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<title>Moura encantada</title>
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<div id="wx_article">
<wx:section level="1" title="Moura encantada" id="wxsec1"><h1 class="pagetitle" id="wx1">Moura encantada</h1>

<p id="wx2">As <b id="wx3">Mouras encantadas</b> são <a href="/wpt/Esp%C3%ADrito" title="Espírito" wx:linktype="known" wx:pagename="Espírito" wx:page_id="59261" id="wx4">espíritos</a>, seres fantásticos com poderes sobrenaturais, do <a href="/wpt/Folclore" title="Folclore" wx:linktype="known" wx:pagename="Folclore" wx:page_id="846" id="wx5">folclore</a> popular <a href="/wpt/Portugal" title="Portugal" wx:linktype="known" wx:pagename="Portugal" wx:page_id="1480" id="wx6">português</a>. As mouras são também chamadas de moiras ou “encantadas”. Sobre elas <a href="/wpt/Leite_de_Vasconcelos" title="Leite de Vasconcelos" wx:linktype="known" wx:pagename="Leite_de_Vasconcelos" wx:page_id="321965" id="wx7">Leite de Vasconcelos</a> diz que “são seres obrigados por oculta força sobrenatural a viverem em certo estado de sítio como que entorpecidos ou adormecidos, enquanto determinada circunstancia lhes não quebrar o encanto” <sup id="_ref-0" class="reference"><a href="#_note-0" title="" wx:fragment="_note-0" wx:linktype="note" id="wx8"/></sup>. Segundo antigos relatos populares, as mouras encantadas são as almas de donzelas que foram deixadas a guardar os tesouros que os <a href="/wpt/Mouro" title="Mouro" wx:linktype="known" wx:pagename="Mouro" wx:page_id="41943" id="wx9">mouros</a> esconderam antes de partir.</p>

<p id="wx10">As lendas descrevem as mouras encantadas como jovens donzelas de grande beleza ou encantadoras princesas e, segundo <a href="/wpt/Alexandre_Parafita" title="Alexandre Parafita" wx:linktype="known" wx:pagename="Alexandre_Parafita" wx:page_id="1523925" id="wx11">Alexandre Parafita</a>, “perigosamente sedutoras” <sup id="_ref-1" class="reference"><a href="#_note-1" title="" wx:fragment="_note-1" wx:linktype="note" id="wx12"/></sup>. As mouras aparecem frequentemente cantando e penteando os seus longos cabelos, louros como o ouro ou negros como a noite, com um pente de ouro e prometem tesouros a quem as libertar do encanto. Nas lendas, as mouras encantadas podem assumir diversas formas e existe um grande número de lendas, e de versões da mesma lenda, como resultado de séculos de tradição oral.</p>

<p id="wx13">As mouras surgem como guardiãs dos locais de passagem para o interior da terra, os locais "limite", onde se acreditava que o sobrenatural podia manifestar-se. Aparecem junto de nascentes, fontes, pontes, rios, poços, cavernas, antigas construções, velhos castelos ou tesouros escondidos.</p>

<div id="wx_toc"/>

<a id="Variantes_de_Mouras" name="Variantes_de_Mouras"/>
<wx:section level="2" title="Variantes de Mouras" id="wxsec2"><h2 id="wx14">Variantes de Mouras</h2>

<p id="wx15">A <i id="wx16"><b id="wx17">Princesa Moura</b></i> é uma <a href="/wpt/Mu%C3%A7ulmana" title="Muçulmana" wx:linktype="known" wx:pagename="Muçulmana" wx:page_id="109478" id="wx18">muçulmana</a> encantada que habita um castelo e apaixona-se por um cavaleiro cristão do tempo da <a href="/wpt/Reconquista" title="Reconquista" wx:linktype="known" wx:pagename="Reconquista" wx:page_id="63031" id="wx19">Reconquista</a>. A <a href="/wpt/Lenda_da_Moura_Sal%C3%BAquia" title="Lenda da Moura Salúquia" wx:linktype="known" wx:pagename="Lenda_da_Moura_Salúquia" wx:page_id="64449" id="wx20">Lenda da Moura Salúquia</a> é uma outra variante, em vez de um cristão, o amor da Princesa Moura é um <a href="/wpt/Mouro" title="Mouro" wx:linktype="known" wx:pagename="Mouro" wx:page_id="41943" id="wx21">mouro</a>, um <a href="/wpt/Mu%C3%A7ulmano" title="Muçulmano" wx:linktype="known" wx:pagename="Muçulmano" wx:page_id="18026" id="wx22">muçulmano</a>. Muitas destas lendas tentam explicar a origem de uma cidade e evocam personagens históricas, outras lendas apresentam um carácter religioso como acontece na lenda de <a href="/wpt/Our%C3%A9m_%28Portugal%29" title="Ourém (Portugal)" wx:linktype="known" wx:pagename="Ourém_(Portugal)" wx:page_id="20076" id="wx23">Oureana</a>. No contexto histórico os lugares, as pessoas e acontecimentos situam-se num mundo real e existe uma localização temporal bem definida. No entanto, é possível que factos reais se tenham simplesmente fundido com antigas narrativas lendárias.</p>

<p id="wx24">A <i id="wx25"><b id="wx26">Moura-fiandeira</b></i>, segundo as lendas, transporta pedras sobre a cabeça e <a href="/wpt/Fiar" class="new" title="Fiar" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Fiar" id="wx27">fia</a> com uma <a href="/wpt/Roca" title="Roca" wx:linktype="known" wx:pagename="Roca" wx:page_id="1160161" id="wx28">roca</a> à cintura. A tradição popular atribui a estas mouras a construção de <a href="/wpt/Castros" title="Castros" wx:linktype="known" wx:pagename="Castros" wx:page_id="35705" id="wx29">castros</a>, <a href="/wpt/Castros" title="Castros" wx:linktype="known" wx:pagename="Castros" wx:page_id="35705" id="wx30">citânias</a>, e outros <a href="/wpt/Monumento_megal%C3%ADtico" title="Monumento megalítico" wx:linktype="known" wx:pagename="Monumento_megalítico" wx:page_id="69389" id="wx31">monumentos megalíticos</a>. As moedas antigas encontradas nas <a href="/wpt/Castros" title="Castros" wx:linktype="known" wx:pagename="Castros" wx:page_id="35705" id="wx32">citânias</a> e <a href="/wpt/Castros" title="Castros" wx:linktype="known" wx:pagename="Castros" wx:page_id="35705" id="wx33">castros</a> eram chamadas de "medalha das mouras". A <a href="/wpt/Pedra_Formosa" title="Pedra Formosa" wx:linktype="known" wx:pagename="Pedra_Formosa" wx:page_id="1481874" id="wx34">Pedra Formosa</a> encontrada na <a href="/wpt/Cit%C3%A2nia_de_Briteiros" title="Citânia de Briteiros" wx:linktype="known" wx:pagename="Citânia_de_Briteiros" wx:page_id="9078" id="wx35">Citânia de Briteiros</a> terá sido, segundo narrativas populares, levada à cabeça para este local por uma moura que fiava uma roca.</p>

