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<title>Brianda Pereira</title>
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<div id="wx_article">
<wx:section level="1" title="Brianda Pereira" id="wxsec1"><h1 class="pagetitle" id="wx1">Brianda Pereira</h1>

<p id="wx2"><b id="wx3">Brianda Pereira</b> (<a href="/wpt/Vila_de_S%C3%A3o_Sebasti%C3%A3o" title="Vila de São Sebastião" wx:linktype="known" wx:pagename="Vila_de_São_Sebastião" wx:page_id="5946" id="wx4">Vila de São Sebastião</a>, c. 1550 — Vila de São Sebastião, c. 1620) foi uma mulher açoriana elevada pela historiografia da <a href="/wpt/Batalha_da_Salga" title="Batalha da Salga" wx:linktype="known" wx:pagename="Batalha_da_Salga" wx:page_id="268854" id="wx5">Batalha da Salga</a> e dos acontecimentos que a rodearam ao papel de heroína da resistência da <a href="/wpt/Ilha_Terceira" title="Ilha Terceira" wx:linktype="known" wx:pagename="Ilha_Terceira" wx:page_id="43042" id="wx6">ilha Terceira</a> contra <a href="/wpt/Filipe_II_de_Espanha" title="Filipe II de Espanha" wx:linktype="known" wx:pagename="Filipe_II_de_Espanha" wx:page_id="18184" id="wx7">Filipe II de Espanha</a>. Embora sem base histórica que o sustente, a figura de Brianda Pereira foi mitificada pelo movimento romântico a partir de finais do <a href="/wpt/S%C3%A9culo_XIX" title="Século XIX" wx:linktype="known" wx:pagename="Século_XIX" wx:page_id="1774" id="wx8">século XIX</a>, sendo elevada ao estatuto de <i id="wx9">heroína</i> pela <a href="/wpt/Propaganda" title="Propaganda" wx:linktype="known" wx:pagename="Propaganda" wx:page_id="547192" id="wx10">propaganda</a> do <a href="/wpt/Estado_Novo_%28Portugal%29" title="Estado Novo (Portugal)" wx:linktype="known" wx:pagename="Estado_Novo_(Portugal)" wx:page_id="11435" id="wx11">Estado Novo</a>, no contexto da afirmação do <a href="/wpt/Nacionalismo" title="Nacionalismo" wx:linktype="known" wx:pagename="Nacionalismo" wx:page_id="22609" id="wx12">nacionalismo</a> português dos açorianos. A figura popularizou-se, sendo feita matrona de diversas instituições e dando origem a múltiplas peças de teatro popular, cantigas e <a href="http://www.ovelhocarnaval.com/grouphistory/2002/abatalhadasalga.ram" class="external text" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx13">danças de Carnaval</a>.</p>

<div id="wx_toc"/>

<a id="Biografia" name="Biografia"/>
<wx:section level="2" title="Biografia" id="wxsec2"><h2 id="wx14">Biografia</h2>

<p id="wx15">Brianda Pereira nasceu provavelmente na <a href="/wpt/Angra_do_Hero%C3%ADsmo" title="Angra do Heroísmo" wx:linktype="known" wx:pagename="Angra_do_Heroísmo" wx:page_id="5926" id="wx16">cidade de Angra</a> (ou alternativamente no <a href="/wpt/Porto_Judeu" title="Porto Judeu" wx:linktype="known" wx:pagename="Porto_Judeu" wx:page_id="5932" id="wx17">Porto Judeu</a> ou na <a href="/wpt/Vila_de_S%C3%A3o_Sebasti%C3%A3o" title="Vila de São Sebastião" wx:linktype="known" wx:pagename="Vila_de_São_Sebastião" wx:page_id="5946" id="wx18">vila de São Sebastião</a>, conforme a tradição popular), filha de Álvaro Anes de Alenquer e de Maria Pereira de Sousa. O pai foi juiz ordinário da Câmara de Angra em <a href="/wpt/1553" title="1553" wx:linktype="known" wx:pagename="1553" wx:page_id="20756" id="wx19">1553</a> e descendia de Pero Anes de Alenquer, um dos primeiros colonos da ilha <a href="/wpt/Terceira" title="Terceira" wx:linktype="known" wx:pagename="Terceira" wx:page_id="1855" id="wx20">Terceira</a> e, tal como a mãe, tinha ascendentes nobres<sup id="_ref-0" class="reference"><a href="#_note-0" title="" wx:fragment="_note-0" wx:linktype="note" id="wx21"/></sup>.</p>

