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<title>Donald Woods Winnicott</title>
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<wx:section level="1" title="Donald Woods Winnicott" id="wxsec1"><h1 class="pagetitle" id="wx1">Donald Woods Winnicott</h1>

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<table class="caixa infodestaque" id="wx2">
<tr id="wx3">
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<div style="position: relative; width: 45px; height: 45px; overflow: hidden" id="wx5">
<div style="position: absolute; top: 0px; left: 0px; font-size: 100px; overflow: hidden; line-height: 100px; z-index: 3" id="wx6"><a href="/wpt/Wikipedia:Wikifica%C3%A7%C3%A3o" title="Wikipedia:Wikificação" wx:linktype="known" wx:pagename="Wikipedia:Wikificação" id="wx7">   </a></div>

<div style="position: absolute; top: 0px; left: 0px; z-index: 2" id="wx8"><a href="/wpt/Imagem:Wiki_puzzle.svg" title="Wikipedia:Wikificação " wx:linktype="image" wx:pagename="Imagem:Wiki_puzzle.svg" id="wx9"><img src="/wpt/Imagem:Wiki_puzzle.svg" alt="Wikipedia:Wikificação " width="45" id="wx10"/></a></div>
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<td id="wx11"><b id="wx12">Este artigo ou seção precisa ser <i id="wx13"><a href="/wpt/Wikipedia:Wikifica%C3%A7%C3%A3o" title="Wikipedia:Wikificação" wx:linktype="known" wx:pagename="Wikipedia:Wikificação" id="wx14">wikificado</a></i>.</b><br id="wx15"/>
<p id="wx16">Por favor ajude a <a href="/wpt/Ajuda:Guia_de_edi%C3%A7%C3%A3o/Formata%C3%A7%C3%A3o" title="Ajuda:Guia de edição/Formatação" wx:linktype="known" wx:pagename="Ajuda:Guia_de_edição/Formatação" id="wx17">formatar</a> este artigo de acordo com as diretrizes estabelecidas no <a href="/wpt/Wikipedia:Livro_de_estilo" title="Wikipedia:Livro de estilo" wx:linktype="known" wx:pagename="Wikipedia:Livro_de_estilo" id="wx18">livro de estilo</a>. <small id="wx19">(Fevereiro de 2008)</small></p>
</td>
</tr>
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<p id="wx20"><b id="wx21">Donald Woods Winnicott</b> (<a href="/wpt/Plymouth" title="Plymouth" wx:linktype="known" wx:pagename="Plymouth" wx:page_id="180220" id="wx22">Plymouth</a>, 7 de abril de <a href="/wpt/1896" title="1896" wx:linktype="known" wx:pagename="1896" wx:page_id="1988" id="wx23">1896</a> - 28 de janeiro de <a href="/wpt/1971" title="1971" wx:linktype="known" wx:pagename="1971" wx:page_id="11431" id="wx24">1971</a>) foi um <a href="/wpt/Pediatra" title="Pediatra" wx:linktype="known" wx:pagename="Pediatra" wx:page_id="616505" id="wx25">pediatra</a> e <a href="/wpt/Psicanalista" title="Psicanalista" wx:linktype="known" wx:pagename="Psicanalista" wx:page_id="552909" id="wx26">psicanalista</a> <a href="/wpt/Inglaterra" title="Inglaterra" wx:linktype="known" wx:pagename="Inglaterra" wx:page_id="1023" id="wx27">inglês</a>.</p>

<a id="Teoria" name="Teoria"/>
<wx:section level="2" title="Teoria" id="wxsec2"><h2 id="wx28">Teoria</h2>

<p id="wx29">Para <b id="wx30">Winnicott</b> (1979/1983 ), cada ser humano traz um potencial inato para amadurecer, para se integrar; porém, o fato de essa tendência ser inata não garante que ela realmente vá ocorrer. Isto dependerá de um ambiente facilitador que forneça cuidados suficientemente bons, sendo que, no início, esse ambiente é representado pela mãe. É importante ressaltar que esses cuidados dependem da necessidade de cada criança, pois cada ser humano responderá ao ambiente de forma própria, apresentando, a cada momento, condições, potencialidades e dificuldades diferentes.</p>