<p id="wx36">A <i id="wx37"><b id="wx38">Pedra-Moura</b></i> é uma outra variante de moura encantada. Conta-se que quem se sentasse numa destas pedras ficaria encantado, ou se alguma pedra encantada fosse levada para casa os animais poderiam morrer. Acreditava-se, também, que as "Pedras moura" guardavam riquezas encantadas <sup id="_ref-2" class="reference"><a href="#_note-2" title="" wx:fragment="_note-2" wx:linktype="note" id="wx39"/></sup>. Existem varias lendas em que a moura em vez de ser uma pedra vivem dentro de uma pedra. Na tradição popular diz-se que no penedo «entra-se para dentro» e «sai-se de dentro» dizer possivelmente relacionado com as lendas das mouras. A moura é, também, descrita a viajar para a mourama sentada numa pedra que pode flutoar no ar ou na água. Dentro de grutas e debaixo das pedras muitas lendas falam que existem palácios com tesouros.</p>

<p id="wx40">A <i id="wx41"><b id="wx42">Moura-serpente</b></i> é uma moura encantada que pode tomar a forma de uma <a href="/wpt/Serpente" title="Serpente" wx:linktype="known" wx:pagename="Serpente" wx:page_id="25452" id="wx43">serpente</a>. Algumas destas mouras serpentes, ou mouras cobra como tambem são chamadas, podem ter asas e podem aparecer como meio mulher meio animal como na <a href="/wpt/Castelo_de_Noudar" title="Castelo de Noudar" wx:linktype="known" wx:pagename="Castelo_de_Noudar" wx:page_id="63818" id="wx44">lenda da serpente de Noudar</a> ou do <a href="/wpt/Monte_d%27Assaia" title="Monte d'Assaia" wx:linktype="known" wx:pagename="Monte_d'Assaia" wx:page_id="41530" id="wx45">Monte d'Assaia</a>.</p>

<p id="wx46">A <i id="wx47"><b id="wx48">Moura-Mãe</b></i> toma a forma de uma jovem encantada que está grávida e a narrativa centra-se na busca de uma parteira que ajude no nascimento e na recompensa que lhe é dada.</p>

<p id="wx49">A <i id="wx50"><b id="wx51">Moura-Velha</b></i> é uma mulher idosa; as lendas em que aparecem mouras com figura de velha não são frequentes.</p>

<a id="Elementos_das_lendas" name="Elementos_das_lendas"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="Elementos das lendas" id="wxsec3"><h2 id="wx52">Elementos das lendas</h2>

<p id="wx53">O <i id="wx54"><b id="wx55">ouro das Mouras</b></i> pode aparecer em variadas formas: figos, pedras, carvões, saias, meadas, animais e instrumentos de trabalho. Existem diferentes meios de se obter o ouro: pode ser oferecido pela moura como recompensa, roubado, ou achado. Frequentemente ouro está dentro de um vaso, escondido dentro de panelas enterradas, ou outros recipientes, o que já levantou a questão se seria alguma alusão a uma <a href="/wpt/Urna_ciner%C3%A1ria" class="new" title="Urna cinerária" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Urna_cinerária" id="wx56">urna cinerária</a>.</p>

<p id="wx57">O <i id="wx58"><b id="wx59">dia de <a href="/wpt/S%C3%A3o_Jo%C3%A3o" title="São João" wx:linktype="known" wx:pagename="São_João" wx:page_id="4993" id="wx60">São João</a></b></i> é o dia em que se acredita que as mouras aparecem com os seus tesouros e que se pode quebrar o seu encantamento. Em algumas lendas é no dia de São João que a moura encantada espalha os figos num penedo, ao luar. Noutras variantes a moura espalha os figos ou a meada de ouro ao sol em cima do penedo. Estas lendas estão possivelmente relacionada com a tradição popular de, nalgumas regiões, apanhar-se no dia de São João o figo lampo, um figo branco, que levava-se de presente. O dia de <a href="/wpt/S%C3%A3o_Jo%C3%A3o" title="São João" wx:linktype="known" wx:pagename="São_João" wx:page_id="4993" id="wx61">São João</a> marca a data do <a href="/wpt/Solst%C3%ADcio" title="Solstício" wx:linktype="known" wx:pagename="Solstício" wx:page_id="49807" id="wx62">solstício</a> de verão, sendo a sua referência talvez a reminiscência de algum culto solar pagão.</p>

<p id="wx63">A <i id="wx64"><b id="wx65"><a href="/wpt/Fonte" title="Fonte" wx:linktype="known" wx:pagename="Fonte" wx:page_id="110859" id="wx66">fonte</a></b></i> é um dos locais que as mouras aparecem frequentemente e muitas vezes como serpentes e às suas águas muitas vezes se atribuíam virtudes mágicas como a <a href="/wpt/Fonte_da_Moura_Encantada" title="Fonte da Moura Encantada" wx:linktype="known" wx:pagename="Fonte_da_Moura_Encantada" wx:page_id="410682" id="wx67">Fonte da Moura Encantada</a>. Também é do costume popular dizer de quem casou em terra alheia que “bebeu da fonte” e ficou enamorado numa alusão às lendas em que os jovens se apaixonam e ficam encantados pelas mouras.</p>

<p id="wx68">Para se realizar o <i id="wx69"><b id="wx70">desencantamento</b></i> da moura, pode ser solicitado segredo, um beijo, um bolo ou pão sem sal,leite, o pronunciamento de algumas palavras, ou realização de alguma tarefa como não olhar para algo velado e aguentar a curiosidade. Falhar é não desencantar a Moura e “dobrar o encanto”, não obter o tesouro desejado ou perder a moura amada. Nas lendas em que é solicitado o pão levanta-se a hipótese de estarem relacionadas com a antiga tradição de se oferecer alimento aos defuntos. Do mesmo modo podem estar relacionado o leite com as oferendas que se faziam às águas das fontes e às cobras. A população mais antiga contava também que as cobras gostavam muito de leite. Uma das lendas das mouras de <a href="/wpt/Formigais" title="Formigais" wx:linktype="known" wx:pagename="Formigais" wx:page_id="21785" id="wx71">Formigais</a> faz referencia à preferência que as mouras tinham por leite.</p>

<p id="wx72">A moura quando desencantada pode tornar-se humana e casar com o seu salvador ou desaparecer. Na “Lenda do cinto da moura” depois de desencantada os <a href="/wpt/Mouro_encantado" class="new" title="Mouro encantado" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Mouro_encantado" id="wx73">mouros</a> tentam encantar a moura de novo e fazer com que a moura retorne à mourama.</p>

<p id="wx74">O <i id="wx75"><b id="wx76">encantamento</b></i> da moura pode ser causado pelo pai ou algum outro mouro que a deixou a guardar os tesouros, geralmente é uma figura masculina. São geralmente os <a href="/wpt/Mouro_encantado" class="new" title="Mouro encantado" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Mouro_encantado" id="wx77">mouros</a> que têm o poder de encantar as mouras. Nas lendas, a moura pode aparecer sozinha, acompanhada de outras mouras encantadas ou de um mouro, sendo que o mouro pode ser um pai, a pessoa amada, ou um irmão.</p>