<p id="wx22">Casou com Bartolomeu Lourenço, indo residir para o vale da Salga, na zona litoral da vila de São Sebastião, onde o casal era dono de terras e tinha uma abastada casa agrícola. Residiam nesse local quando a <a href="/wpt/25_de_Julho" title="25 de Julho" wx:linktype="known" wx:pagename="25_de_Julho" wx:page_id="10864" id="wx23">25 de Julho</a> de <a href="/wpt/1581" title="1581" wx:linktype="known" wx:pagename="1581" wx:page_id="28237" id="wx24">1581</a>, no contexto da luta entre partidários de <a href="/wpt/Filipe_II_de_Espanha" title="Filipe II de Espanha" wx:linktype="known" wx:pagename="Filipe_II_de_Espanha" wx:page_id="18184" id="wx25">Filipe II de Espanha</a> e de D. <a href="/wpt/Ant%C3%B3nio_I_de_Portugal" title="António I de Portugal" wx:linktype="known" wx:pagename="António_I_de_Portugal" wx:page_id="37023" id="wx26">António I de Portugal</a>, se travou na <a href="/wpt/Ba%C3%ADa_da_Salga" title="Baía da Salga" wx:linktype="known" wx:pagename="Baía_da_Salga" wx:page_id="1137558" id="wx27">baía da Salga</a>, em cuja arriba se situava a casa do casal, a <a href="/wpt/Batalha_da_Salga" title="Batalha da Salga" wx:linktype="known" wx:pagename="Batalha_da_Salga" wx:page_id="268854" id="wx28">batalha da Salga</a>.</p>

<p id="wx29">A batalha iniciou-se pelo desembarque de uma força espanhola que de imediato incendiou as searas e as casas existentes nas imediações, entre as quais muito provavelmente a de Brianda Pereira, aprisionando os homens que encontrou. Entre os prisioneiros figurava Bartolomeu Lourenço, que se encontraria ferido.</p>

<p id="wx30">As fontes da época são omissas quanto ao papel de Brianda Pereira na contenda, havendo apenas menção a uma <i id="wx31">Ângela Pereira</i> (Brianda tinha uma irmã com este nome) numa <i id="wx32"><a href="http://www.uac.pt/~arquivoacores/volumes/vol09pag551.pdf" class="external text" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx33">Relação</a></i><sup id="_ref-1" class="reference"><a href="#_note-1" title="" wx:fragment="_note-1" wx:linktype="note" id="wx34"/></sup> coeva, de autor anónimo, a qual diz<sup id="_ref-2" class="reference"><a href="#_note-2" title="" wx:fragment="_note-2" wx:linktype="note" id="wx35"/></sup>:</p>

<dl id="wx36">
<dd id="wx37"><i id="wx38">Vivia ali um Bartolomeu Lourenço com mulher e filhos; a mulher andava em corpo, sendo mulher nobre e moça, e seu marido lavrador rico entre a gente da terra, dizendo que ela fugira de entre as mão deles</i>
<p id="wx39">[os soldados do partido espanhol] <i id="wx40">cuidando que seu marido fizera o mesmo, e que o já tinham cativo ferido, fugindo um seu filho que o viera contar. A pobre mulher andava como doida, e os soldados da armada de posse de sua casa e de toda a sua fazenda</i> [...] <i id="wx41">Quando a pobre mulher, por nome Ângela Pereira<sup id="_ref-3" class="reference"><a href="#_note-3" title="" wx:fragment="_note-3" wx:linktype="note" id="wx42"/></sup>, viu arder a sua casa e os frescais da eira, e seu marido cativo e ferido, e sua casa e fazenda em poder dos soldados, e ela com pressa em saia escapou, parecia uma doida e com as lástimas que dizia animava os portugueses para que melhor pelejassem, e a tinham por mão porque se queria ir meter em sua casa: e porque era moça e nobre e bem parecida, e mulher muito galharda, sem falta sua honra e vida por resistir seria acabada. E a fizeram recolher, com outras mulheres a cima a uma igreja de São João.</i></p>
</dd>
</dl>

