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<title>Big Splash</title>
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<div id="wx_article">
<wx:section level="1" title="Big Splash" id="wxsec1"><h1 class="pagetitle" id="wx1">Big Splash</h1>

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<div style="right:10px; display:none;" class="metadata topicon noprint" id="featured-star">
<div style="position: relative; width: 14px; height: 14px; overflow: hidden" id="wx2">
<div style="position: absolute; top: 0px; left: 0px; font-size: 100px; overflow: hidden; line-height: 100px; z-index: 3" id="wx3"><a href="/wpt/Wikipedia:Artigos_destacados" title="Wikipedia:Artigos destacados" wx:linktype="known" wx:pagename="Wikipedia:Artigos_destacados" id="wx4"><span title="Este é um artigo destacado. Clique aqui para mais informações." id="wx5">   </span></a></div>

<div style="position: absolute; top: 0px; left: 0px; z-index: 2" id="wx6"><a href="/wpt/Imagem:Cscr-featured.svg" title="Este é um artigo destacado. Clique aqui para mais informações." wx:linktype="image" wx:pagename="Imagem:Cscr-featured.svg" id="wx7"><img src="/wpt/Imagem:Cscr-featured.svg" alt="Este é um artigo destacado. Clique aqui para mais informações." width="14" id="wx8"/></a></div>
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<div class="wx_image" wx:align="right" wx:thumb="thumb" id="wx9"><a href="/wpt/Imagem:Giant_Impact_2.jpg" title="Reprodução artística do Big Splash" wx:linktype="image" wx:pagename="Imagem:Giant_Impact_2.jpg" id="wx10"><img src="/wpt/Imagem:Giant_Impact_2.jpg" alt="Reprodução artística do Big Splash" width="180" id="wx11"/></a> 

<div class="thumbcaption" id="wx12">
<p id="wx13">Reprodução artística do Big Splash</p>
</div>
</div>

<p id="wx14">O <b id="wx15">Big Splash</b> é uma teoria <a href="/wpt/Astronomia" title="Astronomia" wx:linktype="known" wx:pagename="Astronomia" wx:page_id="220" id="wx16">astronómica</a> que postula a formação da <a href="/wpt/Lua" title="Lua" wx:linktype="known" wx:pagename="Lua" wx:page_id="1123" id="wx17">Lua</a> através do impacto de um <a href="/wpt/Planeta" title="Planeta" wx:linktype="known" wx:pagename="Planeta" wx:page_id="1410" id="wx18">planeta</a> com aproximadamente o tamanho de <a href="/wpt/Marte" title="Marte" wx:linktype="known" wx:pagename="Marte" wx:page_id="13887" id="wx19">Marte</a>, conhecido como <a href="/wpt/Theia" title="Theia" wx:linktype="known" wx:pagename="Theia" wx:page_id="48618" id="wx20">Theia</a>, com a <a href="/wpt/Terra" title="Terra" wx:linktype="known" wx:pagename="Terra" wx:page_id="1800" id="wx21">Terra</a>. A teoria foi proposta pela primeira vez em <a href="/wpt/1975" title="1975" wx:linktype="known" wx:pagename="1975" wx:page_id="1995" id="wx22">1975</a> por investigadores do Instituto de Ciências Planetárias de <a href="/wpt/Tucson" title="Tucson" wx:linktype="known" wx:pagename="Tucson" wx:page_id="22835" id="wx23">Tucson</a> e do Instituto Harvard-Smithsonian de <a href="/wpt/Astrof%C3%ADsica" title="Astrofísica" wx:linktype="known" wx:pagename="Astrofísica" wx:page_id="300" id="wx24">Astrofísica</a>. Desde então diversos trabalhos de <a href="/wpt/Modelagem_num%C3%A9rica" class="new" title="Modelagem numérica" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Modelagem_numérica" id="wx25">modelação numérica</a> têm vindo a detalhar esta ideia, que é actualmente considerada consensual na <a href="/wpt/Ci%C3%AAncia" title="Ciência" wx:linktype="known" wx:pagename="Ciência" wx:page_id="554" id="wx26">comunidade científica</a>.</p>