<p id="wx78">A <i id="wx79"><b id="wx80">mourama</b></i> <sup id="_ref-3" class="reference"><a href="#_note-3" title="" wx:fragment="_note-3" wx:linktype="note" id="wx81"/></sup> é um local mágico onde moram os <a href="/wpt/Mouro_encantado" class="new" title="Mouro encantado" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Mouro_encantado" id="wx82">mouros encantados</a>. Nas lendas com um contexto histórico é o local onde os mouros muçulmanos vivem.</p>

<p id="wx83">O <i id="wx84"><b id="wx85">tempo da mouraria</b></i> representa, nas lendas, um tempo incerto no passado, a mesma referencia intemporal do “Era uma vez”, ou o “Há muito muito tempo” com que começam os contos de fadas.</p>

<p id="wx86">As mouras eram associadas a vários fenómenos naturais ou elementos da natureza. Acreditava-se que o <a href="/wpt/Eco" title="Eco" wx:linktype="known" wx:pagename="Eco" wx:page_id="64899" id="wx87">eco</a> era a voz das mouras. Algumas <a href="/wpt/Lenda" title="Lenda" wx:linktype="known" wx:pagename="Lenda" wx:page_id="40302" id="wx88">lendas</a> contam que há locais onde ainda é possível ouvir uma moura a chorar.</p>

<p id="wx89">Os <i id="wx90"><b id="wx91">monumentos funerários</b></i> são frequentemente associadas às mouras. Em algumas regiões as <a href="/wpt/D%C3%B3lmen" title="Dólmen" wx:linktype="known" wx:pagename="Dólmen" wx:page_id="61602" id="wx92">antas</a> são chamadas popularmente de mouras, ou <a href="/wpt/Anta_da_Cerqueira" title="Anta da Cerqueira" wx:linktype="known" wx:pagename="Anta_da_Cerqueira" wx:page_id="127514" id="wx93">Casa da Moura</a> e antigamente acreditava-se que as mouras viviam nestas construções. A <a href="/wpt/Pedra_da_Moura" class="new" title="Pedra da Moura" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Pedra_da_Moura" id="wx94">Pedra da Moura</a>, <a href="/wpt/Antas_de_Pala_da_Moura" class="new" title="Antas de Pala da Moura" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Antas_de_Pala_da_Moura" id="wx95">Antas de Pala da Moura</a>, e a <a href="/wpt/Anta_da_Arquinha_da_Moura" class="new" title="Anta da Arquinha da Moura" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Anta_da_Arquinha_da_Moura" id="wx96">Anta da Arquinha da Moura</a> são exemplo dos monumentos associados às lendas. Outro tipo de <a href="/wpt/Sepultura" title="Sepultura" wx:linktype="known" wx:pagename="Sepultura" wx:page_id="99804" id="wx97">sepultura</a> associada às mouras são as <b id="wx98">sepulturas cavadas na rocha</b>, como é o caso de <a href="/wpt/Cama_da_Moura" class="new" title="Cama da Moura" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Cama_da_Moura" id="wx99">Cama da Moura</a> , <a href="/wpt/Cova_da_Moura" class="new" title="Cova da Moura" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Cova_da_Moura" id="wx100">Cova da Moura</a> e <a href="/wpt/Masseira_%28sepultura%29" class="new" title="Masseira (sepultura)" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Masseira_(sepultura)" id="wx101">Masseira</a>. Segundo a narrativa popular a sepultura chamada <a href="/wpt/Masseira" title="Masseira" wx:linktype="known" wx:pagename="Masseira" wx:page_id="103305" id="wx102">Masseira</a> era o lugar onde a “moura amassava o pão” <sup id="_ref-4" class="reference"><a href="#_note-4" title="" wx:fragment="_note-4" wx:linktype="note" id="wx103"/></sup>. Numa outra versão da lenda, o monumento pré-histórico <a href="/wpt/Pedra_Escrita" title="Pedra Escrita" wx:linktype="known" wx:pagename="Pedra_Escrita" wx:page_id="135286" id="wx104">Pedra Escrita</a> é o local da sepultura de uma moura.</p>

<a id="Ca.C3.A7adores_de_tesouros" name="Ca.C3.A7adores_de_tesouros"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="Caçadores de tesouros" id="wxsec4"><h2 id="wx105">Caçadores de tesouros</h2>

<p id="wx106">A lenda do ouro das mouras atraiu alguns caçadores de tesouros. Na busca dos tesouro, as escavações feitas nos locais onde as lendas diziam haver tesouros causaram a destruição de alguns monumentos históricos como mamoas e antas.</p>

<p id="wx107">Possivelmente o "<a href="/wpt/Pseudo-Turpin" class="new" title="Pseudo-Turpin" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Pseudo-Turpin" id="wx108">Pseudo-Turpin</a>" (Liber IV do <a href="/wpt/Liber_Sancti_Jacobi" class="new" title="Liber Sancti Jacobi" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Liber_Sancti_Jacobi" id="wx109">Liber Sancti Jacobi</a>) [citação] pode ter influenciado, no passado, a crença de que haveria tesouros enterrados pelos mouros.</p>

<a id="Locais_das_mouras" name="Locais_das_mouras"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="Locais das mouras" id="wxsec5"><h2 id="wx110">Locais das mouras</h2>

<p id="wx111">Vários são os locais associados às lendas das mouras encantadas muitos dos quais são de interesse histórico:</p>

<p id="wx112"><br id="wx113"/>
</p>

<dl id="wx114">
<dd id="wx115">
<p id="wx116">Povoado Fortificado: Penedo da Moura, Horta da Moura</p>
</dd>

<dd id="wx117">
<p id="wx118">Necrópole: Cama da Moura , Necrópole da Moura da Serra</p>
</dd>

<dd id="wx119">
<p id="wx120">Anta: Penedo da Moura 1, Casa da Moura, Vale de Moura</p>
</dd>

<dd id="wx121">
<p id="wx122">Arte Rupestre: Cabeço da Moura,Toca da Moura</p>
</dd>

<dd id="wx123">
<p id="wx124">Sepultura: Sepultura da Cama da Moura</p>
</dd>

<dd id="wx125">
<p id="wx126">Dolmen: Dólmen da Lapa da Moura</p>
</dd>

<dd id="wx127">
<p id="wx128">Mamoa: Cova da Moura, Capela das Almas Mouras</p>
</dd>

<dd id="wx129">
<p id="wx130">Abrigo:Pala da Moura</p>
</dd>

<dd id="wx131">
<p id="wx132">Menir:A-de-Moura</p>
</dd>

<dd id="wx133">
<p id="wx134">Monumento Megalítico:Casa da Moura (Orca do Gato)</p>
</dd>

<dd id="wx135">
<p id="wx136">Gruta: Cova da Moura, Buraca da Moura</p>
</dd>

<dd id="wx137">
<p id="wx138">Mina: Cova da Moura</p>
</dd>

<dd id="wx139">
<p id="wx140">Tesouro:Moura da Serra</p>
</dd>

<dd id="wx141">
<p id="wx142">Lagar: Fraga da Moura</p>
</dd>

<dd id="wx143">
<p id="wx144">Gruta Artificial:Casa da Moura do Cabeço de Turquel</p>
</dd>

<dd id="wx145">
<p id="wx146">Silo:Rua das Portas de Moura</p>
</dd>

<dd id="wx147">
<p id="wx148">Galeria Coberta:Grémio da Lavoura de Moura</p>
</dd>
</dl>