<p id="wx43">Foi a partir desta descrição, já que o outro relato contemporâneo dos acontecimentos que se conhece<sup id="_ref-4" class="reference"><a href="#_note-4" title="" wx:fragment="_note-4" wx:linktype="note" id="wx44"/></sup>, devido a frei <a href="/wpt/Pedro_de_Frias" class="new" title="Pedro de Frias" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Pedro_de_Frias" id="wx45">Pedro de Frias</a>, a não menciona, que se iniciou a <a href="/wpt/Mitifica%C3%A7%C3%A3o" title="Mitificação" wx:linktype="known" wx:pagename="Mitificação" wx:page_id="1491185" id="wx46">mitificação</a> da <i id="wx47">heroína</i> Brianda Pereira.</p>

<p id="wx48">A construção do <a href="/wpt/Mito" title="Mito" wx:linktype="known" wx:pagename="Mito" wx:page_id="41256" id="wx49">mito</a> deve-se em boa parte a <a href="/wpt/Francisco_Ferreira_Drumond" title="Francisco Ferreira Drumond" wx:linktype="known" wx:pagename="Francisco_Ferreira_Drumond" wx:page_id="232656" id="wx50">Francisco Ferreira Drumond</a>, que nos <i id="wx51"><a href="http://pt.wikisource.org/wiki/Anais_da_Ilha_Terceira/I/XXIII" class="extiw" title="s:Anais_da_Ilha_Terceira/I/XXIII" wx:linktype="interwiki" wx:pagename="s:Anais_da_Ilha_Terceira/I/XXIII" id="wx52">Anais da Ilha Terceira</a></i>, aparentemente fazendo fé na tradição oral da sua vila natal, já a descreve como uma <i id="wx53">nova <a href="/wpt/Lucr%C3%A9cia" title="Lucrécia" wx:linktype="known" wx:pagename="Lucrécia" wx:page_id="1245397" id="wx54">Lucrécia</a></i><sup id="_ref-5" class="reference"><a href="#_note-5" title="" wx:fragment="_note-5" wx:linktype="note" id="wx55"/></sup>:</p>

<dl id="wx56">
<dd id="wx57"><i id="wx58">... onde se achava, e ainda existe, a quinta, ou casa, de Bartolomeu Lourenço, lavrador abastado, que nela vivia com sua mulher Brianda Pereira, moça nobre e assaz formosa, da qual tinha filhos. Parece que a sua beleza fora nos dias antecedentes objecto da curiosidade dos castelhanos, porque foi o primeiro despojo que eles quiseram saquear de sua casa. Felizmente pode esta nova Lucrécia escapar-se às mãos dos soberbos Tarquínios que a pretendiam, e já levavam prisioneiro ao marido, a quem haviam ferido gravemente, e a um filho; e achando-se já senhores da casa, e de tudo que nele havia, saqueavam, destruíam e convulsavam à sua vontade todos os móveis, chegando finalmente ao excesso de largarem fogo aos frescais de trigo que estavam na eira.</i>
<p id="wx59">.</p>
</dd>
</dl>

<p id="wx60">A partir daqui estava lançado o mote: Brianda Pereira era a heroína, a ela se atribuindo os mais diversos feitos, desde participar na peleja até ter sido a autora da estratégia de enviar vacas em tropel sobre os espanhóis. <a href="/wpt/Jos%C3%A9_Joaquim_Pinheiro" title="José Joaquim Pinheiro" wx:linktype="known" wx:pagename="José_Joaquim_Pinheiro" wx:page_id="997698" id="wx61">José Joaquim Pinheiro</a>, nas suas <i id="wx62">Épocas Memoráveis da Ilha Terceira</i><sup id="_ref-6" class="reference"><a href="#_note-6" title="" wx:fragment="_note-6" wx:linktype="note" id="wx63"/></sup>, já diz que Brianda Pereira:</p>