<div id="wx_toc"/>

<a id="Lua" name="Lua"/>
<wx:section level="3" title="Lua" id="wxsec3"><h3 id="wx27">Lua</h3>

<wx:template id="wx_t2" pagename="Predefinição:Ver_artigo_principal" page_id="189305"/>
<dl id="wx28">
<dd id="wx29">
<div class="noprint" id="wx30"><a href="/wpt/Imagem:Crystal_Clear_app_xmag.png" title="" wx:linktype="image" wx:pagename="Imagem:Crystal_Clear_app_xmag.png" id="wx31"><img src="/wpt/Imagem:Crystal_Clear_app_xmag.png" alt="" width="18" id="wx32"/></a><i id="wx33">Ver artigo principal: <a href="/wpt/Lua" title="Lua" wx:linktype="known" wx:pagename="Lua" wx:page_id="1123" id="wx34">Lua</a></i></div>
</dd>
</dl>

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<p id="wx35">A <a href="/wpt/Lua" title="Lua" wx:linktype="known" wx:pagename="Lua" wx:page_id="1123" id="wx36">Lua</a> é o único <a href="/wpt/Sat%C3%A9lite_natural" title="Satélite natural" wx:linktype="known" wx:pagename="Satélite_natural" wx:page_id="11131" id="wx37">satélite natural</a> da Terra e tem várias características em comum e contrárias ao nosso planeta, postas em evidência depois da investigação das amostras recolhidas pelas <a href="/wpt/Projeto_Apollo" title="Projeto Apollo" wx:linktype="known" wx:pagename="Projeto_Apollo" wx:page_id="48607" id="wx38">missões Apollo</a>. Por um lado, a composição dos <a href="/wpt/Is%C3%B3topo" title="Isótopo" wx:linktype="known" wx:pagename="Isótopo" wx:page_id="14383" id="wx39">isótopos</a> estáveis das rochas lunares de <a href="/wpt/Oxig%C3%A9nio" title="Oxigénio" wx:linktype="known" wx:pagename="Oxigénio" wx:page_id="1381" id="wx40">oxigénio</a> é idêntica à assinatura característica da Terra e bastante diferentes de outros objetos siderais. Isto sugere que a Lua, ou o seu precursor, tenha tido origem na mesma distância do Sol que a Terra, à data da formação do <a href="/wpt/Sistema_solar" title="Sistema solar" wx:linktype="known" wx:pagename="Sistema_solar" wx:page_id="15918" id="wx41">sistema solar</a>.</p>

<p id="wx42">Esta descoberta pôs de parte teorias mais antigas que sugeriam a Lua como um objeto capturado pela órbita da Terra, visto que se fosse esse o caso, a Lua teria composições isotópicas distintas. A Terra é formada por um <a href="/wpt/N%C3%BAcleo" title="Núcleo" wx:linktype="known" wx:pagename="Núcleo" wx:page_id="46749" id="wx43">núcleo</a> interior de <a href="/wpt/Ferro" title="Ferro" wx:linktype="known" wx:pagename="Ferro" wx:page_id="5699" id="wx44">ferro</a> e <a href="/wpt/N%C3%ADquel" title="Níquel" wx:linktype="known" wx:pagename="Níquel" wx:page_id="5701" id="wx45">níquel</a>, um <a href="/wpt/Manto" title="Manto" wx:linktype="known" wx:pagename="Manto" wx:page_id="94818" id="wx46">manto</a> composto por rochas silicatadas e a <a href="/wpt/Crosta_terrestre" title="Crosta terrestre" wx:linktype="known" wx:pagename="Crosta_terrestre" wx:page_id="14201" id="wx47">crosta terrestre</a> constituída essencialmente por <a href="/wpt/Granito" title="Granito" wx:linktype="known" wx:pagename="Granito" wx:page_id="38576" id="wx48">granito</a> e <a href="/wpt/Basalto" title="Basalto" wx:linktype="known" wx:pagename="Basalto" wx:page_id="46134" id="wx49">basalto</a>. O núcleo ferroso representa cerca de trinta por cento da massa da Terra. Pelo contrário, a Lua é composta essencialmente por rochas silicadas equivalentes à do manto da Terra e tem um núcleo ferroso mínimo, que compõe cerca de 8 por cento da sua massa. Esta disparidade impede que a Lua tenha sido formada por acrecção tal como a Terra, pois se tal tivesse sucedido, a proporção de ferro seria semelhante nos dois astros.</p>