<a id="Origem" name="Origem"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="Origem" id="wxsec6"><h2 id="wx149">Origem</h2>

<p id="wx150">Julga-se que a lenda das mouras terá a sua origem em tempos pré-<a href="/wpt/Antiga_Roma" title="Antiga Roma" wx:linktype="known" wx:pagename="Antiga_Roma" wx:page_id="43200" id="wx151">romanos</a>. As mouras encantada apresentam varias caracteristicas que se encontram presentes na <a href="/wpt/Banshee" title="Banshee" wx:linktype="known" wx:pagename="Banshee" wx:page_id="593463" id="wx152">Banshee</a> das lendas <a href="/wpt/Irlanda" title="Irlanda" wx:linktype="known" wx:pagename="Irlanda" wx:page_id="3840" id="wx153">Irlandesas</a>.Também na na mitologia <a href="/wpt/Pa%C3%ADs_Basco" title="País Basco" wx:linktype="known" wx:pagename="País_Basco" wx:page_id="264206" id="wx154">Basca</a> os <a href="/wpt/Mairu_%28mitologia%29" title="Mairu (mitologia)" wx:linktype="known" wx:pagename="Mairu_(mitologia)" wx:page_id="799840" id="wx155">Mairu</a> (mouros) são os gigantes que construíram os dolmens e os cromeleques. Na <a href="/wpt/Sardenha" title="Sardenha" wx:linktype="known" wx:pagename="Sardenha" wx:page_id="23675" id="wx156">Sardenha</a> podemos encontrar os <a href="/wpt/Domus_das_Janas" class="new" title="Domus das Janas" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Domus_das_Janas" id="wx157">domus das Janas</a> (casa das fadas).</p>

<p id="wx158">Leite de Vasconcelos levantou a hipótese de as mouras encantadas poderem ter assimilado as caracteristicas de divindades locais, como ninfas e espiritos da natureza. O mesmo juízo fazia <a href="/wpt/Consiglieri_Pedroso" class="new" title="Consiglieri Pedroso" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Consiglieri_Pedroso" id="wx159">Consiglieri Pedroso</a> ao considerar as mouras "génios femininos das águas" <sup id="_ref-5" class="reference"><a href="#_note-5" title="" wx:fragment="_note-5" wx:linktype="note" id="wx160"/></sup>.</p>

<p id="wx161">Na <a href="/wpt/Pen%C3%ADnsula_Ib%C3%A9rica" title="Península Ibérica" wx:linktype="known" wx:pagename="Península_Ibérica" wx:page_id="1532" id="wx162">Península Ibérica</a> as lendas de <i id="wx163">mouras encantadas</i> encontram-se também na mitologia <a href="/wpt/Galiza" title="Galiza" wx:linktype="known" wx:pagename="Galiza" wx:page_id="931" id="wx164">Galega</a> e <a href="/wpt/Asturias" title="Asturias" wx:linktype="known" wx:pagename="Asturias" wx:page_id="473661" id="wx165">Asturiana</a>. Na tradição oral portuguesa, as <a href="/wpt/Janas" class="new" title="Janas" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Janas" id="wx166">Janas</a> são uma outra variante de donzelas encantadas.</p>

<p id="wx167">Na mitologia polaca a Mora, é o espírito que deixa o corpo dos humanos à noite durante o sono. Na mitologia da Letónia, Māra é a deusa suprema. Na mitologia escandinava Mara, ou Mare, é o espírito errante que deixa o corpo das mulheres durante a noite e causa pesadelos.</p>

<a id="Et.C3.ADmologia" name="Et.C3.ADmologia"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="Etímologia" id="wxsec7"><h2 id="wx168">Etímologia</h2>

<p id="wx169">Especula-se que o termo moura (moira) possa derivar da palavra grega <i id="wx170">"moira</i>", μοίρα, que literalmente significa "destino" e da <a href="/wpt/Divindade" title="Divindade" wx:linktype="known" wx:pagename="Divindade" wx:page_id="112790" id="wx171">deusa</a> <b id="wx172"><a href="/wpt/Moiras" title="Moiras" wx:linktype="known" wx:pagename="Moiras" wx:page_id="425827" id="wx173">Moira</a></b>, originária da mitologia <a href="/wpt/Antiga_Gr%C3%A9cia" title="Antiga Grécia" wx:linktype="known" wx:pagename="Antiga_Grécia" wx:page_id="176007" id="wx174">Grega</a>. Também se considera uma possível orígem a palavra latina <i id="wx175">"maurus"</i>, "obscuro", nome dado aos nativos da <a href="/wpt/Maurit%C3%A2nia" title="Mauritânia" wx:linktype="known" wx:pagename="Mauritânia" wx:page_id="4661" id="wx176">Mauritânia</a>.</p>

<p id="wx177">Outra <a href="/wpt/Corrente_%28ideologia%29" title="Corrente (ideologia)" wx:linktype="known" wx:pagename="Corrente_(ideologia)" wx:page_id="456051" id="wx178">corrente</a> indica que a origem poderá vir das palavras <a href="/wpt/Celta" title="Celta" wx:linktype="known" wx:pagename="Celta" wx:page_id="339112" id="wx179">celtas</a> <i id="wx180">"mori"</i> que significa mar ou <i id="wx181">"mori-morwen"</i> que designa <a href="/wpt/Sereia" title="Sereia" wx:linktype="known" wx:pagename="Sereia" wx:page_id="41711" id="wx182">sereia</a> provavelmente relacionadas também com as <a href="/wpt/Ondina" title="Ondina" wx:linktype="known" wx:pagename="Ondina" wx:page_id="424084" id="wx183">ondinas</a> ou as <a href="/wpt/Ninfa" title="Ninfa" wx:linktype="known" wx:pagename="Ninfa" wx:page_id="40560" id="wx184">ninfas</a>, os <a href="/wpt/Esp%C3%ADrito" title="Espírito" wx:linktype="known" wx:pagename="Espírito" wx:page_id="59261" id="wx185">espíritos</a> sub-humanos que habitavam nos rios e nos cursos de água.</p>

<p id="wx186">Uma outra possível origem de moura (moira), também de origem celta, é <i id="wx187">"mahra"</i> e <i id="wx188">"mahr"</i>, que significa <a href="/wpt/Esp%C3%ADrito" title="Espírito" wx:linktype="known" wx:pagename="Espírito" wx:page_id="59261" id="wx189">espírito</a>. <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mara_%28folklore%29" class="external autonumber" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx190"/></p>

<a id="Literatura" name="Literatura"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="Literatura" id="wxsec8"><h2 id="wx191">Literatura</h2>

<p id="wx192">Uma das referencias literárias medievais às mouras encantadas encontra-se na peça <a href="/wpt/Cortes_de_J%C3%BApiter" class="new" title="Cortes de Júpiter" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Cortes_de_Júpiter" id="wx193">Cortes de Júpiter</a> de <a href="/wpt/Gil_Vicente" title="Gil Vicente" wx:linktype="known" wx:pagename="Gil_Vicente" wx:page_id="53009" id="wx194">Gil Vicente</a> representada em 1521:</p>

