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<title>Juana Inés de la Cruz</title>
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<div id="wx_article">
<wx:section level="1" title="Juana Inés de la Cruz" id="wxsec1"><h1 class="pagetitle" id="wx1">Juana Inés de la Cruz</h1>

<div class="wx_image" wx:align="right" wx:thumb="thumb" id="wx2"><a href="/wpt/Imagem:Sor-Juana.jpg" title="Retrato de Sóror Juana Inés de la Cruz. Miguel Cabrea, 1750" wx:linktype="image" wx:pagename="Imagem:Sor-Juana.jpg" id="wx3"><img src="/wpt/Imagem:Sor-Juana.jpg" alt="Retrato de Sóror Juana Inés de la Cruz. Miguel Cabrea, 1750" id="wx4"/></a> 

<div class="thumbcaption" id="wx5">
<p id="wx6">Retrato de Sóror Juana Inés de la Cruz. Miguel Cabrea, 1750</p>
</div>
</div>

<p id="wx7"><b id="wx8">Sóror Juana Inés de la Cruz</b> ou, simplesmente, <b id="wx9">Sóror Juana</b>, religiosa católica, poetisa e dramaturga <a href="/wpt/Nova_Espanha" title="Nova Espanha" wx:linktype="known" wx:pagename="Nova_Espanha" wx:page_id="91550" id="wx10">nova-espanhola</a> (pelo que se a considere <a href="/wpt/M%C3%A9xico" title="México" wx:linktype="known" wx:pagename="México" wx:page_id="1274" id="wx11">mexicana</a>, também se pode tomá-la como <a href="/wpt/Espanha" title="Espanha" wx:linktype="known" wx:pagename="Espanha" wx:page_id="785" id="wx12">espanhola</a>), nascida em data incerta (estima-se que foi entre <a href="/wpt/1648" title="1648" wx:linktype="known" wx:pagename="1648" wx:page_id="28295" id="wx13">1648</a> e <a href="/wpt/1651" title="1651" wx:linktype="known" wx:pagename="1651" wx:page_id="28297" id="wx14">1651</a>), em San Miguel Nepantla, perto de Amecameca e falecida na <a href="/wpt/Cidade_do_M%C3%A9xico" title="Cidade do México" wx:linktype="known" wx:pagename="Cidade_do_México" wx:page_id="645" id="wx15">Cidade do México</a> em <a href="/wpt/1695" title="1695" wx:linktype="known" wx:pagename="1695" wx:page_id="28333" id="wx16">1695</a>. Foi a última dos grandes escritores do <a href="/wpt/S%C3%A9culo_de_Ouro" title="Século de Ouro" wx:linktype="known" wx:pagename="Século_de_Ouro" wx:page_id="206416" id="wx17">Século de Ouro</a>.</p>

<div id="wx_toc"/>

<a id="Biografia" name="Biografia"/>
<wx:section level="2" title="Biografia" id="wxsec2"><h2 id="wx18">Biografia</h2>

<p id="wx19"><b id="wx20">Juana Inés de Asbaje y Ramírez de Santillana</b> ou <b id="wx21">Juana de Asbaje</b> (de Asuaje, segundo alguns), chamada de <i id="wx22">A Fénix da América</i> e também de <i id="wx23">A Décima Musa</i>. Escritora barroca <a href="/wpt/Nova_Espanha" title="Nova Espanha" wx:linktype="known" wx:pagename="Nova_Espanha" wx:page_id="91550" id="wx24">nova-espanhola</a> (mexicana), poetisa e dramaturga da segunda metade do século XVII. Nasceu em um povoado do vale do <a href="/wpt/M%C3%A9xico" title="México" wx:linktype="known" wx:pagename="México" wx:page_id="1274" id="wx25">México</a>, San Miguel Nepantla, próximo a Amecameca, e aprendeu <a href="/wpt/N%C3%A1huatl" title="Náhuatl" wx:linktype="known" wx:pagename="Náhuatl" wx:page_id="98543" id="wx26">náhuatl</a> com seus vizinhos. Filha natural, sua mãe foi a "criolla" Isabel Ramírez de Santillana e seu pai Pedro Manuel de Asbaje y Vargas Machuca, militar espanhol da província basca de Guipúzcoa (Vergara). Descobriu a biblioteca de seu avô e assim tornou-se aficcionada pelos livros. Aprendeu tudo o que era conhecido em sua época, isto é, leu os clássicos gregos e romanos e a teologia do momento. Aprendeu <a href="/wpt/Portugu%C3%AAs" title="Português" wx:linktype="known" wx:pagename="Português" wx:page_id="1495" id="wx27">português</a> por conta própria, assim como <a href="/wpt/Latim" title="Latim" wx:linktype="known" wx:pagename="Latim" wx:page_id="1146" id="wx28">latim</a>, o que fez como <a href="/wpt/Autodidata" title="Autodidata" wx:linktype="known" wx:pagename="Autodidata" wx:page_id="38674" id="wx29">autodidata</a> em vinte lições. Como se sabe a partir dos dados que se mencionam em algumas de suas obras, o fez escutando as aulas que eram dadas à sua irmã, isto às escondidas. No entanto, também podemos saber disso por <a href="/wpt/Marco_Aurelio_Almaz%C3%A1n" class="new" title="Marco Aurelio Almazán" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Marco_Aurelio_Almazán" id="wx30">Marco Aurelio Almazán</a>.</p>