<p id="wx50">Qualquer tentativa de explicação para a formação da Lua tem que ter em conta estas duas características: a composição isotópica e a proporção do núcleo de Ferro. A hipótese do Big Splash consegue harmonizar estas duas perspectivas, mas levanta outra série de problemas: o que é que colidiu com a Terra para formar a Lua, e de onde surgiu este corpo?</p>

<div class="wx_image" wx:align="right" id="wx51"><a href="/wpt/Imagem:BigSplash.png" title="" wx:linktype="image" wx:pagename="Imagem:BigSplash.png" id="wx52"><img src="/wpt/Imagem:BigSplash.png" alt="" width="300" id="wx53"/></a></div>

<a id="Theia" name="Theia"/>
</wx:section><wx:section level="3" title="Theia" id="wxsec4"><h3 id="wx54">Theia</h3>

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<dl id="wx55">
<dd id="wx56">
<div class="noprint" id="wx57"><a href="/wpt/Imagem:Crystal_Clear_app_xmag.png" title="" wx:linktype="image" wx:pagename="Imagem:Crystal_Clear_app_xmag.png" id="wx58"><img src="/wpt/Imagem:Crystal_Clear_app_xmag.png" alt="" width="18" id="wx59"/></a><i id="wx60">Ver artigo principal: <a href="/wpt/Theia" title="Theia" wx:linktype="known" wx:pagename="Theia" wx:page_id="48618" id="wx61">Theia</a></i></div>
</dd>
</dl>

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<p id="wx62">De acordo com a composição isotópica da Lua, o objecto que colidiu com a Terra, denominado <b id="wx63">Theia</b> (Halliday [2000]; Hartmann and Davies <a href="/wpt/1975" title="1975" wx:linktype="known" wx:pagename="1975" wx:page_id="1995" id="wx64">1975</a>, Cameron and Ward <a href="/wpt/1976" title="1976" wx:linktype="known" wx:pagename="1976" wx:page_id="9092" id="wx65">1976</a> and Cameron <a href="/wpt/1984" title="1984" wx:linktype="known" wx:pagename="1984" wx:page_id="11388" id="wx66">1984</a>) deve ter tido origem dentro da órbita terrestre. Inicialmente pensava-se que a força gravítica da Terra agregou todo o material ao seu alcance para formar o planeta. No entanto, conforme sugerido em <a href="/wpt/1772" title="1772" wx:linktype="known" wx:pagename="1772" wx:page_id="28394" id="wx67">1772</a> pelo matemático <a href="/wpt/Lagrange" title="Lagrange" wx:linktype="known" wx:pagename="Lagrange" wx:page_id="268470" id="wx68">Lagrange</a>, existem cinco pontos na órbita da Terra nos quais os efeitos da gravidade do planeta se anulam em relação ao Sol. Dois dos <a href="/wpt/Pontos_de_Lagrange" title="Pontos de Lagrange" wx:linktype="known" wx:pagename="Pontos_de_Lagrange" wx:page_id="51845" id="wx69">pontos de Lagrange</a> – L4 e L5 – são considerados estáveis uma vez que qualquer material que lá se encontre só pode ser libertado por colisão ou qualquer outro evento catastrófico. L4 e L5, situados a 150 milhões de quilómetros da Terra, são, portanto, zonas com potencial para permitir acrecção planetária em competição com a Terra. Foi em L4 que se pensa que Theia se terá começado a formar há 4,5 bilhões de anos atrás, no <a href="/wpt/Hadeano" title="Hadeano" wx:linktype="known" wx:pagename="Hadeano" wx:page_id="45843" id="wx70">Hadeano</a>.</p>

