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<title>Beldemónio</title>
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<div id="wx_article">
<wx:section level="1" title="Beldemónio" id="wxsec1"><h1 class="pagetitle" id="wx1">Beldemónio</h1>

<p id="wx2"><b id="wx3">Beldemónio</b>, <a href="/wpt/Pseud%C3%B3nimo" title="Pseudónimo" wx:linktype="known" wx:pagename="Pseudónimo" wx:page_id="68767" id="wx4">pseudónimo</a> de <b id="wx5">Eduardo Lobo Correia de Barros</b> (<a href="/wpt/Gouveia_%28Portugal%29" title="Gouveia (Portugal)" wx:linktype="known" wx:pagename="Gouveia_(Portugal)" wx:page_id="5278" id="wx6">Gouveia</a>, <a href="/wpt/10_de_Dezembro" title="10 de Dezembro" wx:linktype="known" wx:pagename="10_de_Dezembro" wx:page_id="11093" id="wx7">10 de Dezembro</a> de <a href="/wpt/1857" title="1857" wx:linktype="known" wx:pagename="1857" wx:page_id="24044" id="wx8">1857</a> — <a href="/wpt/Lisboa" title="Lisboa" wx:linktype="known" wx:pagename="Lisboa" wx:page_id="1165" id="wx9">Lisboa</a>, <a href="/wpt/18_de_Dezembro" title="18 de Dezembro" wx:linktype="known" wx:pagename="18_de_Dezembro" wx:page_id="11100" id="wx10">18 de Dezembro</a> de <a href="/wpt/1893" title="1893" wx:linktype="known" wx:pagename="1893" wx:page_id="15288" id="wx11">1893</a>) foi um <a href="/wpt/Cronista" title="Cronista" wx:linktype="known" wx:pagename="Cronista" wx:page_id="456567" id="wx12">cronista</a>, <a href="/wpt/Contista" title="Contista" wx:linktype="known" wx:pagename="Contista" wx:page_id="432682" id="wx13">contista</a>, <a href="/wpt/Jornalista" title="Jornalista" wx:linktype="known" wx:pagename="Jornalista" wx:page_id="66609" id="wx14">jornalista</a> e <a href="/wpt/Tradutor" title="Tradutor" wx:linktype="known" wx:pagename="Tradutor" wx:page_id="282995" id="wx15">tradutor</a> <a href="/wpt/Portugal" title="Portugal" wx:linktype="known" wx:pagename="Portugal" wx:page_id="1480" id="wx16">português</a>.</p>

<div id="wx_toc"/>

<a id="Biografia" name="Biografia"/>
<wx:section level="2" title="Biografia" id="wxsec2"><h2 id="wx17">Biografia</h2>

<p id="wx18">Filho de Vitorino Lobo Correia de Barros ‐ "dono de uma hospedaria e habilíssimo artista de latoaria" <sup id="_ref-0" class="reference"><a href="#_note-0" title="" wx:fragment="_note-0" wx:linktype="note" id="wx19"/></sup> ‐ e de Constança de Jesus. Aqui passa a infância e escreve, um dia, na casa que forma um triângulo ladeado por três ruas (onde se encontra actualmente instalada, no primeiro andar, a Biblioteca Vergílio Ferreira) o seu primeiro artigo jornalístico para o Campeão das Províncias.</p>

<p id="wx20">De <a href="/wpt/1868" title="1868" wx:linktype="known" wx:pagename="1868" wx:page_id="13299" id="wx21">1868</a> a <a href="/wpt/1871" title="1871" wx:linktype="known" wx:pagename="1871" wx:page_id="23900" id="wx22">1871</a> frequenta o Seminário e o liceu de <a href="/wpt/Coimbra" title="Coimbra" wx:linktype="known" wx:pagename="Coimbra" wx:page_id="628" id="wx23">Coimbra</a>, respectivamente. Terminado o ensino liceal, dá aulas em Gouveia e no <a href="/wpt/Porto" title="Porto" wx:linktype="known" wx:pagename="Porto" wx:page_id="1528" id="wx24">Porto</a>, entre os anos de <a href="/wpt/1872" title="1872" wx:linktype="known" wx:pagename="1872" wx:page_id="23901" id="wx25">1872</a> e <a href="/wpt/1873" title="1873" wx:linktype="known" wx:pagename="1873" wx:page_id="19088" id="wx26">1873</a>. Na cidade de <a href="/wpt/Garrett" title="Garrett" wx:linktype="known" wx:pagename="Garrett" wx:page_id="513012" id="wx27">Garrett</a> faz, em <a href="/wpt/1876" title="1876" wx:linktype="known" wx:pagename="1876" wx:page_id="23903" id="wx28">1876</a>, a sua estreia no jornalismo, entrando para a redacção do regenerador "<a href="/wpt/Jornal_da_Manh%C3%A3" title="Jornal da Manhã" wx:linktype="known" wx:pagename="Jornal_da_Manhã" wx:page_id="882812" id="wx29">Jornal da Manhã</a>", de Mota Ribeiro. Daqui passa para o então recém‐criado "O Comércio Português", traduzindo um texto de <a href="/wpt/Alphonse_Karr" class="new" title="Alphonse Karr" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Alphonse_Karr" id="wx30">Alphonse Karr</a>, o mestre dos folhetinistas portugueses do seu tempo e dele próprio.</p>