<p id="wx31">Quando adolescente, esteve na corte vice-real mexicana, e sobre esse tempo há muito poucos dados biográficos, ainda que se saiba que foi dama de companhia da vice-rainha <a href="/wpt/Marquesa_de_Mancera" class="new" title="Marquesa de Mancera" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Marquesa_de_Mancera" id="wx32">Marquesa de Mancera</a>. Quis entrar na Universidade e em algum momento passou pela sua cabeça vestir-se de homem, mas, no final das contas, concluiu que era menos disparatado tornar-se <a href="/wpt/Monge" title="Monge" wx:linktype="known" wx:pagename="Monge" wx:page_id="60672" id="wx33">monja</a>. Depois de uma tentativa fracassada com as <a href="/wpt/Carmelitas" title="Carmelitas" wx:linktype="known" wx:pagename="Carmelitas" wx:page_id="121674" id="wx34">Carmelitas</a>, cuja regra era de uma rigidez extrema que a levou a um período de convalescência, ingressou na <a href="/wpt/Ordem_de_S%C3%A3o_Jer%C3%B3nimo" title="Ordem de São Jerónimo" wx:linktype="known" wx:pagename="Ordem_de_São_Jerónimo" wx:page_id="65403" id="wx35">Ordem das Jerônimas</a>, onde a disciplina era algo mais relaxada. Tinha uma cela de dois andares e governanta. Ali passou a sua vida, escrevendo versos sacros e profanos, canções a cada Natal, <a href="/wpt/Auto" title="Auto" wx:linktype="known" wx:pagename="Auto" wx:page_id="48450" id="wx36">autos</a> sacramentais e duas comédias de <a href="/wpt/Capa-e-espada" title="Capa-e-espada" wx:linktype="known" wx:pagename="Capa-e-espada" wx:page_id="635679" id="wx37">capa-e-espada</a>. Também serviu como administradora do <a href="/wpt/Convento" title="Convento" wx:linktype="known" wx:pagename="Convento" wx:page_id="119219" id="wx38">convento</a>, com bastante habilidade.</p>

<p id="wx39">Com a erudição acumulada durante anos de estudo, correspondia-se com os grandes nomes do mundo hispânico, tendo escrito até ao <a href="/wpt/Papa" title="Papa" wx:linktype="known" wx:pagename="Papa" wx:page_id="1560" id="wx40">Papa</a>. Sóror Juana escreveu literatura centrada na liberdade, o que era um prodígio naquela época. No seu poema <i id="wx41">Hombres Necios</i> ("Homens Estúpidos"), ela defende o direito da mulher a ser respeitada como ser <a href="/wpt/Humano" title="Humano" wx:linktype="known" wx:pagename="Humano" wx:page_id="5322" id="wx42">humano</a> e critica o <a href="/wpt/Sexismo" title="Sexismo" wx:linktype="known" wx:pagename="Sexismo" wx:page_id="46659" id="wx43">sexismo</a> da <a href="/wpt/Sociedade" title="Sociedade" wx:linktype="known" wx:pagename="Sociedade" wx:page_id="13624" id="wx44">sociedade</a> do seu tempo, gozando dos homens que condenam a <a href="/wpt/Prostitui%C3%A7%C3%A3o" title="Prostituição" wx:linktype="known" wx:pagename="Prostituição" wx:page_id="42038" id="wx45">prostituição</a>, ao mesmo tempo em que aproveitam a sua existência. Além de livros religiosos como a <a href="/wpt/B%C3%ADblia" title="Bíblia" wx:linktype="known" wx:pagename="Bíblia" wx:page_id="467" id="wx46">Bíblia</a>, que representavam certamente mais de 90% dos livros que chegavam à <a href="/wpt/Am%C3%A9rica" title="América" wx:linktype="known" wx:pagename="América" wx:page_id="341" id="wx47">América</a> na época, há relatos de que ela possuía obras atípicas para um cidadão da América do <a href="/wpt/S%C3%A9culo_XVII" title="Século XVII" wx:linktype="known" wx:pagename="Século_XVII" wx:page_id="10580" id="wx48">século XVII</a>, como escritos de <a href="/wpt/Leibniz" title="Leibniz" wx:linktype="known" wx:pagename="Leibniz" wx:page_id="49571" id="wx49">Leibniz</a>, dentre outros.</p>