<dl id="wx64">
<dd id="wx65"><i id="wx66">... mostrou o seu ânimo varonil, armando com dardos as mulheres que tinham corrido à peleja com seus maridos e filhos, e persuadindo com argumentos de virtuosa esposa e mãe desvelada a gente terceirense, leva as do seu sexo a carregarem sobre o inimigo com tal denodo que puderam alcançar a salvação do prisioneiro ancião e de se filho, ambos bastante feridos. Só não pôde esta heróica espartana evitar o incêndio que lavrava na casa e na eira...</i></dd>
</dl>

<p id="wx67">O capítulo final da glorificação de Brianda Pereira é escrito por <a href="/wpt/Gerv%C3%A1sio_Lima" title="Gervásio Lima" wx:linktype="known" wx:pagename="Gervásio_Lima" wx:page_id="1463294" id="wx68">Gervásio Lima</a><sup id="_ref-7" class="reference"><a href="#_note-7" title="" wx:fragment="_note-7" wx:linktype="note" id="wx69"/></sup>, que na sua prosa inflamada a alpendura aos píncaros da virtude e da heroicidade nacionalistas. Os escritos de Gervásio Lima, que gozaram de grande popularidade até meados do <a href="/wpt/S%C3%A9culo_XX" title="Século XX" wx:linktype="known" wx:pagename="Século_XX" wx:page_id="11194" id="wx70">século XX</a>, com a posterior ajuda da bem oleada máquina de <a href="/wpt/Propaganda" title="Propaganda" wx:linktype="known" wx:pagename="Propaganda" wx:page_id="547192" id="wx71">propaganda</a> do <a href="/wpt/Estado_Novo_%28Portugal%29" title="Estado Novo (Portugal)" wx:linktype="known" wx:pagename="Estado_Novo_(Portugal)" wx:page_id="11435" id="wx72">Estado Novo</a>, fizeram de Brianda Pereira um figura popular, particularmente por apelar à heroicidade dos habitantes da ilha Terceira e assim alimentar o sentimento bairrista que ali se viveu.</p>

<p id="wx73">Durante os anos todas as referências à história e a <i id="wx74">heroicidade</i> da <a href="/wpt/Terceira" title="Terceira" wx:linktype="known" wx:pagename="Terceira" wx:page_id="1855" id="wx75">Terceira</a>, incluíam obrigatoriamente uma vénia a Brianda, o <i id="wx76">arquétipo da heroína da portugalidade</i>. Foram escritas e representadas algumas centenas de peças de teatro popular e <a href="/wpt/Dan%C3%A7a_de_Carnaval" class="new" title="Dança de Carnaval" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Dança_de_Carnaval" id="wx77">danças de Carnaval</a> tendo como assunto a acção de Brianda Pereira. Embora na Terceira, o assunto tenha caído num relativo esquecimento, nas comunidades de origem açoriana parece continuar a ser popular, com o seu apelo nacionalista e ao bairrismo terceirense.</p>

<p id="wx78">Brianda Pereira deu o nome a uma das escolas do <a href="/wpt/Porto_Judeu" title="Porto Judeu" wx:linktype="known" wx:pagename="Porto_Judeu" wx:page_id="5932" id="wx79">Porto Judeu</a> (no Porto Judeu de Cima, hoje extinta) e a uma das sociedade recreativas daquele freguesia, com a respectiva filarmónica. <wx:template id="wx_t1" pagename="Predefinição:Ref-section" page_id="1467239"/>
</p>

<a id="Refer.C3.AAncias" name="Refer.C3.AAncias"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="Referências" id="wxsec3"><h2 class="notes" style="cursor:help" title="Esta secção não é editável por razões técnicas. Edite a página toda ao invés disso, ou a secção anterior." id="wx80">Referências</h2>