<dl id="wx195">
<dd id="wx196">
<p id="wx197">“Este romance cantam os planetas e sinos a quatro vozes, pera com as palavras dele e música desencantarem a moura Tais de seu encantamento, a qual entra com o terçado e anel e didal de condão, que Mars disse que ela tinha em seu poder, [...]”</p>
</dd>
</dl>

<p id="wx198">As últimas décadas do século XIX foram marcadas por alguns esforços para se criar um registo escrito das lendas das mouras encantadas. <a href="/wpt/Almeida_Garrett" title="Almeida Garrett" wx:linktype="known" wx:pagename="Almeida_Garrett" wx:page_id="22829" id="wx199">Almeida Garrett</a>, frequentemente citado como um dos pioneiros na recolha de lendas, faz referencia às mouras encantadas no poema D. Branca:</p>

<dl id="wx200">
<dd id="wx201">
<p id="wx202">E vós, formosas mouras encantadas,</p>
</dd>

<dd id="wx203">
<p id="wx204">Na noite de S.João ao pé da fonte,</p>
</dd>

<dd id="wx205">
<p id="wx206">Áureas tranças com pentes de ouro fino</p>
</dd>

<dd id="wx207">
<p id="wx208">Descuidadas penteando-enquanto o orvalho</p>
</dd>

<dd id="wx209">
<p id="wx210">Nas esparças madeixas arrocia</p>
</dd>

<dd id="wx211">
<p id="wx212">E os lindos aneis de perlas touca.</p>
</dd>
</dl>

<p id="wx213">No livro <i id="wx214">Os tripeiros: romance-chronica do seculo XIV</i> a moura é descrita:</p>

<dl id="wx215">
<dd id="wx216">
<p id="wx217">"É uma figura branca, toda branca, muito branca, co os cabelos, nem fios de ouro,soltos pelas costas; e aparece a bailar na água de um lado para o outro..."<sup id="_ref-6" class="reference"><a href="#_note-6" title="" wx:fragment="_note-6" wx:linktype="note" id="wx218"/></sup></p>
</dd>
</dl>

<p id="wx219"><br id="wx220"/>
Vários registos de lendas foram feitos nos séculos XIX e XX por Gentil Marques, Fernanda Frazão, <a href="/wpt/Leite_de_Vasconcelos" title="Leite de Vasconcelos" wx:linktype="known" wx:pagename="Leite_de_Vasconcelos" wx:page_id="321965" id="wx221">Leite de Vasconcelos</a>.</p>

<a id="Ver_tamb.C3.A9m" name="Ver_tamb.C3.A9m"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="Ver também" id="wxsec9"><h2 id="wx222"><wx:template id="wx_t1" pagename="Predefinição:Ver_também" page_id="62492"/>Ver também<wx:templateend start="wx_t1"/></h2>

<ul id="wx223">
<li id="wx224"><a href="/wpt/Fonte_da_Moura_Encantada" title="Fonte da Moura Encantada" wx:linktype="known" wx:pagename="Fonte_da_Moura_Encantada" wx:page_id="410682" id="wx225">Fonte da Moura Encantada</a></li>

<li id="wx226"><a href="/wpt/Castelo_de_Salir" title="Castelo de Salir" wx:linktype="known" wx:pagename="Castelo_de_Salir" wx:page_id="329745" id="wx227">A lenda da Moura de Salir</a></li>

<li id="wx228"><a href="/wpt/Vila_de_mouros" class="new" title="Vila de mouros" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Vila_de_mouros" id="wx229">Lenda da Vila de mouros</a></li>

<li id="wx230"><a href="/wpt/Maria_Jos%C3%A9_Meireles" title="Maria José Meireles" wx:linktype="known" wx:pagename="Maria_José_Meireles" wx:page_id="271249" id="wx231">Maria José Meireles</a>
<p id="wx232">- autora do livro <a href="/wpt/Lendas_de_Mouras_encantadas" title="Lendas de Mouras encantadas" wx:linktype="known" wx:pagename="Lendas_de_Mouras_encantadas" wx:page_id="608436" id="wx233">Lendas de Mouras encantadas</a></p>
</li>

<li id="wx234"><a href="/wpt/Castelo_de_Noudar" title="Castelo de Noudar" wx:linktype="known" wx:pagename="Castelo_de_Noudar" wx:page_id="63818" id="wx235">Castelo de Noudar</a></li>

<li id="wx236"><a href="/wpt/Mitologia" title="Mitologia" wx:linktype="known" wx:pagename="Mitologia" wx:page_id="1265" id="wx237">Mitologia</a></li>

<li id="wx238"><a href="/wpt/Mitologia_galaica" title="Mitologia galaica" wx:linktype="known" wx:pagename="Mitologia_galaica" wx:page_id="1080891" id="wx239">Mitologia galaica</a></li>

<li id="wx240"><a href="/wpt/Contos_de_fadas" title="Contos de fadas" wx:linktype="known" wx:pagename="Contos_de_fadas" wx:page_id="305461" id="wx241">Contos de fadas</a></li>

<li id="wx242"><a href="/wpt/Mitologia_lusitana" title="Mitologia lusitana" wx:linktype="known" wx:pagename="Mitologia_lusitana" wx:page_id="127684" id="wx243">Mitologia lusitana</a></li>

<li id="wx244"><a href="/wpt/Sequeir%C3%B4" title="Sequeirô" wx:linktype="known" wx:pagename="Sequeirô" wx:page_id="19434" id="wx245">Sequeirô</a></li>

<li id="wx246"><a href="/wpt/Trasgo" title="Trasgo" wx:linktype="known" wx:pagename="Trasgo" wx:page_id="224485" id="wx247">Trasgo</a></li>

<li id="wx248"><a href="/wpt/Zanganito" title="Zanganito" wx:linktype="known" wx:pagename="Zanganito" wx:page_id="665892" id="wx249">Zanganito</a></li>
</ul>

<a id="Lendas_portuguesas" name="Lendas_portuguesas"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="Lendas portuguesas" id="wxsec10"><h2 id="wx250">Lendas portuguesas</h2>

<ul id="wx251">
<li id="wx252"><a href="/wpt/Abidis" title="Abidis" wx:linktype="known" wx:pagename="Abidis" wx:page_id="997917" id="wx253">Abidis</a></li>

<li id="wx254"><a href="/wpt/Lenda_da_Justi%C3%A7a_de_Fafe" title="Lenda da Justiça de Fafe" wx:linktype="known" wx:pagename="Lenda_da_Justiça_de_Fafe" wx:page_id="1001287" id="wx255">Lenda da Justiça de Fafe</a></li>

<li id="wx256"><a href="/wpt/Lenda_do_Galo_de_Barcelos" title="Lenda do Galo de Barcelos" wx:linktype="known" wx:pagename="Lenda_do_Galo_de_Barcelos" wx:page_id="92043" id="wx257">Lenda do Galo de Barcelos</a></li>

<li id="wx258"><a href="/wpt/Lenda_da_Moura_Sal%C3%BAquia" title="Lenda da Moura Salúquia" wx:linktype="known" wx:pagename="Lenda_da_Moura_Salúquia" wx:page_id="64449" id="wx259">Lenda da Moura Salúquia</a></li>