<p id="wx71">Com o decurso da acrecção, Theia aumentou progressivamente de tamanho, atingindo uma dimensão comparável à de <a href="/wpt/Marte" title="Marte" wx:linktype="known" wx:pagename="Marte" wx:page_id="13887" id="wx72">Marte</a>. Este crescimento tornou instável a sua posição em L4, a partir de 20 a 30 milhões de anos do seu aparecimento. Nesta altura, a força gravitacional impulsionava Theia para fora do ponto lagrangiano, ao mesmo tempo que a <a href="/wpt/For%C3%A7a_de_Coriolis" title="Força de Coriolis" wx:linktype="known" wx:pagename="Força_de_Coriolis" wx:page_id="49102" id="wx73">força de Coriolis</a> puxava o planeta de volta para a origem (o tratamento mais preciso do problema é feito no contexto do <a href="/wpt/Problema_dos_tr%C3%AAs_corpos" title="Problema dos três corpos" wx:linktype="known" wx:pagename="Problema_dos_três_corpos" wx:page_id="1034777" id="wx74">problema dos três corpos</a> da <a href="/wpt/Mec%C3%A2nica_celeste" title="Mecânica celeste" wx:linktype="known" wx:pagename="Mecânica_celeste" wx:page_id="7597" id="wx75">Mecânica celeste</a>). Esta combinação de forças levou ao desenvolvimento de uma órbita cíclica em ferradura: Theia adquiria velocidade e escapava de L4 até um determinado ponto, sendo depois puxada de volta. Num novo ciclo, o planeta adquiria velocidade e alcançava um ponto mais distante até a força de Coriolis ganhar o balanço de novo. Esta órbita em ferradura, ilustrada na figura do meio, continuou até Theia adquirir massa suficiente para escapar de vez a L4.</p>

<a id="Big_Splash_.E2.80.93_a_forma.C3.A7.C3.A3o_da_Lua" name="Big_Splash_.E2.80.93_a_forma.C3.A7.C3.A3o_da_Lua"/>
</wx:section><wx:section level="3" title="Big Splash – a formação da Lua" id="wxsec5"><h3 id="wx76">Big Splash – a formação da Lua</h3>

<p id="wx77">Enquanto Theia se encontrava presa nesta órbita cíclica, a Terra teve tempo para se diferenciar na estrutura de núcleo e manto que actualmente exibe. A crosta era apenas incipiente, visto que a superfície estava ainda quente demais para permitir a formação de massas continentais. Theia também deve ter desenvolvido alguma estratificação durante a sua estadia em L4.</p>

<div class="wx_image" wx:align="left" id="wx78"><a href="/wpt/Imagem:Big_Slash.gif" title="" wx:linktype="image" wx:pagename="Imagem:Big_Slash.gif" id="wx79"><img src="/wpt/Imagem:Big_Slash.gif" alt="" width="200" id="wx80"/></a></div>

<div class="wx_image" wx:align="left" id="wx81"><a href="/wpt/Imagem:Big_Splash_Theia.gif" title="Animação mostrando a criação da lua através de uma colisão entre a Terra e Téia." wx:linktype="image" wx:pagename="Imagem:Big_Splash_Theia.gif" id="wx82"><img src="/wpt/Imagem:Big_Splash_Theia.gif" alt="Animação mostrando a criação da lua através de uma colisão entre a Terra e Téia." width="200" id="wx83"/></a></div>