<div class="references-small" style="height: auto; max-height: 200px; overflow: auto; padding: 3px; border: 1px solid #EEEEEE" id="wx81">
<ol class="references" id="wx82">
<li id="_note-0"><a href="#_ref-0" title="" wx:fragment="_ref-0" wx:linktype="noteref" id="wx83">↑</a>
<p id="wx84">Valdemar Mota (1981), <i id="wx85">A Salga em Frei Pedro de Frias e uma Mulher Chamada Brianda</i>. Angra do Heroísmo: Câmara Municipal.</p>
</li>

<li id="_note-1"><a href="#_ref-1" title="" wx:fragment="_ref-1" wx:linktype="noteref" id="wx86">↑</a>
<p id="wx87">"Relação das coisas que aconteceram em a cidade de Angra, Ilha Terceira, depois que se perdeu El-Rei D. Sebastião em África". In: <i id="wx88"><a href="/wpt/Archivo_dos_A%C3%A7ores" title="Archivo dos Açores" wx:linktype="known" wx:pagename="Archivo_dos_Açores" wx:page_id="1469883" id="wx89">Archivo dos Açores</a></i>, vol. IX:551-555 e vol. X:5-89.</p>
</li>

<li id="_note-2"><a href="#_ref-2" title="" wx:fragment="_ref-2" wx:linktype="noteref" id="wx90">↑</a> <i id="wx91">Ibidem</i>
<p id="wx92">: <a href="http://www.uac.pt/~arquivoacores/volumes/vol10pag014.pdf" class="external text" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx93">vol. X, p. 14</a>.</p>
</li>

<li id="_note-3"><a href="#_ref-3" title="" wx:fragment="_ref-3" wx:linktype="noteref" id="wx94">↑</a>
<p id="wx95">Confusão com uma sua irmã deste nome.</p>
</li>

<li id="_note-4"><a href="#_ref-4" title="" wx:fragment="_ref-4" wx:linktype="noteref" id="wx96">↑</a>
<p id="wx97">Pedro de Frias, <i id="wx98">Crónica del Rei D. António</i>. In: <i id="wx99">Acta Universitatis Conimbrigensis</i>. Coimbra, 1955.</p>
</li>

<li id="_note-5"><a href="#_ref-5" title="" wx:fragment="_ref-5" wx:linktype="noteref" id="wx100">↑</a> <a href="/wpt/Francisco_Ferreira_Drummond" title="Francisco Ferreira Drummond" wx:linktype="known" wx:pagename="Francisco_Ferreira_Drummond" wx:page_id="69385" id="wx101">Francisco Ferreira Drummond</a>
<p id="wx102">(1850), <i id="wx103"><a href="http://pt.wikisource.org/wiki/Anais_da_Ilha_Terceira" class="extiw" title="s:Anais_da_Ilha_Terceira" wx:linktype="interwiki" wx:pagename="s:Anais_da_Ilha_Terceira" id="wx104">Anais da Ilha Terceira</a></i>, tomo I, p. 219.</p>
</li>

<li id="_note-6"><a href="#_ref-6" title="" wx:fragment="_ref-6" wx:linktype="noteref" id="wx105">↑</a>
<p id="wx106">José Joaquim Pinheiro, <i id="wx107">Épocas Memoráveis da Ilha Terceira</i>, vol. II, p. 56.</p>
</li>

<li id="_note-7"><a href="#_ref-7" title="" wx:fragment="_ref-7" wx:linktype="noteref" id="wx108">↑</a> <i id="wx109">A Pátria Açoreana</i>
<p id="wx110">. Angra do Heroísmo: Tip. Editora Açoreana (1928).</p>
</li>
</ol>
</div>

<wx:templateend start="wx_t1"/>
<a id="Refer.C3.AAncias_2" name="Refer.C3.AAncias_2"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="Referências" id="wxsec4"><h2 id="wx111">Referências</h2>