<li id="wx260"><a href="/wpt/Padeira_de_Aljubarrota" title="Padeira de Aljubarrota" wx:linktype="known" wx:pagename="Padeira_de_Aljubarrota" wx:page_id="61424" id="wx261">Padeira de Aljubarrota</a></li>

<li id="wx262"><a href="/wpt/Fradinho_da_m%C3%A3o_furada" title="Fradinho da mão furada" wx:linktype="known" wx:pagename="Fradinho_da_mão_furada" wx:page_id="458588" id="wx263">Fradinho da mão furada</a></li>

<li id="wx264"><a href="/wpt/Mouras_encantadas" title="Mouras encantadas" wx:linktype="known" wx:pagename="Mouras_encantadas" wx:page_id="470003" id="wx265">Mouras encantadas</a></li>

<li id="wx266"><a href="/wpt/Lenda_da_Dama_P%C3%A9-de-Cabra" title="Lenda da Dama Pé-de-Cabra" wx:linktype="known" wx:pagename="Lenda_da_Dama_Pé-de-Cabra" wx:page_id="301054" id="wx267">Lenda da Dama Pé-de-Cabra</a></li>

<li id="wx268"><a href="/wpt/Coca_%28folclore%29" title="Coca (folclore)" wx:linktype="known" wx:pagename="Coca_(folclore)" wx:page_id="457621" id="wx269">Coca</a></li>

<li id="wx270"><a href="/wpt/Lenda_da_funda%C3%A7%C3%A3o_da_Sert%C3%A3" title="Lenda da fundação da Sertã" wx:linktype="known" wx:pagename="Lenda_da_fundação_da_Sertã" wx:page_id="104510" id="wx271">Lenda da fundação da Sertã</a></li>
</ul>

<a id="Lendas_portuguesas_-_A.C3.A7ores" name="Lendas_portuguesas_-_A.C3.A7ores"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="Lendas portuguesas - Açores" id="wxsec11"><h2 id="wx272">Lendas <a href="/wpt/Portugal" title="Portugal" wx:linktype="known" wx:pagename="Portugal" wx:page_id="1480" id="wx273">portuguesas</a> - <a href="/wpt/A%C3%A7ores" title="Açores" wx:linktype="known" wx:pagename="Açores" wx:page_id="385" id="wx274">Açores</a></h2>

<ul id="wx275">
<li id="wx276"><a href="/wpt/Sete_Cidades_%28lenda%29" title="Sete Cidades (lenda)" wx:linktype="known" wx:pagename="Sete_Cidades_(lenda)" wx:page_id="100862" id="wx277">Lenda das Sete Cidades (Açores)</a></li>

<li id="wx278"><a href="/wpt/Lenda_da_Rapariga_das_Laranjas_%28A%C3%A7ores%29" title="Lenda da Rapariga das Laranjas (Açores)" wx:linktype="known" wx:pagename="Lenda_da_Rapariga_das_Laranjas_(Açores)" wx:page_id="1753799" id="wx279">Lenda da Rapariga das Laranjas (Açores)</a></li>

<li id="wx280"><a href="/wpt/Lenda_da_princesa_e_do_pastor_no_reino_das_Sete_Cidades" title="Lenda da princesa e do pastor no reino das Sete Cidades" wx:linktype="known" wx:pagename="Lenda_da_princesa_e_do_pastor_no_reino_das_Sete_Cidades" wx:page_id="1762324" id="wx281">Lenda da princesa e do pastor no reino das Sete Cidades</a></li>

<li id="wx282"><a href="/wpt/Lenda_do_rei_Branco-Pardo_e_da_rainha_Branca-Rosa_nas_Sete_Cidades" title="Lenda do rei Branco-Pardo e da rainha Branca-Rosa nas Sete Cidades" wx:linktype="known" wx:pagename="Lenda_do_rei_Branco-Pardo_e_da_rainha_Branca-Rosa_nas_Sete_Cidades" wx:page_id="1764821" id="wx283">Lenda do rei Branco-Pardo e da rainha Branca-Rosa nas Sete Cidades</a></li>

<li id="wx284"><a href="/wpt/Lenda_da_Ilha_das_Sete_Cidades" title="Lenda da Ilha das Sete Cidades" wx:linktype="known" wx:pagename="Lenda_da_Ilha_das_Sete_Cidades" wx:page_id="1767324" id="wx285">Lenda da Ilha das Sete Cidades</a></li>

<li id="wx286"><a href="/wpt/Lenda_das_Sete_Cidades%2C_Terra_de_Atlantes" title="Lenda das Sete Cidades, Terra de Atlantes" wx:linktype="known" wx:pagename="Lenda_das_Sete_Cidades,_Terra_de_Atlantes" wx:page_id="1768446" id="wx287">Lenda das Sete Cidades, Terra de Atlantes</a></li>

<li id="wx288"><a href="/wpt/Lenda_do_Bispo_Gen%C3%A1dio_e_as_Sete_Cidades" title="Lenda do Bispo Genádio e as Sete Cidades" wx:linktype="known" wx:pagename="Lenda_do_Bispo_Genádio_e_as_Sete_Cidades" wx:page_id="1770721" id="wx289">Lenda do Bispo Genádio e as Sete Cidades</a></li>

<li id="wx290"><a href="/wpt/Lenda_das_Sete_Caldeiras" title="Lenda das Sete Caldeiras" wx:linktype="known" wx:pagename="Lenda_das_Sete_Caldeiras" wx:page_id="1766064" id="wx291">Lenda das Sete Caldeiras</a></li>

<li id="wx292"><a href="/wpt/Lenda_da_Coroa_Real_de_Cedros" title="Lenda da Coroa Real de Cedros" wx:linktype="known" wx:pagename="Lenda_da_Coroa_Real_de_Cedros" wx:page_id="1766223" id="wx293">Lenda da Coroa Real de Cedros</a></li>

<li id="wx294"><a href="/wpt/Lenda_de_um_Baleeiro_da_Ilha_do_Pico" title="Lenda de um Baleeiro da Ilha do Pico" wx:linktype="known" wx:pagename="Lenda_de_um_Baleeiro_da_Ilha_do_Pico" wx:page_id="1766351" id="wx295">Lenda de um Baleeiro da Ilha do Pico</a></li>

<li id="wx296"><a href="/wpt/Lenda_da_Ermida_de_Nossa_Senhora_dos_Milagres_da_ilha_do_Corvo" title="Lenda da Ermida de Nossa Senhora dos Milagres da ilha do Corvo" wx:linktype="known" wx:pagename="Lenda_da_Ermida_de_Nossa_Senhora_dos_Milagres_da_ilha_do_Corvo" wx:page_id="1768463" id="wx297">Lenda da Ermida de Nossa Senhora dos Milagres da ilha do Corvo</a></li>

<li id="wx298"><a href="/wpt/Lenda_da_Faj%C3%A3_de_S%C3%A3o_Jo%C3%A3o" title="Lenda da Fajã de São João" wx:linktype="known" wx:pagename="Lenda_da_Fajã_de_São_João" wx:page_id="1767343" id="wx299">Lenda da Fajã de São João</a></li>