<a id="Jornalismo_e_obras" name="Jornalismo_e_obras"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="Jornalismo e obras" id="wxsec3"><h2 id="wx31">Jornalismo e obras</h2>

<p id="wx32">Nos anos de <a href="/wpt/1877" title="1877" wx:linktype="known" wx:pagename="1877" wx:page_id="23904" id="wx33">1877</a> a <a href="/wpt/1878" title="1878" wx:linktype="known" wx:pagename="1878" wx:page_id="20174" id="wx34">1878</a>, faz‐se comparsa no Teatro Baquet, do Porto e, num curta passagem por Lisboa, participa nos trabalhos preparatórios do "Dicionário Contemporâneo" de <a href="/wpt/Caldas_Aulete" title="Caldas Aulete" wx:linktype="known" wx:pagename="Caldas_Aulete" wx:page_id="464661" id="wx35">Caldas Aulete</a>.</p>

<p id="wx36">No ano a seguir, regressa ao Porto e ao "<a href="/wpt/Jornal_da_Manh%C3%A3" title="Jornal da Manhã" wx:linktype="known" wx:pagename="Jornal_da_Manhã" wx:page_id="882812" id="wx37">Jornal da Manhã</a>", onde fará profissão de fé, durante cerca de nove meses, no <a href="/wpt/Partido_Regenerador" title="Partido Regenerador" wx:linktype="known" wx:pagename="Partido_Regenerador" wx:page_id="70937" id="wx38">Partido Regenerador</a> de <a href="/wpt/Fontes_Pereira_de_Melo" title="Fontes Pereira de Melo" wx:linktype="known" wx:pagename="Fontes_Pereira_de_Melo" wx:page_id="71051" id="wx39">Fontes Pereira de Melo</a>.</p>

<p id="wx40">Ainda no ano de <a href="/wpt/1879" title="1879" wx:linktype="known" wx:pagename="1879" wx:page_id="19279" id="wx41">1879</a>, publica a sua primeira revista, "As Vespas", da qual sairá apenas um único número, a 12 de Outubro. Em <a href="/wpt/1880" title="1880" wx:linktype="known" wx:pagename="1880" wx:page_id="19284" id="wx42">1880</a> publica a revista "Vespas", sendo os dois primeiros números editados pelo célebre Ernesto Chardron, enquanto o terceiro e último, sai dos prelos da Tipografia de António José da Silva Teixeira em edição do Autor. Em finais de Maio desse ano, Sebastião Sanhudo convida-o para director literário do seminário humorístico "O Sorvete", sendo exonerado dois meses depois do mesmo. Ainda no Porto, colabora em diversos periódicos, tais como "O Primeiro de Janeiro", "O Dez de Março", "A Actualidade", entre outros.</p>

<p id="wx43">Em <a href="/wpt/1881" title="1881" wx:linktype="known" wx:pagename="1881" wx:page_id="11379" id="wx44">1881</a> começa a colaborar no lisboeta "Diário Ilustrado" de Pedro Correia e passa a residir na capital. Aqui nascerá, no mês de Setembro, o seu primeiro grande projecto jornalístico, "O Mandarim". É ainda o tempo do republicano Barros Lobo. Um processo do Conselheiro Arrobas – do qual o seu redactor principal sairá ilibado ‐, faz encerrar este diário, dois meses após o seu número de estreia. No ano seguinte colabora n’ "A Folha Nova" (Porto) e em 1883 surge uma nova série de "O Mandarim" (2 números).</p>

