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<title>Casa do Infantado</title>
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<div id="wx_article">
<wx:section level="1" title="Casa do Infantado" id="wxsec1"><h1 class="pagetitle" id="wx1">Casa do Infantado</h1>

<div class="wx_image" wx:align="right" wx:thumb="thumb" id="wx2"><a href="/wpt/Imagem:Queluz40TE.jpg" title="O Palácio Nacional de Queluz fez parte das propriedades da Casa do Infantado." wx:linktype="image" wx:pagename="Imagem:Queluz40TE.jpg" id="wx3"><img src="/wpt/Imagem:Queluz40TE.jpg" alt="O Palácio Nacional de Queluz fez parte das propriedades da Casa do Infantado." width="200" id="wx4"/></a> 

<div class="thumbcaption" id="wx5">
<p id="wx6">O <a href="/wpt/Pal%C3%A1cio_Nacional_de_Queluz" title="Palácio Nacional de Queluz" wx:linktype="known" wx:pagename="Palácio_Nacional_de_Queluz" wx:page_id="76274" id="wx7">Palácio Nacional de Queluz</a> fez parte das propriedades da Casa do Infantado.</p>
</div>
</div>

<p id="wx8">Criada pelo rei <a href="/wpt/Jo%C3%A3o_IV_de_Portugal" title="João IV de Portugal" wx:linktype="known" wx:pagename="João_IV_de_Portugal" wx:page_id="18326" id="wx9">D. João IV</a> em <a href="/wpt/1654" title="1654" wx:linktype="known" wx:pagename="1654" wx:page_id="2009" id="wx10">1654</a>-<a href="/wpt/1655" title="1655" wx:linktype="known" wx:pagename="1655" wx:page_id="28300" id="wx11">1655</a> a <b id="wx12">Casa do Infantado</b> era um conjunto de bens materiais, propriedades e rendimentos, vasto patrimônio senhorial, em sua maioria confiscados aos apoiantes de Espanha durante o período da <a href="/wpt/Restaura%C3%A7%C3%A3o_da_Independ%C3%AAncia" title="Restauração da Independência" wx:linktype="known" wx:pagename="Restauração_da_Independência" wx:page_id="39958" id="wx13">Restauração da Independência</a>.</p>