<li id="wx300"><a href="/wpt/Lenda_da_Lagoa_das_Furnas" title="Lenda da Lagoa das Furnas" wx:linktype="known" wx:pagename="Lenda_da_Lagoa_das_Furnas" wx:page_id="1770776" id="wx301">Lenda da Lagoa das Furnas</a></li>

<li id="wx302"><a href="/wpt/Lenda_da_Urzelina" title="Lenda da Urzelina" wx:linktype="known" wx:pagename="Lenda_da_Urzelina" wx:page_id="1770827" id="wx303">Lenda da Urzelina</a></li>

<li id="wx304"><a href="/wpt/Lenda_do_Senhor_Santo_Cristo" title="Lenda do Senhor Santo Cristo" wx:linktype="known" wx:pagename="Lenda_do_Senhor_Santo_Cristo" wx:page_id="1775775" id="wx305">Lenda do Senhor Santo Cristo</a></li>

<li id="wx306"><a href="/wpt/Lenda_do_Vai-te_com_o_Diabo" title="Lenda do Vai-te com o Diabo" wx:linktype="known" wx:pagename="Lenda_do_Vai-te_com_o_Diabo" wx:page_id="1775830" id="wx307">Lenda do Vai-te com o Diabo</a></li>

<li id="wx308"><a href="/wpt/Lenda_da_Lagoa_do_Ginjal" title="Lenda da Lagoa do Ginjal" wx:linktype="known" wx:pagename="Lenda_da_Lagoa_do_Ginjal" wx:page_id="1775992" id="wx309">Lenda da Lagoa do Ginjal</a></li>

<li id="wx310"><a href="/wpt/Lenda_da_Caldeira_de_Santo_Cristo" title="Lenda da Caldeira de Santo Cristo" wx:linktype="known" wx:pagename="Lenda_da_Caldeira_de_Santo_Cristo" wx:page_id="1782022" id="wx311">Lenda da Caldeira de Santo Cristo</a></li>

<li id="wx312"><a href="/wpt/Lenda_da_Ponta_Furada" title="Lenda da Ponta Furada" wx:linktype="known" wx:pagename="Lenda_da_Ponta_Furada" wx:page_id="1783697" id="wx313">Lenda da Ponta Furada</a></li>

<li id="wx314"><a href="/wpt/Lenda_dos_Diabretes_na_Faj%C3%A3_de_Vasco_Martins" title="Lenda dos Diabretes na Fajã de Vasco Martins" wx:linktype="known" wx:pagename="Lenda_dos_Diabretes_na_Fajã_de_Vasco_Martins" wx:page_id="1784737" id="wx315">Lenda dos Diabretes na Fajã de Vasco Martins</a></li>

<li id="wx316"><a href="/wpt/Lenda_do_Cavaleiro_da_ilha_do_Corvo" title="Lenda do Cavaleiro da ilha do Corvo" wx:linktype="known" wx:pagename="Lenda_do_Cavaleiro_da_ilha_do_Corvo" wx:page_id="1787275" id="wx317">Lenda do Cavaleiro da ilha do Corvo</a></li>

<li id="wx318"><a href="/wpt/Lenda_do_Reino_de_Atl%C3%A2ntida_e_os_A%C3%A7ores" title="Lenda do Reino de Atlântida e os Açores" wx:linktype="known" wx:pagename="Lenda_do_Reino_de_Atlântida_e_os_Açores" wx:page_id="1791762" id="wx319">Lenda do Reino de Atlântida e os Açores</a></li>

<li id="wx320"><a href="/wpt/Lenda_da_descoberta_da_ilha_de_Santa_Maria" class="new" title="Lenda da descoberta da ilha de Santa Maria" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Lenda_da_descoberta_da_ilha_de_Santa_Maria" id="wx321">Lenda da descoberta da ilha de Santa Maria</a></li>

<li id="wx322"><a href="/wpt/Lenda_da_Donzela_Encantada_da_ilha_de_Santa_Maria" class="new" title="Lenda da Donzela Encantada da ilha de Santa Maria" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Lenda_da_Donzela_Encantada_da_ilha_de_Santa_Maria" id="wx323">Lenda da Donzela Encantada da ilha de Santa Maria</a></li>

<li id="wx324"><a href="/wpt/Lenda_das_Varas_do_Esp%C3%ADrito_Santo_da_ilha_de_S%C3%A3o_Jorge" class="new" title="Lenda das Varas do Espírito Santo da ilha de São Jorge" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Lenda_das_Varas_do_Espírito_Santo_da_ilha_de_São_Jorge" id="wx325">Lenda das Varas do Espírito Santo da ilha de São Jorge</a></li>

<li id="wx326"><a href="/wpt/Lenda_Um_Salto_Para_Tr%C3%A1s%2C_Mas_Sem_Olhar" class="new" title="Lenda Um Salto Para Trás, Mas Sem Olhar" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Lenda_Um_Salto_Para_Trás,_Mas_Sem_Olhar" id="wx327">Lenda Um Salto Para Trás, Mas Sem Olhar</a></li>

<li id="wx328"><a href="/wpt/Lenda_do_Pezinho_de_Nossa_Senhora" class="new" title="Lenda do Pezinho de Nossa Senhora" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Lenda_do_Pezinho_de_Nossa_Senhora" id="wx329">Lenda do Pezinho de Nossa Senhora</a></li>

<li id="wx330"><a href="/wpt/Lenda_de_Rabo_de_Peixe" class="new" title="Lenda de Rabo de Peixe" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Lenda_de_Rabo_de_Peixe" id="wx331">Lenda de Rabo de Peixe</a></li>

<li id="wx332"><a href="/wpt/Lenda_da_Atl%C3%A2ntida_e_a_Origem_do_Arquip%C3%A9lago_dos_A%C3%A7ores" class="new" title="Lenda da Atlântida e a Origem do Arquipélago dos Açores" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Lenda_da_Atlântida_e_a_Origem_do_Arquipélago_dos_Açores" id="wx333">Lenda da Atlântida e a Origem do Arquipélago dos Açores</a></li>

<li id="wx334"><a href="/wpt/Lenda_de_Santo_Amaro_da_Ilha_Das_Flores" class="new" title="Lenda de Santo Amaro da Ilha Das Flores" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Lenda_de_Santo_Amaro_da_Ilha_Das_Flores" id="wx335">Lenda de Santo Amaro da Ilha Das Flores</a></li>

<li id="wx336"><a href="/wpt/Lenda_do_Senhor_Jesus_de_Ponta_Delgada" class="new" title="Lenda do Senhor Jesus de Ponta Delgada" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Lenda_do_Senhor_Jesus_de_Ponta_Delgada" id="wx337">Lenda do Senhor Jesus de Ponta Delgada</a></li>

<li id="wx338"><a href="/wpt/Lenda_da_Sereia_da_Praia" class="new" title="Lenda da Sereia da Praia" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Lenda_da_Sereia_da_Praia" id="wx339">Lenda da Sereia da Praia</a></li>

<li id="wx340"><a href="/wpt/Lenda_do_Menino_do_Coro_e_a_Pomba" class="new" title="Lenda do Menino do Coro e a Pomba" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Lenda_do_Menino_do_Coro_e_a_Pomba" id="wx341">Lenda do Menino do Coro e a Pomba</a></li>