<p id="wx45">O biénio <a href="/wpt/1884" title="1884" wx:linktype="known" wx:pagename="1884" wx:page_id="19282" id="wx46">1884</a>-<a href="/wpt/1885" title="1885" wx:linktype="known" wx:pagename="1885" wx:page_id="19281" id="wx47">1885</a> é fértil em polémicas, tendo como adversários "O Imparcial de Coimbra" (1884) ‐ sobre um plebiscito literário criado pelo futuro grande amigo <a href="/wpt/Trindade_Coelho" title="Trindade Coelho" wx:linktype="known" wx:pagename="Trindade_Coelho" wx:page_id="547640" id="wx48">Trindade Coelho</a> ‐, e Mariano Pina (1885) ‐ este respeitante aos direitos de tradução, efectuada por Beldemónio, do romance "<a href="/wpt/Germinal" title="Germinal" wx:linktype="known" wx:pagename="Germinal" wx:page_id="1165985" id="wx49">Germinal</a>", de <a href="/wpt/Zola" title="Zola" wx:linktype="known" wx:pagename="Zola" wx:page_id="69270" id="wx50">Zola</a>, obra-prima do escritor naturalista francês ainda hoje disponível nas boas livrarias do país.</p>

<p id="wx51">"O Arauto" (2 séries, 25 números), o seu mais consiste projecto jornalístico‐literário nasce no início de 1886, tendo Barros Lobo composto e imprimido os três primeiros números. Por esta altura, traduz diversos contos de <a href="/wpt/Guy_de_Maupassant" title="Guy de Maupassant" wx:linktype="known" wx:pagename="Guy_de_Maupassant" wx:page_id="937" id="wx52">Guy de Maupassant</a>.</p>

<p id="wx53">Em <a href="/wpt/1887" title="1887" wx:linktype="known" wx:pagename="1887" wx:page_id="19273" id="wx54">1887</a> surge, finalmente, o seu primeiro livro de crónicas, "Viagens no Chiado",começando nesse mesmo ano a traduzir a monumental "<a href="/wpt/A_Com%C3%A9dia_Humana" title="A Comédia Humana" wx:linktype="known" wx:pagename="A_Comédia_Humana" wx:page_id="1035139" id="wx55">A Comédia Humana</a>", de <a href="/wpt/Balzac" title="Balzac" wx:linktype="known" wx:pagename="Balzac" wx:page_id="62240" id="wx56">Balzac</a>.</p>

<p id="wx57">Edita, no ano de <a href="/wpt/1889" title="1889" wx:linktype="known" wx:pagename="1889" wx:page_id="19253" id="wx58">1889</a>, mais uma revista de duração efémera: "A Má‐Língua"(2 números) Os livrinhos de contos "A Musa Loira" e "Contos Imorais", bem como o segundo livro de crónicas,"Do Chiado a S. Bento", continuação do primeiro, saem em 1890. Ainda haverá tempo, no ano seguinte, para o renascimento do beluário da palavra, publicando mais uma revista de curta duração, "A Cega‐Rega" (2 números). Sensivelmente por esta altura, trabalha num ensaio histórico, encomenda do rei D. Carlos, assinante d’ "A Cega‐Rega", sobre o período da restauração e intitulado "O Senhor Duque", projecto este que não concluirá, sendo somente do conhecimento público o seu prefácio, disponibilizado pelo filho José Maria a <a href="/wpt/Carlos_Sombrio" class="new" title="Carlos Sombrio" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Carlos_Sombrio" id="wx59">Carlos Sombrio</a> e reproduzido integralmente na biografia deste sobre o Autor de "A Musa Loira".</p>

<p id="wx60">Faleceu Beldemónio com apenas 36 anos de idade. No dia do seu funeral, para além da mulher e do irmão, alguns, poucos, amigos, acompanham o féretro do malogrado escritor da sua residência à Rua dos Anjos, nº 64 (então nº 180) até ao cemitério do Alto de S. João. O silêncio que envolveu o Beldemónio das crónicas cintilantes, só será quebrado em 1902 com a edição póstuma de um terceiro livro de crónicas políticas e outras, intitulado "A Volta do Chiado", e em 1917, através da publicação conjunta dos seus livros de contos "A Musa Loira/Contos Imorais", com um importantíssimo prefácio de <a href="/wpt/Albino_Forjaz_de_Sampaio" title="Albino Forjaz de Sampaio" wx:linktype="known" wx:pagename="Albino_Forjaz_de_Sampaio" wx:page_id="224" id="wx61">Albino Forjaz de Sampaio</a>.</p>

<p id="wx62">Em 1942, o já mencionado Carlos Sombrio publicou a biografia de Beldemónio e, em <a href="/wpt/2008" title="2008" wx:linktype="known" wx:pagename="2008" wx:page_id="26590" id="wx63">2008</a>, Jorge Costa Lopes organizou uma Antologia do Autor, intitulada "Jornal de um Artista", edição da Câmara Municipal de Gouveia, concelho natal de Beldemónio.</p>