<p id="wx31">Assim, podemos pensar que, se amadurecer significa alcançar o desenvolvimento do que é potencialmente intrínseco, possíveis dificuldades da mãe em olhar para o filho como diferente dela, com capacidade de alcançar certa autonomia, podem tornar o ambiente não suficientemente bom para aquela criança amadurecer. Não basta, apenas, que a mãe olhe para o seu filho com o intuito de realizar actividades mecânicas que supram as necessidades dele; é necessário que ela perceba como fazer para satisfazê-lo e possa reconhecê-lo em suas particularidades.</p>

<p id="wx32">Num artigo intitulado “A mãe dedicada comum”, escrito em <a href="/wpt/1966" title="1966" wx:linktype="known" wx:pagename="1966" wx:page_id="11496" id="wx33">1966</a> e publicado numa colectânea de conferências e palestras radiofónicas, Winnicott descreveu um estado psicológico especial, um modo típico que acomete as mulheres gestantes no final da gestação e nas semanas que sucedem o parto. Nessa palestra, o autor nos conta como, em <a href="/wpt/1949" title="1949" wx:linktype="known" wx:pagename="1949" wx:page_id="11611" id="wx34">1949</a>, surgiu quase que por acaso a expressão "mãe dedicada comum", que serviu para designar a mãe capaz de vivenciar esse estado, voltando-se naturalmente para as tarefas da maternidade, temporariamente alienada de outras funções, sociais e profissionais.</p>

<p id="wx35">Trata-se, pois, de uma condição psicológica muito especial, de sensibilidade aumentada, que Winnicott chega a comparar a uma doença, uma dissociação, um estado <a href="/wpt/Esquizofrenia" title="Esquizofrenia" wx:linktype="known" wx:pagename="Esquizofrenia" wx:page_id="51405" id="wx36">esquizóide</a>, que, no entanto, é considerado normal durante esse período.</p>

<p id="wx37">Winnicott afirma que, na base do complexo de sensações e sentimentos peculiares dessa fase, está um movimento regressivo da mãe na direcção de suas próprias experiências enquanto bebé e das memórias acumuladas ao longo da vida, concernentes ao cuidado e protecção de crianças.</p>

<p id="wx38">Tão gradualmente como se instala, em condições normais, o estado de “preocupação materna primária” deve dissipar-se. Essas condições incluem a saúde física do bebé e da mãe, após um parto não traumático, uma amamentação tranquila e pouca interferência de elementos stressantes.</p>

<p id="wx39">Após algumas semanas de intensa adaptação às necessidades do recém–nascido, este sinaliza que seu amadurecimento já o torna apto a suportar as falhas maternas. A mãe suficientemente boa deve compreender esse movimento do bebé rumo à dependência relativa e a ele corresponder, permitindo-se falhas que abrirão espaço ao desenvolvimento.</p>

<p id="wx40">De fato, na obra de Winnicott (<a href="/wpt/1979" title="1979" wx:linktype="known" wx:pagename="1979" wx:page_id="11423" id="wx41">1979</a>/<a href="/wpt/1983" title="1983" wx:linktype="known" wx:pagename="1983" wx:page_id="11389" id="wx42">1983</a>; <a href="/wpt/1988" title="1988" wx:linktype="known" wx:pagename="1988" wx:page_id="11384" id="wx43">1988</a>/<a href="/wpt/2002" title="2002" wx:linktype="known" wx:pagename="2002" wx:page_id="8773" id="wx44">2002</a>) encontramos que a capacidade das mães em dedicar a seus filhos toda a atenção de que precisam, atendendo suas necessidades de alimentação, higiene, acalento ou no simples contacto sem actividades, cria condições para a manifestação do sentimento de unidade entre duas pessoas. Da relação saudável que ocorre entre a mãe e o bebé, emergem os fundamentos da constituição da pessoa e do desenvolvimento emocional-afetivo da criança.</p>

<p id="wx45">A capacidade da mãe em se identificar com seu filho permite-lhe satisfazer a função sintetizada por Winnicott na expressão <i id="wx46">holding</i>. Ela é a base para o que gradativamente se transforma em um ser que experimenta a si mesmo. A função do holding em termos psicológicos é fornecer apoio egóico, em particular na fase de dependência absoluta antes do aparecimento da integração do ego. O <i id="wx47">holding</i> inclui principalmente o segurar fisicamente o bebé, que é uma forma de amar; contudo, também se amplia a ponto de incluir a provisão ambiental total anterior ao conceito de viver com, isto é, da emergência do bebé como uma pessoa separada que se relaciona com outras pessoas separadas dele.</p>