<p id="wx50">Seu confessor, o jesuíta Antonio Núñez de Miranda, recriminou-a por escrever, trabalho que acreditava ser vedado à mulher, o que, junto com o freqüente contato com as mais altas personalidades da época devido à sua grande fama intelectual, desencadeou a ira deste, diante da qual ela, sob a proteção da vice-rainha, <a href="/wpt/Marquesa_de_Laguna" class="new" title="Marquesa de Laguna" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Marquesa_de_Laguna" id="wx51">Marquesa de Laguna</a>, decidiu rejeitá-lo como confessor. Essa amizade com as vice-rainhas fica plasmada nos versos que, usando o código do amor cortês, levaram a uma intepretação errônea das mesmas a respeito de certas tendências homossexuais. Às duas que coincidiram temporalmente com ela escreveu poemas bastante inflamados e a uma dedicou um retrato e um anel. Foi precisamente uma das vice-rainhas a primeira a publicar poemas de Sóror Juana.</p>

<p id="wx52">Sóror Juana viu-se envolvida em uma disputa teológica, a raiz de uma crítica privada que realizou sobre um sermão do muito conhecido pregador da época <a href="/wpt/Ant%C3%B4nio_Vieira" title="Antônio Vieira" wx:linktype="known" wx:pagename="Antônio_Vieira" wx:page_id="155901" id="wx53">Antônio Vieira</a>, que foi publicada pelo <a href="/wpt/Bispo" title="Bispo" wx:linktype="known" wx:pagename="Bispo" wx:page_id="8164" id="wx54">bispo</a> de Puebla, <a href="/wpt/Manuel_Fern%C3%A1ndez_de_Santa_Cruz" class="new" title="Manuel Fernández de Santa Cruz" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Manuel_Fernández_de_Santa_Cruz" id="wx55">Manuel Fernández de Santa Cruz</a>, que a prefaciou sob o pseudônimo de "Sóror Filotea", o que provocou a reação da poetisa através do escrito <i id="wx56">Respuesta a Sor Filotea</i> ("Resposta a Sóror Filotea"), onde faz uma inflamada defesa do trabalho intelectual da mulher. Por esse valoroso texto e por outras obras suas como a acima mencionada <i id="wx57">Hombres Necios</i>, Sóror Juana pode ainda ser considerada, com justiça, como a primeira <a href="/wpt/Feminista" title="Feminista" wx:linktype="known" wx:pagename="Feminista" wx:page_id="649882" id="wx58">feminista</a> das Américas.</p>

<p id="wx59">Pouco antes de sua morte, Sóror Juana foi obrigada por seu confessor a desfazer-se de sua biblioteca e de sua coleção de instrumentos musicais e científicos. Deve-se lembrar que, naquele tempo, a <a href="/wpt/Santa_Inquisi%C3%A7%C3%A3o" title="Santa Inquisição" wx:linktype="known" wx:pagename="Santa_Inquisição" wx:page_id="434024" id="wx60">Santa Inquisição</a> estava ativa. Morreu aos quarenta e três anos, durante uma epidemia, tendo, antes disso, chegado a socorrer várias de suas irmãs.</p>

<div class="wx_image" wx:align="left" wx:thumb="thumb" id="wx61"><a href="/wpt/Imagem:Sor_Juana_In%C3%A9s_de_la_Cruz.JPG" title="Estátua de Sóror Juana Inés em Madri" wx:linktype="image" wx:pagename="Imagem:Sor_Juana_Inés_de_la_Cruz.JPG" id="wx62"><img src="/wpt/Imagem:Sor_Juana_In%C3%A9s_de_la_Cruz.JPG" alt="Estátua de Sóror Juana Inés em Madri" id="wx63"/></a> 