<a id="Obras" name="Obras"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="Obras" id="wxsec4"><h2 id="wx64">Obras</h2>

<a id="Peri.C3.B3dicos" name="Peri.C3.B3dicos"/>
<wx:section level="3" title="Periódicos" id="wxsec8"><h3 id="wx65">Periódicos</h3>

<ul id="wx66">
<li id="wx67">
<p id="wx68">As Vespas (Porto, nº 1, de Outubro de 1879, Tip. Central)</p>
</li>

<li id="wx69">
<p id="wx70">Vespas (Porto, nºs 1 a 3, 1880, Livraria de Ernesto Chardron e Tip. de António J.S.Teixeira)</p>
</li>

<li id="wx71">
<p id="wx72">O Mandarim (Lisboa, nºs 1 a 38, 1881)</p>
</li>

<li id="wx73">
<p id="wx74">O Mandarim - II Série (Lisboa, nº 1-2, 1883)</p>
</li>

<li id="wx75">
<p id="wx76">O Arauto (Lisboa, nºs 1 a 25, 1886, Tipografia do Arauto)</p>
</li>

<li id="wx77">
<p id="wx78">A Má-Língua (Lisboa, nºs 1-2, 1889, Tipografia da Má-Língua)</p>
</li>

<li id="wx79">
<p id="wx80">A Cega-Rega (Lisboa, nºs 1-2, 1891, Tipografia Elzeviriana)</p>
</li>
</ul>

<a id="Livros" name="Livros"/>
</wx:section><wx:section level="3" title="Livros" id="wxsec9"><h3 id="wx81">Livros</h3>

<ul id="wx82">
<li id="wx83">
<p id="wx84">Viagens no Chiado, Porto, Barros &amp; Fºs., Editores, 1887</p>
</li>

<li id="wx85">
<p id="wx86">Do Chiado a S. Bento, Porto, Livraria Portuense de Lopes &amp; Cª., 1890</p>
</li>

<li id="wx87">
<p id="wx88">A Musa Loira, Lisboa, Eduardo de Barros Lobo, editor, 1890</p>
</li>

<li id="wx89">
<p id="wx90">Contos Imorais, Lisboa, Eduardo de Barros Lobo, editor, 1890</p>
</li>

<li id="wx91">
<p id="wx92">A Volta do Chiado, Lisboa, Parceria António Maria Pereira, 1902</p>
</li>

<li id="wx93">
<p id="wx94">A Musa Loira / Contos Imorais, 2ª edição, Lisboa, Guimarães &amp; Cª., 1917</p>
</li>

<li id="wx95">
<p id="wx96">Jornal de um Artista, Gouveia, Câmara Municipal de Gouveia, 2008</p>
</li>
</ul>

<a id="Tradu.C3.A7.C3.B5es" name="Tradu.C3.A7.C3.B5es"/>
</wx:section></wx:section><wx:section level="2" title="Traduções" id="wxsec5"><h2 id="wx97">Traduções</h2>

<ul id="wx98">
<li id="wx99">
<p id="wx100">Alphonse Daudet, <i id="wx101">Tartarin de Tarascon</i>, Lisboa, Guimarães &amp; Cª., s/d.</p>
</li>

<li id="wx102">
<p id="wx103">Émile Zola, <i id="wx104">A Fortuna dos Rougons</i>, Lisboa, Lisboa &amp; Cª., 1881</p>
</li>

<li id="wx105">
<p id="wx106">Émile Zola, <i id="wx107">A Taberna</i>, Lisboa, Guimarães Editores, 1957</p>
</li>

<li id="wx108">
<p id="wx109">Émile Zola, <i id="wx110">Germinal</i>, Lisboa, Empresa Literária Luso-Brasileira, 1885</p>
</li>

<li id="wx111">
<p id="wx112">Émile Zola, <i id="wx113">O Fuzilado</i>, Lisboa, Tip. Eduardo Rosa, 1887</p>
</li>

<li id="wx114">
<p id="wx115">Émile Zola, <i id="wx116">O Paraíso das Damas</i>, Lisboa, Guimarães &amp; Cª., 1918</p>
</li>

<li id="wx117">
<p id="wx118">Émile Zola, <i id="wx119">O Romance da Moda</i>, Empresa Literária Luso-Brasileira Editora, 1883 (2 vols.)</p>
</li>

<li id="wx120">
<p id="wx121">Émile Zola, <i id="wx122">O Sr. Ministro</i>, Lisboa, Guimarães &amp; Cª., s/d</p>
</li>