<p id="wx14">Propriedade do segundo filho do <a href="/wpt/Rei_de_Portugal" title="Rei de Portugal" wx:linktype="known" wx:pagename="Rei_de_Portugal" wx:page_id="15317" id="wx15">Rei de Portugal</a> (o príncipe que não era o herdeiro da Coroa), tal Infante possuiria assim o título de <b id="wx16">Senhor da Casa do Infantado</b> ou simplesmente <b id="wx17">Senhor do Infantado</b>. A medida visava assegurar o mantimento dos filhos segundos, para que vivessem no Reino, e tivessem as suas casas próprias. Procurava-se sobretudo garantir as condições de uma larga descendência paea «perpetuar e dilatar o mais que puder o sangue e família real». Tudo leva a crer que D. João IV estaria já seguro da incapacidade do primogênito (depois <a href="/wpt/Afonso_VI_de_Portugal" title="Afonso VI de Portugal" wx:linktype="known" wx:pagename="Afonso_VI_de_Portugal" wx:page_id="11251" id="wx18">Afonso VI de Portugal</a>) para o exercício da realeza. A base da doação foi a cidade de <a href="/wpt/Beja" title="Beja" wx:linktype="known" wx:pagename="Beja" wx:page_id="473" id="wx19">Beja</a>, com o título ducal, que pertencera ao rei D. <a href="/wpt/Manuel_I_de_Portugal" title="Manuel I de Portugal" wx:linktype="known" wx:pagename="Manuel_I_de_Portugal" wx:page_id="16010" id="wx20">Manuel I de Portugal</a>. Como esse rendimento não bastava, juntou-se-lhe o senhorio da casa de <a href="/wpt/Vila_Real" title="Vila Real" wx:linktype="known" wx:pagename="Vila_Real" wx:page_id="21907" id="wx21">Vila Real</a> e de <a href="/wpt/Caminha" title="Caminha" wx:linktype="known" wx:pagename="Caminha" wx:page_id="7559" id="wx22">Caminha</a>, confiscado em <a href="/wpt/1641" title="1641" wx:linktype="known" wx:pagename="1641" wx:page_id="28290" id="wx23">1641</a>. A doação abrangia as vilas, lugares, castelos, padroados, terras, fotos, direitos e tributos da segunda casa, o que garantia o título de <a href="/wpt/Duque_de_Vila_Real" title="Duque de Vila Real" wx:linktype="known" wx:pagename="Duque_de_Vila_Real" wx:page_id="575185" id="wx24">duque de Vila Real</a> para o filho primogênito do Infante D. Pedro. A Casa continuou a receber novas doações da coroa: a quinta de <a href="/wpt/Queluz" title="Queluz" wx:linktype="known" wx:pagename="Queluz" wx:page_id="20342" id="wx25">Queluz</a> e suas pertenças; os palácios e casas dos Corte-Real em Lisboa, que haviam pertencido ao 2º <a href="/wpt/Marqu%C3%AAs_de_Castelo_Rodrigo" title="Marquês de Castelo Rodrigo" wx:linktype="known" wx:pagename="Marquês_de_Castelo_Rodrigo" wx:page_id="345519" id="wx26">marquês de Castelo Rodrigo</a>; a vila de <a href="/wpt/Serpa" title="Serpa" wx:linktype="known" wx:pagename="Serpa" wx:page_id="20126" id="wx27">Serpa</a> e seu termo com seus celeiros e os de <a href="/wpt/Moura" title="Moura" wx:linktype="known" wx:pagename="Moura" wx:page_id="17019" id="wx28">Moura</a>; as rendas da <a href="/wpt/Ordem_Militar_de_Cristo" title="Ordem Militar de Cristo" wx:linktype="known" wx:pagename="Ordem_Militar_de_Cristo" wx:page_id="207431" id="wx29">Ordem Militar de Cristo</a> de que o infante se via nomeado comendador; as lezírias da <a href="/wpt/Goleg%C3%A3" title="Golegã" wx:linktype="known" wx:pagename="Golegã" wx:page_id="12415" id="wx30">Golegã</a>, <a href="/wpt/Borba_%28Portugal%29" title="Borba (Portugal)" wx:linktype="known" wx:pagename="Borba_(Portugal)" wx:page_id="6498" id="wx31">Borba</a>, <a href="/wpt/Mouch%C3%B5es" title="Mouchões" wx:linktype="known" wx:pagename="Mouchões" wx:page_id="1424557" id="wx32">Mouchões</a> e <a href="/wpt/Silveira" title="Silveira" wx:linktype="known" wx:pagename="Silveira" wx:page_id="20889" id="wx33">Silveira</a>, perto do <a href="/wpt/Rio_Tejo" title="Rio Tejo" wx:linktype="known" wx:pagename="Rio_Tejo" wx:page_id="1842" id="wx34">rio Tejo</a>, junto de São Libório, termo de <a href="/wpt/Santar%C3%A9m_%28Portugal%29" title="Santarém (Portugal)" wx:linktype="known" wx:pagename="Santarém_(Portugal)" wx:page_id="19290" id="wx35">Santarém</a>; e as saboarias do <a href="/wpt/Porto" title="Porto" wx:linktype="known" wx:pagename="Porto" wx:page_id="1528" id="wx36">Porto</a> e das vilas e lugares de <a href="/wpt/Entre_Douro_e_Minho" title="Entre Douro e Minho" wx:linktype="known" wx:pagename="Entre_Douro_e_Minho" wx:page_id="52574" id="wx37">Entre Douro e Minho</a> e <a href="/wpt/Tr%C3%A1s-os-Montes" title="Trás-os-Montes" wx:linktype="known" wx:pagename="Trás-os-Montes" wx:page_id="52602" id="wx38">Trás-os-Montes</a>. Outras mercês foram acrescentadas depois de subir ao poder <a href="/wpt/Afonso_VI_de_Portugal" title="Afonso VI de Portugal" wx:linktype="known" wx:pagename="Afonso_VI_de_Portugal" wx:page_id="11251" id="wx39">Afonso VI</a>, como a concessão a D. Pedro de obter anualmente 1000 quintais de <a href="/wpt/Pau-brasil" title="Pau-brasil" wx:linktype="known" wx:pagename="Pau-brasil" wx:page_id="37705" id="wx40">pau-brasil</a> sem pagamento de direitos; e a compra que o mesmo efetuou a sua irmã, D. <a href="/wpt/Catarina_de_Bragan%C3%A7a" title="Catarina de Bragança" wx:linktype="known" wx:pagename="Catarina_de_Bragança" wx:page_id="560070" id="wx41">Catarina de Bragança</a>, da cidade de <a href="/wpt/Lamego" title="Lamego" wx:linktype="known" wx:pagename="Lamego" wx:page_id="6281" id="wx42">Lamego</a> e do paul de <a href="/wpt/Magos" class="new" title="Magos" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Magos" id="wx43">Magos</a>.</p>