<div class="thumbcaption" id="wx64">
<p id="wx65">Estátua de Sóror Juana Inés em <a href="/wpt/Madri" title="Madri" wx:linktype="known" wx:pagename="Madri" wx:page_id="7418" id="wx66">Madri</a></p>
</div>
</div>

<p id="wx67">Entre suas obras se conta uma grande quantidade de poemas galantes, poemas de ocasião para presentes ou aniversários de seus amigos, poesias de salão sobre costumes ou amizades sugeridas por outros, letras para se cantar em diversas celebrações religiosas e duas comédias chamadas <i id="wx68">Amor es más Laberinto</i> ("Amor é mais Confusão") e <i id="wx69">Los Empeños de una Casa</i> ("As Obrigações de uma Casa").</p>

<p id="wx70">Segundo ela, quase todo o seu escrito era por encomenda e a única coisa que escreveu por gosto próprio foi uma poesia filosófica chamada <i id="wx71">El Sueño</i> ("O Sonho"), que muitas vezes se edita com o título de <i id="wx72">Primer Sueño</i> ("Primeiro Sonho"). Trata-se de uma alegoria de várias centenas de linhas, em forma de poesia, acerca da ânsia de saber, o vôo do pensamento e a sua conseqüente queda trágica (acaso premonitório de <a href="/wpt/Frankenstein" title="Frankenstein" wx:linktype="known" wx:pagename="Frankenstein" wx:page_id="42403" id="wx73">Frankenstein</a>). Sóror Juana também escreveu um tratado de música, chamado <i id="wx74">El Caracol</i> ("O Caracol"), que está perdido. A despeito do que ela mesma disse, no entanto, seus escritos sobre a liberdade da mulher por certo não foram encomendados, mas tampouco devem ter sido por ela escritos por gosto, e sim, provavelmente, para defender sua própria posição social como intelectual livre.</p>

<p id="wx75">O estudo de maior autoridade sobre Sóror Juana foi escrito por <a href="/wpt/Octavio_Paz" title="Octavio Paz" wx:linktype="known" wx:pagename="Octavio_Paz" wx:page_id="128632" id="wx76">Octavio Paz</a>, e se intitula <i id="wx77">Sor Juana Inés de la Cruz o las Trampas de la Fe</i> ("Sóror Juana Inés de la Cruz ou as Armadilhas da Fé"), editado pelo <a href="/wpt/Fondo_de_Cultura_Econ%C3%B3mica" class="new" title="Fondo de Cultura Económica" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Fondo_de_Cultura_Económica" id="wx78">Fondo de Cultura Económica</a>.</p>

<p id="wx79">A editora Porrúa publica as obras completas de Sóror Juana em um prático volume da coleção <i id="wx80">Sepan cuántos...</i> ("Saibam quantos..."), o célebre número 100, despojado, sem aparato acadêmico, salvo por um sóbrio e breve estudo preliminar.</p>

<p id="wx81"><a href="/wpt/Barroco" title="Barroco" wx:linktype="known" wx:pagename="Barroco" wx:page_id="462" id="wx82">Barroca</a> até a medula, Sóror Juana era muito dada a fazer trocadilhos, a verbalizar substantivos e a substantivar verbos, a acumular três adjetivos sobre um único substantivo e reparti-los por toda a oração, e ter todas essas liberdades gramaticais que estavam em moda no seu tempo. Por isso, e também porque ela gostava muito de fazer referências mitológicas que hoje em dia não pertencem à cultura geral das pessoas, a leitura de suas obras é bastante árdua para o cidadão comum. Dar uma lida em <i id="wx83">Metamorfoses</i>, de <a href="/wpt/Ov%C3%ADdio" title="Ovídio" wx:linktype="known" wx:pagename="Ovídio" wx:page_id="68853" id="wx84">Ovídio</a>, será de muita utilidade para quem quiser desfrutar de Sóror Juana e ficar com menos dúvidas.</p>

<a id="Obras" name="Obras"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="Obras" id="wxsec3"><h2 id="wx85">Obras</h2>

