" id="wx93">Los Hermanos</a>. Foi a última edição da <b id="wx94">Bizz</b>.</p>

<a id="Liga.C3.A7.C3.B5es_externas" name="Liga.C3.A7.C3.B5es_externas"/>
</wx:section></wx:section><wx:section level="2" title="Ligações externas" id="wxsec3"><h2 id="wx95"><wx:template id="wx_t1" pagename="Predefinição:Ligações_externas" page_id="62491"/>Ligações externas<wx:templateend start="wx_t1"/></h2>

<ul id="wx96">
<li id="wx97"><a href="http://www.revistabizz.com.br/" class="external text" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx98">Página oficial da revista</a></li>
</ul>


</wx:section></wx:section></div>
<div id="wx_categorylinks">
<a href="/wpt/index.php?title=Especial:Categories&amp;article=Bizz" title="Especial:Categories" wx:linktype="known" wx:pagename="Especial:Categories" id="wx99">Categorias de páginas</a>: <span dir="ltr" id="wx100"><a href="/wpt/Categoria:Revistas_do_Brasil" title="Categoria:Revistas do Brasil" wx:linktype="known" wx:pagename="Categoria:Revistas_do_Brasil" wx:page_id="124888" id="wx101">Revistas do Brasil</a></span> | <span dir="ltr" id="wx102"><a href="/wpt/Categoria:Revistas_de_m%C3%BAsica" title="Categoria:Revistas de música" wx:linktype="known" wx:pagename="Categoria:Revistas_de_música" wx:page_id="124895" id="wx103">Revistas de música</a></span> | <span dir="ltr" id="wx104"><a href="/wpt/Categoria:Revistas_extintas" title="Categoria:Revistas extintas" wx:linktype="known" wx:pagename="Categoria:Revistas_extintas" wx:page_id="1685882" id="wx105">Revistas extintas</a></span> | <span dir="ltr" id="wx106"><a href="/wpt/Categoria:%21Artigos_sem_interwiki" title="Categoria:!Artigos sem interwiki" wx:linktype="known" wx:pagename="Categoria:!Artigos_sem_interwiki" wx:page_id="1133291" id="wx107">!Artigos sem interwiki</a></span></div>
<div id="wx_languagelinks">
</div>
</body>
<wx:templatearguments for="wx_t1"><wx:argument name=""/></wx:templatearguments>
</html>