<ul id="wx112">
<li id="wx113">
<p id="wx114">----, "Relação das coisas que aconteceram em a cidade de Angra, Ilha Terceira, depois que se perdeu El-Rei D. Sebastião em África". In: <i id="wx115"><a href="/wpt/Archivo_dos_A%C3%A7ores" title="Archivo dos Açores" wx:linktype="known" wx:pagename="Archivo_dos_Açores" wx:page_id="1469883" id="wx116">Archivo dos Açores</a></i>, vol. IX:551-555 e vol. X:5-89.</p>
</li>

<li id="wx117">
<p id="wx118">Carlos Enes (2004), "Brianda Pereira: a construção do mito". In: <i id="wx119">Atlântida</i>, Angra do Heroísmo, XLIX: 45-56.</p>
</li>

<li id="wx120"><a href="/wpt/Jos%C3%A9_Joaquim_Pinheiro" title="José Joaquim Pinheiro" wx:linktype="known" wx:pagename="José_Joaquim_Pinheiro" wx:page_id="997698" id="wx121">José Joaquim Pinheiro</a>
<p id="wx122">, <i id="wx123">Épocas Memoráveis da Ilha Terceira</i>, em 6 volumes, dos quais o 6.º volume e parte do 5.° foram escritos por seu filho <a href="/wpt/Manuel_Pinheiro" title="Manuel Pinheiro" wx:linktype="known" wx:pagename="Manuel_Pinheiro" wx:page_id="1025571" id="wx124">Manuel Pinheiro</a>. Angra do Heroísmo: Typ. de <i id="wx125">A União</i>.</p>
</li>

<li id="wx126"><a href="/wpt/Pedro_de_Frias" class="new" title="Pedro de Frias" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Pedro_de_Frias" id="wx127">Pedro de Frias</a>
<p id="wx128">, <i id="wx129">Crónica del Rei D. António</i>. In: <i id="wx130">Acta Universitatis Conimbrigensis</i>. Coimbra, 1955</p>
</li>

<li id="wx131">
<p id="wx132">Valdemar Mota (1981), <i id="wx133">A Salga em Frei Pedro de Frias e uma Mulher Chamada Brianda</i>. Angra do Heroísmo: Câmara Municipal.</p>
</li>
</ul>

<a id="Liga.C3.A7.C3.B5es_externas" name="Liga.C3.A7.C3.B5es_externas"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="Ligações externas" id="wxsec5"><h2 id="wx134"><wx:template id="wx_t2" pagename="Predefinição:Links" page_id="71869"/>Ligações externas<wx:templateend start="wx_t2"/></h2>

<ul id="wx135">
<li id="wx136"><a href="http://pg.azores.gov.pt/drac/cca/enciclopedia/ver.aspx?id=9387" class="external text" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx137">Brianda Pereira na <i id="wx138">Enciclopédia Açoriana</i></a></li>

<li id="wx139"><a href="http://www.ovelhocarnaval.com/grouphistory/2002/abatalhadasalga.ram" class="external text" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx140">Uma dança de Carnaval tendo como tema Brianda Pereira e a Batalha da Salga</a></li>
</ul>
</wx:section></wx:section></div>
<div id="wx_categorylinks">
<a href="/wpt/index.php?title=Especial:Categories&amp;article=Brianda_Pereira" title="Especial:Categories" wx:linktype="known" wx:pagename="Especial:Categories" id="wx141">Categorias de páginas</a>: <span dir="ltr" id="wx142"><a href="/wpt/Categoria:A%C3%A7orianos" title="Categoria:Açorianos" wx:linktype="known" wx:pagename="Categoria:Açorianos" wx:page_id="1026871" id="wx143">Açorianos</a></span> | <span dir="ltr" id="wx144"><a href="/wpt/Categoria:Hist%C3%B3ria_dos_A%C3%A7ores" title="Categoria:História dos Açores" wx:linktype="known" wx:pagename="Categoria:História_dos_Açores" wx:page_id="396780" id="wx145">História dos Açores</a></span></div>
<div id="wx_languagelinks">
</div>
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