<ul id="wx86">
<li id="wx87"><i id="wx88">Poemas de la única poetisa, musa decima, Sor Juana Inés de la Cruz... : que en varios metros, idiomas, y estilos, fertiliza varios assumptos; con elegantes, sutiles, claros, ingeniosos, útiles versos : para enseñanza, recreo, y admiración</i>
<p id="wx89">("Poemas da única poetisa, décima musa, Sóror Juana Inés de la Cruz...: que em vários metros, idiomas e estilos fertiliza assuntos; com elegantes, sutis, claros, engenhosos, úteis versos: para ensino, recreação e admiração"). Zaragoza, por Manuel Román, impressor da Universidade, sob o patrocínio de Matías de Lezaum, <a href="/wpt/1682" title="1682" wx:linktype="known" wx:pagename="1682" wx:page_id="28321" id="wx90">1682</a>.</p>
</li>

<li id="wx91"><i id="wx92">Inundación castálida de la única poetisa, musa décima, Soror Juana Inés de la Cruz... : que en varios metros, idiomas, y estilos, fertiliza varios assumptos; con elegantes, sutiles, claros, ingeniosos, útiles versos : para enseñanza, recreo, y admiración</i>
<p id="wx93">Madrid, por Juan García Infanzón, <a href="/wpt/1689" title="1689" wx:linktype="known" wx:pagename="1689" wx:page_id="18439" id="wx94">1689</a>.</p>
</li>

<li id="wx95"><i id="wx96">Carta athenagorica de la Madre Iuana Ynes de la Cruz... que imprime, y dedica a la misma Sor, Philotea de la Cruz" ("Carta Atenagórica de Madre Iuana Ynes de la Cruz.. que imprime e dedica a mesma à Sóror Philotea de la Cruz"). Puebla de los Ángeles, na gráfica de Diego Fernández de León, ano de <a href="/wpt/1690" title="1690" wx:linktype="known" wx:pagename="1690" wx:page_id="28328" id="wx97">1690</a>.</i></li>

<li id="wx98"><i id="wx99">Segundo volumen de las obras de soror Juana Inés de la Cruz</i>
<p id="wx100">("Segundo volume das obras de Sóror Juana Inés de la Cruz"), <a href="/wpt/1692" title="1692" wx:linktype="known" wx:pagename="1692" wx:page_id="28330" id="wx101">1692</a>.</p>
</li>
</ul>

<a id="Asbaje_ou_Asuaje" name="Asbaje_ou_Asuaje"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="Asbaje ou Asuaje" id="wxsec4"><h2 id="wx102"><i id="wx103">Asbaje</i> ou <i id="wx104">Asuaje</i></h2>

<p id="wx105">A controvérsia sobre o sobrenome paterno de Sóror Juana pode se dever à falta de clareza nas regras de escrita do <a href="/wpt/Espanhol" title="Espanhol" wx:linktype="known" wx:pagename="Espanhol" wx:page_id="19449" id="wx106">espanhol</a> no Século de Ouro. Asbaje pode aparecer como Asuaje (escrito Asuaxe e pronunciado provavelmente /asβaše/) pelas mesmas razões que no seu tempo a terminação <i id="wx107">-aba</i> dos verbos em "co-pretérito" (pretérito imperfeito) se escrevia indistintamente <i id="wx108">-aba</i> ou <i id="wx109">-aua</i>.</p>

<a id="Curiosidades" name="Curiosidades"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="Curiosidades" id="wxsec5"><h2 id="wx110">Curiosidades</h2>

<p id="wx111">Sóror Juana aparece nas cédulas mexicanas de alto valor. É a única artista que aparece nas notas, além de <a href="/wpt/Nezahualc%C3%B3yotl" title="Nezahualcóyotl" wx:linktype="known" wx:pagename="Nezahualcóyotl" wx:page_id="525532" id="wx112">Nezahualcóyotl</a>, também poeta. Inicialmente apareceu nas notas de mil <a href="/wpt/Peso_mexicano" title="Peso mexicano" wx:linktype="known" wx:pagename="Peso_mexicano" wx:page_id="99633" id="wx113">pesos</a>, que, com a <a href="/wpt/Infla%C3%A7%C3%A3o" title="Inflação" wx:linktype="known" wx:pagename="Inflação" wx:page_id="42277" id="wx114">inflação</a>, acabaram se tornando moedas. Depois do corte de três zeros sofrido pelo peso, Sóror Juana saiu de circulação brevemente, para reaparecer nas notas de duzentos.</p>