<p id="wx48">Winnicott (1979/1983) também coloca que a mãe, ao tocar seu bebé, manipulá-lo, aconchegá-lo, falar com ele, acaba promovendo um arranjo entre soma (o organismo considerado fisicamente) e <a href="/wpt/Psique" title="Psique" wx:linktype="known" wx:pagename="Psique" wx:page_id="73332" id="wx49">psique</a> e, principalmente ao olhá-lo, ela se oferece como espelho no qual o bebé pode se ver.</p>

<p id="wx50">Na visão winnicottiana, já nos primórdios da existência, é fundamental para a constituição do <a href="/wpt/Self" title="Self" wx:linktype="known" wx:pagename="Self" wx:page_id="106454" id="wx51">self</a> o modo como a mãe coloca o bebé no colo e o carrega; dá-se, assim, a continuidade entre o inato, a realidade psíquica e um esquema corporal pessoal.</p>

<p id="wx52">O <i id="wx53">holding</i> é necessário desde a dependência absoluta até a autonomia do bebé, ou seja, quando os espaços psíquicos entre este e sua mãe já estão perfeitamente distintos.</p>

<p id="wx54">Winnicott (1976/1983), visando mostrar a pais leigos a importância do que eles faziam naturalmente, traz uma descrição mais concreta do que está envolvido no <i id="wx55">holding</i>:</p>

<p id="wx56"><i id="wx57">Protege da agressão fisiológica, leva em conta a sensibilidade cutânea do lactente – tacto, temperatura, sensibilidade auditiva, sensibilidade visual, sensibilidade à queda (acção da gravidade) e a falta de conhecimento do lactente da existência de qualquer coisa que não seja ele mesmo. Inclui a rotina completa do cuidado dia e noite, e não é o mesmo que com dois lactentes, porque é parte do lactente, e dois lactentes nunca são iguais. Segue também as mudanças instantâneas do dia-a-dia que fazem parte do crescimento e do desenvolvimento do lactente, tanto físico como psicológico</i> (Winnicott, 1979/1983, p.48).</p>

<p id="wx58">Em sua teoria, conforme colocado anteriormente, afirma que o “estado de preocupação materna primária” implica em uma regressão parcial por parte da mãe, a fim de identificar-se com o bebé e, assim, saber do que ele precisa, mas, ao mesmo tempo, ela mantém o seu lugar de adulta. É, ainda, um estado temporário, pois o bebé naturalmente passará da “dependência absoluta” para a “dependência relativa”, o que é essencial para o seu amadurecimento.</p>

<p id="wx59">A dependência absoluta refere-se ao fato de o bebé depender inteiramente da mãe para ser e para realizar sua tendência inata à integração em uma unidade. À medida que a integração torna-se mais consistente, o amadurecimento exige que, vagarosamente, algo do mundo externo se misture à área de omnipotência do bebé. Ser capaz de adoptar um objecto transaccional já anuncia que esse processo está em curso e, a partir daí, algumas mudanças se insinuam. O bebé está passando para a dependência relativa e pode se tornar consciente da necessidade dos detalhes do cuidado maternal e relacioná-los, numa dimensão crescente, a impulsos pessoais.</p>

<p id="wx60">No início da passagem da dependência absoluta para a dependência relativa, os objectos transaccionais exercem a indispensável função de amparo, por substituírem a mãe que se desadapta e desilude o bebé. A transaccionalidade marca o início da desmistura, da quebra da unidade mãe-bebê.</p>

<p id="wx61">Na progressão da dependência absoluta até a relativa, Winnicott (1988/2002) definiu três realizações principais:</p>