<li id="wx342"><a href="/wpt/Lenda_da_Lagoa_do_Negro" title="Lenda da Lagoa do Negro" wx:linktype="known" wx:pagename="Lenda_da_Lagoa_do_Negro" wx:page_id="1790351" id="wx343">Lenda da Lagoa do Negro</a></li>

<li id="wx344"><a href="/wpt/Lenda_de_Angra_do_Hero%C3%ADsmo" title="Lenda de Angra do Heroísmo" wx:linktype="known" wx:pagename="Lenda_de_Angra_do_Heroísmo" wx:page_id="1790377" id="wx345">Lenda de Angra do Heroísmo</a></li>
</ul>

<a id="Lendas_portuguesas_-_Madeira" name="Lendas_portuguesas_-_Madeira"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="Lendas portuguesas - Madeira" id="wxsec12"><h2 id="wx346">Lendas <a href="/wpt/Portugal" title="Portugal" wx:linktype="known" wx:pagename="Portugal" wx:page_id="1480" id="wx347">portuguesas</a> - <a href="/wpt/Regi%C3%A3o_Aut%C3%B3noma_da_Madeira" title="Região Autónoma da Madeira" wx:linktype="known" wx:pagename="Região_Autónoma_da_Madeira" wx:page_id="20276" id="wx348">Madeira</a></h2>

<ul id="wx349">
<li id="wx350"><a href="/wpt/Lenda_de_Machim" title="Lenda de Machim" wx:linktype="known" wx:pagename="Lenda_de_Machim" wx:page_id="267672" id="wx351">Lenda de Machim</a></li>
</ul>

<a id="Ver_tamb.C3.A9m_1" name="Ver_tamb.C3.A9m"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="Ver também" id="wxsec13"><h2 id="wx352"><wx:template id="wx_t2" pagename="Predefinição:Ver_também" page_id="62492"/>Ver também<wx:templateend start="wx_t2"/></h2>

<ul id="wx353">
<li id="wx354"><a href="/wpt/Trasgo" title="Trasgo" wx:linktype="known" wx:pagename="Trasgo" wx:page_id="224485" id="wx355">Trasgo</a></li>

<li id="wx356"><a href="/wpt/Zanganito" title="Zanganito" wx:linktype="known" wx:pagename="Zanganito" wx:page_id="665892" id="wx357">Zanganito</a></li>
</ul>

<a id="Refer.C3.AAncias" name="Refer.C3.AAncias"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="Referências" id="wxsec14"><h2 id="wx358">Referências</h2>

<ol class="references" id="wx359">
<li id="_note-0"><a href="#_ref-0" title="" wx:fragment="_ref-0" wx:linktype="noteref" id="wx360">↑</a>
<p id="wx361">Vasconcelos, José Leite. (1938). <i id="wx362">Opusculos</i> (Ed), Volume V , Etnologia (Parte I), Lisboa Imprensa Nacional, p. 496 <a href="http://www.instituto-camoes.pt/CVC/bdc/etnologia/opusculos/vol05/opusculos05_496_503.pdf" class="external autonumber" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx363"/></p>
</li>

<li id="_note-1"><a href="#_ref-1" title="" wx:fragment="_ref-1" wx:linktype="noteref" id="wx364">↑</a>
<p id="wx365">Leal, Filipa. (10 Abril 2006), <i id="wx366">Que mouros são esses?</i>, in PJ, Diário de Tás-os-Montes<a href="http://www.diariodetrasosmontes.com/noticias/complecta.php3?id=8330" class="external autonumber" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx367"/></p>
</li>

<li id="_note-2"><a href="#_ref-2" title="" wx:fragment="_ref-2" wx:linktype="noteref" id="wx368">↑</a>
<p id="wx369">Brandão,Abílio.(1911).<i id="wx370">Lendas de Mouras encantadas</i>. Revista Lusitana, Volume XIV, Livraria Clássica Editora, Lisboa <a href="http://www.instituto-camoes.pt/CVC/bdc/etnologia/revistalusitana/14/lusitana14_pag_79.pdf" class="external autonumber" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx371"/></p>
</li>

<li id="_note-3"><a href="#_ref-3" title="" wx:fragment="_ref-3" wx:linktype="noteref" id="wx372">↑</a>
<p id="wx373">Sarmento, Francisco Martins; <i id="wx374">A Mourama</i>, Revista de Guimarães, n.º 100, 1990, pp. 343-353 <a href="http://www.csarmento.uminho.pt/docs/ndat/rg/RG100_11.pdf" class="external autonumber" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx375"/></p>
</li>

<li id="_note-4"><a href="#_ref-4" title="" wx:fragment="_ref-4" wx:linktype="noteref" id="wx376">↑</a>
<p id="wx377">Tente, Catarina; Lourenço, Sandra.(1998) <i id="wx378">Sepulturas Medievais escavadas nas rochas dos Conselhos de Carregal do Sal e Gouveia: estudo comparativo</i>, Revista Portuguesa de Arqueologia,(1.2)<a href="http://www.ipa.min-cultura.pt/pubs/RPA/v1n2/folder/191-218.pdf#search=%22sepultura%20da%20Moura%22" class="external autonumber" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx379"/></p>
</li>

<li id="_note-5"><a href="#_ref-5" title="" wx:fragment="_ref-5" wx:linktype="noteref" id="wx380">↑</a> <i id="wx381">Medicina na Beira interior da Pré-História ao século XX</i>
<p id="wx382">,nº13 1999, Cadernos de cultura, Ediraia <a href="http://www.historiadamedicina.ubi.pt/cadernos_medicina/vol13.pdf" class="external autonumber" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx383"/></p>
</li>

<li id="_note-6"><a href="#_ref-6" title="" wx:fragment="_ref-6" wx:linktype="noteref" id="wx384">↑</a> <a href="http://books.google.com/books?id=6pYDAAAAYAAJ&amp;pg=PA134&amp;dq=moura+encantada&amp;lr=#PPA130,M1" class="external text" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx385">Os tripeiros: romance-chronica do seculo XIV</a></li>
</ol>
</wx:section></wx:section></div>
<div id="wx_categorylinks">
<a href="/wpt/index.php?title=Especial:Categories&amp;article=Moura_encantada" title="Especial:Categories" wx:linktype="known" wx:pagename="Especial:Categories" id="wx386">Categorias de páginas</a>: <span dir="ltr" id="wx387"><a href="/wpt/Categoria:Mitologia_portuguesa" title="Categoria:Mitologia portuguesa" wx:linktype="known" wx:pagename="Categoria:Mitologia_portuguesa" wx:page_id="1731010" id="wx388">Mitologia portuguesa</a></span> | <span dir="ltr" id="wx389"><a href="/wpt/Categoria:Criaturas_fant%C3%A1sticas" title="Categoria:Criaturas fantásticas" wx:linktype="known" wx:pagename="Categoria:Criaturas_fantásticas" wx:page_id="223921" id="wx390">Criaturas fantásticas</a></span> | <span dir="ltr" id="wx391"><a href="/wpt/Categoria:Lendas_de_Portugal" title="Categoria:Lendas de Portugal" wx:linktype="known" wx:pagename="Categoria:Lendas_de_Portugal" wx:page_id="107419" id="wx392">Lendas de Portugal</a></span></div>
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