<a id="Liga.C3.A7.C3.B5es_externas" name="Liga.C3.A7.C3.B5es_externas"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="Ligações externas" id="wxsec6"><h2 id="wx115"><wx:template id="wx_t1" pagename="Predefinição:Ligações_externas" page_id="62491"/>Ligações externas<wx:templateend start="wx_t1"/></h2>

<wx:template id="wx_t2" pagename="Predefinição:Wikiquote" page_id="50516"/>
<div class="noprint" style="clear: right; border: solid #aaa 1px; margin: 0 0 1em 1em; font-size: 90%; background: #f9f9f9; width: 250px; padding: 2px; spacing: 2px; text-align: center; float: right;" id="wx116">
<div style="float: left; vertical-align:middle;" id="wx117">
<div class="wx_image" wx:align="none" id="wx118"><a href="/wpt/Imagem:Wikiquote-logo.svg" title="Wikiquote" wx:linktype="image" wx:pagename="Imagem:Wikiquote-logo.svg" id="wx119"><img src="/wpt/Imagem:Wikiquote-logo.svg" alt="Wikiquote" width="25" id="wx120"/></a></div>
</div>

<div style="margin-left: 30px; line-height:normal; vertical-align:middle;" id="wx121">
<p id="wx122">O <a href="/wpt/Wikiquote" title="Wikiquote" wx:linktype="known" wx:pagename="Wikiquote" wx:page_id="50517" id="wx123">Wikiquote</a> tem uma coleção de citações de ou sobre: <i id="wx124"><b id="wx125"><a href="http://pt.wikiquote.org/wiki/Juana_In%C3%A9s_de_la_Cruz" class="extiw" title="q:Juana_Inés_de_la_Cruz" wx:linktype="interwiki" wx:pagename="q:Juana_Inés_de_la_Cruz" id="wx126">Juana Inés de la Cruz</a></b></i>.</p>
</div>
</div>

<wx:templateend start="wx_t2"/>
<ul id="wx127">
<li id="wx128"><a href="http://www.dartmouth.edu/~sorjuana/" class="external text" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx129">The Sor Juana Inés de la Cruz Project (O Projeto Sóror Juana Inés de la Cruz)</a></li>

<li id="wx130"><a href="http://www.cervantesvirtual.com/bib_autor/sorjuana/" class="external text" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx131">Portal de Sóror Juana na Biblioteca Virtual Cervantes</a></li>

<li id="wx132"><a href="http://www.elaleph.com/libros.cfm?item=388&amp;style=Biblioteca" class="external text" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx133">El divino narciso (Biblioteca O Divino Narciso), download gratuito em elaleph.com</a></li>

<li id="wx134"><a href="http://www.bibliele.com/sorjuana/" class="external text" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx135"><b id="wx136">Obras completas de Sóror Juana Inés de la Cruz em CD-ROM -</b></a>
<p id="wx137">Inclui primeiras edições, cópias e textos não publicados na edição de Méndez Plancarte</p>
</li>
</ul>

<wx:template id="wx_t3" pagename="Predefinição:Esboço-biografia" page_id="132586"/>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="background-color: white; border: 1px solid #ccc; padding: 5px; font-size:85%;" class="noprint" id="wx138">
<tr id="wx139">
<td id="wx140"><a href="/wpt/Imagem:Amerigo_Vespucci.jpg" title="" wx:linktype="image" wx:pagename="Imagem:Amerigo_Vespucci.jpg" id="wx141"><img src="/wpt/Imagem:Amerigo_Vespucci.jpg" alt="" width="18" id="wx142"/></a> </td>
<td id="wx143">
<p id="wx144">  <i id="wx145">Este artigo é um <a href="/wpt/Wikipedia:Esbo%C3%A7o" title="Wikipedia:Esboço" wx:linktype="known" wx:pagename="Wikipedia:Esboço" id="wx146">esboço</a> sobre <b id="wx147"><a href="/wpt/Biografia" title="Biografia" wx:linktype="known" wx:pagename="Biografia" wx:page_id="20464" id="wx148">Biografias</a></b>. Pode ajudar a Wikipédia <span class="plainlinks" id="wx149"><a href="http://wpt/wpt/index.php?title=Juana_In%C3%A9s_de_la_Cruz&amp;action=edit" class="external text" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx150">expandindo-o</a></span>.</i></p>
</td>
</tr>
</table>

<wx:templateend start="wx_t3"/>
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