<ul id="wx62">
<li id="wx63">
<p id="wx64">integração,</p>
</li>

<li id="wx65">
<p id="wx66">personificação e</p>
</li>

<li id="wx67">
<p id="wx68">início das relações objectivas.</p>
</li>
</ul>

<p id="wx69">É nesse período de dependência relativa que o bebé vive estados de integração e não integração, forma conceitos de eu e não – eu, mundo externo e interno, estágio de concernimento, podendo então seguir em seu amadurecimento, no que o autor denomina independência relativa ou rumo à independência. Aqui, o bebé desenvolve meios para poder prescindir do cuidado maternal. Isto é conseguido mediante a acumulação de memórias de maternagem, da projecção de necessidades pessoais e da introjeção dos detalhes do cuidado maternal, com o desenvolvimento da confiança no ambiente.</p>

<p id="wx70">É importante ressaltar que, segundo Winnicott, a independência nunca é absoluta. O indivíduo sadio não se torna isolado, mas se relaciona com o ambiente de tal modo que pode se dizer que ambos se tornam interdependentes.</p>

<a id="Livros_publicados_em_portugu.C3.AAs" name="Livros_publicados_em_portugu.C3.AAs"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="Livros publicados em português" id="wxsec3"><h2 id="wx71">Livros publicados em português</h2>

<p id="wx72">A classificação das obras de Winnicottt (ano e letra) segue a estabelecida por Knud Hjulmand. Foi acrescentada também a classificação estabelecida por Harry Karnac (W!, W2 ...W21) e os respectivos livros na sua primeira edição, tanto em português quanto no original.</p>

<p id="wx73"><a href="/wpt/1958" title="1958" wx:linktype="known" wx:pagename="1958" wx:page_id="11602" id="wx74">1958a</a>: <i id="wx75">Da pediatria à psicanálise</i>. Trad. de Jane Russo. Rio de Janeiro. Francisco Alves, 1978. <i id="wx76">Da pediatria à psicanálise</i>. Trad. de Davy Litman Bogomoletz. Rio de Janeiro, Imago, 2000. W6 - Collected Papers: Through Paediatrics to Psycho-Analysis. London, Tavistock ,1958.</p>

<p id="wx77"><a href="/wpt/1964" title="1964" wx:linktype="known" wx:pagename="1964" wx:page_id="11498" id="wx78">1964a</a>: <i id="wx79">A criança e seu mundo</i>. Trad. de Álvaro Cabral. Rio de Janeiro, Zahar Editores, 1985. W7 - <i id="wx80">The Child, the Family, and the Outside World</i>. Harmondsworth, Penguin Books, 1964.</p>

<p id="wx81"><a href="/wpt/1965" title="1965" wx:linktype="known" wx:pagename="1965" wx:page_id="11497" id="wx82">1965a</a>: <i id="wx83">A família e o desenvolvimento indi</i>vidual. Trad. de Marcelo Brandão Cipola. São Paulo, Martins Fontes, 1983. W8 – <i id="wx84">The Family and Individual Development</i>. London, Tavistock Publications, 1965.</p>

<p id="wx85">1965b: O ambiente e os processos de maturação. Trad. de Irineu Constantino Schuch Ortiz. Porto Alegre, Artes Médicas, 1983. W9 - <i id="wx86">The Maturational Processes and the Facilitating Environment</i>. London, Hogarth 1965.</p>

<p id="wx87"><a href="/wpt/1971" title="1971" wx:linktype="known" wx:pagename="1971" wx:page_id="11431" id="wx88">1971a</a>: <i id="wx89">O brincar e a realidade</i>. Trad. de José Octávio de Aguiar Abreu e Vanede Nobre. Rio de Janeiro, Imago, 1975. W10 - Playing and Reality. London, Tavistock, 1971.</p>

<p id="wx90">1971b: <i id="wx91">Consultas terapêuticas em psiquiatria Infantil</i>. Trad. de Joseti Marques Xisto Cunha. Rio de Janeiro, Imago, 1984. W11 - <i id="wx92">Therapeutic Consultations in Child Psychiatry</i>. London, Hogarth, 1971.</p>

<p id="wx93"><a href="/wpt/1977" title="1977" wx:linktype="known" wx:pagename="1977" wx:page_id="11426" id="wx94">1977</a>: <i id="wx95">The Piggle: o relato do tratamento psicanalítico de uma menina</i>. Trad. de Else Pires Vieira e Rosa de Lima Martins. Rio de Janeiro, Imago, 1979. W12 - <i id="wx96">The Piggle. An Account of the Psycho-Analytic Treatment of a Little Girl</i>. Ed. I.Ramzy. London, Hogarth 1977.</p>