<p id="wx84">Quando Theia cresceu o suficiente para escapar do <a href="/wpt/Ponto_lagrangiano" title="Ponto lagrangiano" wx:linktype="known" wx:pagename="Ponto_lagrangiano" wx:page_id="152014" id="wx85">ponto lagrangiano</a> entrou numa órbita instável e a colisão com a Terra tornou-se inevitável, visto que ambos os planetas ocupavam a mesma órbita. Os investigadores acreditam que o impacto – o Big Splash – possa ter acontecido escassas centenas de anos após o escape definitivo. A colisão não foi frontal, mas sim de lado, e ocorreu a uma <a href="/wpt/Velocidade" title="Velocidade" wx:linktype="known" wx:pagename="Velocidade" wx:page_id="1899" id="wx86">velocidade</a> de 40,000 quilómetros por hora. Parte substancial do núcleo de Theia afundou-se na Terra e o seu material incorporou o <a href="/wpt/N%C3%BAcleo_terrestre" title="Núcleo terrestre" wx:linktype="known" wx:pagename="Núcleo_terrestre" wx:page_id="70502" id="wx87">núcleo terrestre</a>. O resto do planeta e parte da zona superficial da Terra foram projetados para o espaço. O que sobrava do núcleo estabilizou a cerca de 22.000 km da Terra apenas 27 horas depois do impacto, segundo a modelação utilizada pelos cientistas, num percursor do que seria a Lua.</p>

<p id="wx88">Depois do Big Splash, o material resultante do impacto foi acreccionado às sobras do núcleo de Theia e pouco a pouco a Lua como satélite adquiriu consistência. As <a href="/wpt/For%C3%A7a_de_mar%C3%A9" title="Força de maré" wx:linktype="known" wx:pagename="Força_de_maré" wx:page_id="1678846" id="wx89">forças de maré</a> fizeram (e continuam fazendo) a Lua se afastar da Terra, sendo a distância média atual de 385.000 km. Calcula-se que cerca de 90 por cento do seu material seja originário dos destroços do planeta Theia. O Big Splash explica as duas características da Lua que mais têm intrigado os cientistas: a Lua tem a mesma <a href="/wpt/Composi%C3%A7%C3%A3o_isot%C3%B3pica" class="new" title="Composição isotópica" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Composição_isotópica" id="wx90">composição isotópica</a> das rochas da Terra porque o seu percursor (Theia) se desenvolveu na mesma distância relativa do Sol; tem uma proporção de núcleo ferroso bastante inferior porque a parte principal do núcleo de Theia afundou na Terra na altura da colisão.</p>

<p id="wx91">Esta teoria encontra hoje em dia bastante aceitação dentro da comunidade científica embora persistam no entanto algumas dúvidas e pontos por esclarecer. Um dos principais problemas é a posição e existência dos pontos lagrangianos na época do Big Splash, que pode ser afetada pelas condições do sistema solar há 4,5 bilhões de anos, que não são conhecidas na sua totalidade.</p>

<a id="Notas_e_Refer.C3.AAncias" name="Notas_e_Refer.C3.AAncias"/>
<wx:section level="2" title="Notas e Referências" id="wxsec2"><h2 id="wx92">Notas e Referências</h2>

<ul id="wx93">
<li id="wx94">
<p id="wx95">Marcus Chown <i id="wx96">The planet that stalked the Earth</i>, New Scientist 14 August 2004 (pp:27-30)</p>
</li>

<li id="wx97"><a href="http://www.arxiv.org/abs/astro-ph/0405372" class="external text" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx98">Where did the moon come from?</a></li>

<li id="wx99"><a href="http://www.portaldoastronomo.org/tema_17_1.php" class="external text" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx100">Portal do Astrônomo</a></li>
</ul>

<p id="wx101"><wx:template id="wx_t4" pagename="Predefinição:Link_FA" page_id="162503"/>
<span id="interwiki-de-fa"/> <wx:templateend start="wx_t4"/>
</p>
</wx:section></wx:section></wx:section></div>
<div id="wx_categorylinks">
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