<p id="wx44">Assim, «não era apenas a extensão dominial que definia a Casa do Infantado, mas o conjunto dos seus rendimentos numa vasta zona urbana e rural desde Trás-os-Montes ao Baixo Alentejo. A sua principal riqueza era agrícola, mas beneficiava também de interesses marítimos (Caminha, Aveiro) e ribeirinhos. Assim, depois da Casa de Bragança a do Infantado foi a mais abastada do Reino como domínio senhorial.»</p>

<p id="wx45">Foi sendo enriquecida ao longo dos tempos por forma a dar aos <a href="/wpt/Infante" title="Infante" wx:linktype="known" wx:pagename="Infante" wx:page_id="118769" id="wx46">infantes</a> secundogénitos uma fonte de rendimento que lhes permitisse conservar o estatuto que se esperava de um príncipe. De facto, sua enorme riqueza chegou a tornar-se fonte de contendas e discórdias como sucedeu aquando da morte do infante <a href="/wpt/Francisco%2C_Duque_de_Beja" title="Francisco, Duque de Beja" wx:linktype="known" wx:pagename="Francisco,_Duque_de_Beja" wx:page_id="158972" id="wx47">Francisco de Bragança</a>, irmão de <a href="/wpt/Jo%C3%A3o_V_de_Portugal" title="João V de Portugal" wx:linktype="known" wx:pagename="João_V_de_Portugal" wx:page_id="18437" id="wx48">D. João V</a> em <a href="/wpt/1742" title="1742" wx:linktype="known" wx:pagename="1742" wx:page_id="28372" id="wx49">1742</a>. Reclamou o outro irmão do Rei, <a href="/wpt/Ant%C3%B3nio_de_Bragan%C3%A7a" title="António de Bragança" wx:linktype="known" wx:pagename="António_de_Bragança" wx:page_id="1155066" id="wx50">D. António</a> a sucessão na chefia da <b id="wx51">Casa do Infantado</b>, que viria contudo a ser entregue ao infante <a href="/wpt/Pedro_III_de_Portugal" title="Pedro III de Portugal" wx:linktype="known" wx:pagename="Pedro_III_de_Portugal" wx:page_id="18715" id="wx52">D. Pedro</a> filho secundogénito de <a href="/wpt/Jo%C3%A3o_V_de_Portugal" title="João V de Portugal" wx:linktype="known" wx:pagename="João_V_de_Portugal" wx:page_id="18437" id="wx53">D. João V</a>, o que muito agravou a relação entre os dois irmãos.</p>

<p id="wx54">Foram Senhores do Infantado os seguintes Infantes:</p>

<ul id="wx55">
<li id="wx56">
<ul id="wx57">
<li id="wx58"><a href="/wpt/Pedro_II_de_Portugal" title="Pedro II de Portugal" wx:linktype="known" wx:pagename="Pedro_II_de_Portugal" wx:page_id="37341" id="wx59">D. Pedro de Bragança</a>
<p id="wx60">depois <b id="wx61">Rei D. Pedro II</b> - Foi rei por Golpe de Estado devido a incapacidade do irmão <a href="/wpt/Afonso_VI_de_Portugal" title="Afonso VI de Portugal" wx:linktype="known" wx:pagename="Afonso_VI_de_Portugal" wx:page_id="11251" id="wx62">D. Afonso VI</a></p>
</li>

<li id="wx63"><a href="/wpt/Francisco%2C_Duque_de_Beja" title="Francisco, Duque de Beja" wx:linktype="known" wx:pagename="Francisco,_Duque_de_Beja" wx:page_id="158972" id="wx64">D. Francisco de Bragança</a> <b id="wx65"><a href="/wpt/Duque_de_Beja" title="Duque de Beja" wx:linktype="known" wx:pagename="Duque_de_Beja" wx:page_id="16915" id="wx66">Duque de Beja</a></b></li>

<li id="wx67"><a href="/wpt/Pedro_III_de_Portugal" title="Pedro III de Portugal" wx:linktype="known" wx:pagename="Pedro_III_de_Portugal" wx:page_id="18715" id="wx68">D. Pedro de Bragança</a>
<p id="wx69">depois <b id="wx70">Rei D. Pedro III</b> - Foi rei pelo casamento com a sobrinha <a href="/wpt/Maria_I_de_Portugal" title="Maria I de Portugal" wx:linktype="known" wx:pagename="Maria_I_de_Portugal" wx:page_id="18648" id="wx71">D. Maria I</a>.</p>
</li>