<p id="wx97"><a href="/wpt/1984" title="1984" wx:linktype="known" wx:pagename="1984" wx:page_id="11388" id="wx98">1984a</a>: <i id="wx99">Privação e delinquência</i>. Trad. de Álvaro Cabral. São Paulo, Martins Fontes, 1987. W13 – Deprivation and Delinquency. Eds. C.Winnicott/R.Shepherd/M.Davis. London, Tavistock, 1984.</p>

<p id="wx100"><a href="/wpt/1986" title="1986" wx:linktype="known" wx:pagename="1986" wx:page_id="11386" id="wx101">1986a</a>: <i id="wx102">Holding e interpretação</i>. Trad. de Sónia Maria Tavares Monteiro de Barros. São Paulo, Martins Fontes, 1991. W15 - <i id="wx103">Holding and Interpretation</i>. Fragment of an Analysis. London, Hogarth, 1986.</p>

<p id="wx104">1986b: <i id="wx105">Tudo começa em casa</i>. Trad. de Paulo Sandler. São Paulo, Martins Fontes, 1989. W14 - <i id="wx106">Home Is Where We Start From</i>. Eds. C.Winnicott/R.Shepherd/M.Davis. Harmondsworth, Penguin 1986.</p>

<p id="wx107"><a href="/wpt/1987" title="1987" wx:linktype="known" wx:pagename="1987" wx:page_id="11385" id="wx108">1987a</a>: <i id="wx109">Os bebés e suas m</i>ães. Trad. de Jefferson Luiz Camargo. São Paulo, Martins Fontes, 1988. W16 - Babies and their Mothers. Eds. C.Winnicott/R.Shepherd/M.Davis. Reading, Mass., Addison-Wesley, 1987.</p>

<p id="wx110">1987b: <i id="wx111">O gesto espontâneo</i>. Trad. de Luis Carlos Borges. São Paulo, Martins Fontes, 1990. W17 - <i id="wx112">The Spontaneous Gesture</i>, Selected Letters. Ed. F.R.Rodman. Cambridge, Mass., Harvard University Press, 1987.</p>

<p id="wx113"><a href="/wpt/1988" title="1988" wx:linktype="known" wx:pagename="1988" wx:page_id="11384" id="wx114">1988</a>: <i id="wx115">Natureza humana</i>. Trad.de Davi Litman Bogomoletz. Rio de Janeiro, Imago, 1990. W18 - <i id="wx116">Human Nature</i>. Eds. C.Bollas/M.Davis/R.Shepherd. London, Free Association, 1988.</p>

<p id="wx117"><a href="/wpt/1989" title="1989" wx:linktype="known" wx:pagename="1989" wx:page_id="11127" id="wx118">1989a</a>: <i id="wx119">Explorações psic</i>analíticas. Trad.de José Octávio de Aguiar Abreu. Porto Alegre, Artes Médicas, 1994. W19 - Psycho-Analytic Explorations. Eds C.Winnicott/R.Shepherd/M.Davis. Cambridge, Mass., Harvard University Press, 1989.</p>

<p id="wx120"><a href="/wpt/1993" title="1993" wx:linktype="known" wx:pagename="1993" wx:page_id="11369" id="wx121">1993a</a>: <i id="wx122">Conversando sobre crianças [com os pais].</i> Trad. de Álvaro Cabral. São Paulo, Martins Fontes, 1993. W20 - <i id="wx123">Talking to Parents</i>, eds. C.Winnicott/C.Bollas/M.Davis/R.Shepherd. Reading, Massachusetts, Addison-Wesley, 1993.</p>

<p id="wx124"><a href="/wpt/1996" title="1996" wx:linktype="known" wx:pagename="1996" wx:page_id="11367" id="wx125">1996a</a>: <i id="wx126">Pensando sobre crianças</i>. Trad. de Maria Adriana Veríssimo Veronese. Porto Alegre, Artes Médicas, 1997. W21 - <i id="wx127">Thinking About Children</i>, eds. R.Shepherd/J.Johns/H.T.Robinson. London, Karnac Books, 1996.</p>
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<p id="wx142">Fevereiro de 2008</p>
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