<li id="wx123">
<p id="wx124">Guy de Maupassant, <i id="wx125">A Sereia</i>, Lisboa, Guimarães &amp; Cª., s/d</p>
</li>

<li id="wx126">
<p id="wx127">Guy de Maupassant, <i id="wx128">A Pesca do Árabe</i> in <i id="wx129">O Fuzilado</i> de Émile Zola</p>
</li>

<li id="wx130">
<p id="wx131">Honoré de Balzac, <i id="wx132">A Musa do Departamento</i>, Lisboa, Escritório da Empresa, 1887</p>
</li>

<li id="wx133">
<p id="wx134">Honoré de Balzac, <i id="wx135">A Vendetta</i>, Lisboa, 1887</p>
</li>

<li id="wx136">
<p id="wx137">Honoré de Balzac, <i id="wx138">Esplendores e Misérias das Cortesães</i>, 2ª edição, Lisboa, Guimarães &amp; cª, s/d</p>
</li>

<li id="wx139">
<p id="wx140">Honoré de Balzac, <i id="wx141">A Última Incarnação de Vautrin</i> (seguido de <i id="wx142">Um Príncipe da Boémia</i>), Lisboa, Tip. do Diário Ilustrado, 1888;</p>
</li>

<li id="wx143">
<p id="wx144">Honoré de Balzac, <i id="wx145">Ilusões Perdidas</i>, Barcelona, Mediasat Group, SA, (Colecção Os Grandes Génios da Literatura Universal nº 6), 2004</p>
</li>

<li id="wx146">
<p id="wx147">Honoré de Balzac, <i id="wx148">O Tio Goriot</i>, Lisboa, Tip. do Diário Ilustrado, 1889</p>
</li>

<li id="wx149">
<p id="wx150">Honoré de Balzac, <i id="wx151">Um Começo de Vida</i>, Lisboa, Guimarães Editores, 1907</p>
</li>

<li id="wx152">
<p id="wx153">Honoré de Balzac, <i id="wx154">Um Conchego de Soltirão</i>, Lisboa, 1887</p>
</li>
</ul>

<a id="Bibliografia" name="Bibliografia"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="Bibliografia" id="wxsec6"><h2 id="wx155">Bibliografia</h2>

<ul id="wx156">
<li id="wx157">
<p id="wx158">A. Martins Ribeiro, <i id="wx159">Homens d' Antanho - Beldemónio</i>, in <i id="wx160">O Hermínio</i>, nº 1696, 12.10.1930</p>
</li>

<li id="wx161">
<p id="wx162">Carlos Sombrio, <i id="wx163">Beldemónio</i> - Figueira da Foz, Livraria Moderna, 1942</p>
</li>

<li id="wx164">
<p id="wx165">Jorge Costa Lopes, organ. <i id="wx166">Beldemónio - Jornal de um Artista</i>, Câmara Municipal de Gouveia, 2008</p>
</li>
</ul>

<p id="wx167"><br id="wx168"/>
</p>

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<a id="Refer.C3.AAncias" name="Refer.C3.AAncias"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="Referências" id="wxsec7"><h2 class="notes" style="cursor:help" title="Esta secção não é editável por razões técnicas. Edite a página toda ao invés disso, ou a secção anterior." id="wx169">Referências</h2>

<div class="references-small" style="height: auto; max-height: 200px; overflow: auto; padding: 3px; border: 1px solid #EEEEEE" id="wx170">
<ol class="references" id="wx171">
<li id="_note-0"><a href="#_ref-0" title="" wx:fragment="_ref-0" wx:linktype="noteref" id="wx172">↑</a>
<p id="wx173">Martins Ribeiro, op. citado</p>
</li>
</ol>
</div>

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</wx:section></wx:section></div>
<div id="wx_categorylinks">
<a href="/wpt/index.php?title=Especial:Categories&amp;article=Beldem%C3%B3nio" title="Especial:Categories" wx:linktype="known" wx:pagename="Especial:Categories" id="wx174">Categorias de páginas</a>: <span dir="ltr" id="wx175"><a href="/wpt/Categoria:Escritores_de_Portugal" title="Categoria:Escritores de Portugal" wx:linktype="known" wx:pagename="Categoria:Escritores_de_Portugal" wx:page_id="52252" id="wx176">Escritores de Portugal</a></span> | <span dir="ltr" id="wx177"><a href="/wpt/Categoria:Jornalistas_de_Portugal" title="Categoria:Jornalistas de Portugal" wx:linktype="known" wx:pagename="Categoria:Jornalistas_de_Portugal" wx:page_id="59073" id="wx178">Jornalistas de Portugal</a></span></div>
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