<li id="wx72"><a href="/wpt/Jo%C3%A3o_VI_de_Portugal" title="João VI de Portugal" wx:linktype="known" wx:pagename="João_VI_de_Portugal" wx:page_id="18728" id="wx73">D. João de Bragança</a>
<p id="wx74">depois <b id="wx75">Rei D. João VI</b> - Foi rei por morte de seu irmão <a href="/wpt/Jos%C3%A9%2C_Duque_de_Bragan%C3%A7a" title="José, Duque de Bragança" wx:linktype="known" wx:pagename="José,_Duque_de_Bragança" wx:page_id="206705" id="wx76">D. José de Bragança</a> o príncipe herdeiro.</p>
</li>

<li id="wx77"><a href="/wpt/Miguel_I_de_Portugal" title="Miguel I de Portugal" wx:linktype="known" wx:pagename="Miguel_I_de_Portugal" wx:page_id="19311" id="wx78">D. Miguel de Bragança</a>
<p id="wx79">depois <b id="wx80">Rei D. Miguel I</b> - Foi rei por ter usurpado o Trono à sobrinha <a href="/wpt/Maria_II_de_Portugal" title="Maria II de Portugal" wx:linktype="known" wx:pagename="Maria_II_de_Portugal" wx:page_id="19337" id="wx81">D. Maria II</a>.</p>
</li>
</ul>
</li>
</ul>

<p id="wx82">Os Reis que foram Senhores do Infantado, não estavam destinados, inicialmente, ao Trono, herdaram a Coroa pelos diferentes motivos acima descritos.</p>

<a id="Bibliografia" name="Bibliografia"/>
<wx:section level="4" title="Bibliografia" id="wxsec3"><h4 id="wx83">Bibliografia</h4>

<ul id="wx84">
<li id="wx85">
<p id="wx86">1 - SERRÃO, Joel; LEAL, Maria José da Silva; PEREIRA, Miriam Halpern - "<i id="wx87">Casa do Infantado</i>". in Roteiro de Fontes da História Portuguesa Contemporânea: Arquivo Nacional da Torre do Tombo. Col. Ana Maria Cardoso de Matos; Maria de Lurdes Henriques. Lisboa: Instituto Nacional de Investigação Científica, <a href="/wpt/1984" title="1984" wx:linktype="known" wx:pagename="1984" wx:page_id="11388" id="wx88">1984</a>. vol. 1. p. 142-146. Acessível no IAN/TT, IDD (L.534).</p>
</li>
</ul>

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<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="background-color: white; border: 1px solid #ccc; padding: 5px; font-size:85%;" class="noprint" id="wx89">
<tr id="wx90">
<td id="wx91"><a href="/wpt/Imagem:Castelo_de_Guimar%C3%A3es_%28Portugal%29.jpg" title="" wx:linktype="image" wx:pagename="Imagem:Castelo_de_Guimarães_(Portugal).jpg" id="wx92"><img src="/wpt/Imagem:Castelo_de_Guimar%C3%A3es_%28Portugal%29.jpg" alt="" width="25" id="wx93"/></a> </td>
<td id="wx94">
<p id="wx95">  <i id="wx96">Este artigo é um <a href="/wpt/Wikipedia:Esbo%C3%A7o" title="Wikipedia:Esboço" wx:linktype="known" wx:pagename="Wikipedia:Esboço" id="wx97">esboço</a> sobre</i> <b id="wx98"><a href="/wpt/Hist%C3%B3ria_de_Portugal" title="História de Portugal" wx:linktype="known" wx:pagename="História_de_Portugal" wx:page_id="7073" id="wx99">História de Portugal</a></b><i id="wx100">. Pode ajudar a Wikipédia <span class="plainlinks" id="wx101"><a href="http://wpt/wpt/index.php?title=Casa_do_Infantado&amp;action=edit" class="external text" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx102">expandindo-o</a></span>.</i></p>
</td>
</tr>
</table>

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<a id="Ver_tamb.C3.A9m" name="Ver_tamb.C3.A9m"/>
<wx:section level="2" title="Ver também" id="wxsec2"><h2 id="wx103"><wx:template id="wx_t2" pagename="Predefinição:Ver_também" page_id="62492"/>Ver também<wx:templateend start="wx_t2"/></h2>

<ul id="wx104">
<li id="wx105"><a href="/wpt/Duque_de_Beja" title="Duque de Beja" wx:linktype="known" wx:pagename="Duque_de_Beja" wx:page_id="16915" id="wx106">Duque de Beja</a></li>
</ul>
</wx:section></wx:section></wx:section></div>
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