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<title>Colônia Dona Francisca</title>
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<div id="wx_article">
<wx:section level="1" title="Colônia Dona Francisca" id="wxsec1"><h1 class="pagetitle" id="wx1">Colônia Dona Francisca</h1>

<p id="wx2"><b id="wx3">Colônia Dona Francisca</b>, atual cidade de <a href="/wpt/Joinville" title="Joinville" wx:linktype="known" wx:pagename="Joinville" wx:page_id="9094" id="wx4">Joinville</a> (a maior cidade do estado de <a href="/wpt/Santa_Catarina" title="Santa Catarina" wx:linktype="known" wx:pagename="Santa_Catarina" wx:page_id="1705" id="wx5">Santa Catarina</a>).</p>

<p id="wx6"><br id="wx7"/>
</p>

<div id="wx_toc"/>

<a id="Antes_da_Col.C3.B4nia_-_Dom.C3.ADnio_Dona_Francisca" name="Antes_da_Col.C3.B4nia_-_Dom.C3.ADnio_Dona_Francisca"/>
<wx:section level="2" title="Antes da Colônia - Domínio Dona Francisca" id="wxsec2"><h2 id="wx8">Antes da Colônia - Domínio Dona Francisca</h2>

<a id="Origem_e_Hist.C3.B3ria" name="Origem_e_Hist.C3.B3ria"/>
<wx:section level="3" title="Origem e História" id="wxsec7"><h3 id="wx9">Origem e História</h3>

<p id="wx10">Acertado o noivado de Sua Alteza Imperial, a <a href="/wpt/Francisca_de_Bragan%C3%A7a" title="Francisca de Bragança" wx:linktype="known" wx:pagename="Francisca_de_Bragança" wx:page_id="343398" id="wx11">Princesa Dona Francisca</a> (filha do Imperador <a href="/wpt/Dom_Pedro_I" title="Dom Pedro I" wx:linktype="known" wx:pagename="Dom_Pedro_I" wx:page_id="83205" id="wx12">Dom Pedro I</a> e irmã de <a href="/wpt/Dom_Pedro_II" title="Dom Pedro II" wx:linktype="known" wx:pagename="Dom_Pedro_II" wx:page_id="66215" id="wx13">Dom Pedro II</a>), com o fidalgo Francês o <a href="/wpt/Pr%C3%ADncipe_de_Joinville" title="Príncipe de Joinville" wx:linktype="known" wx:pagename="Príncipe_de_Joinville" wx:page_id="488663" id="wx14">Príncipe de Joinville</a> (filho de Luiz Felipe I, Rei dos Franceses), o Governo Imperial Brasileiro, nesse tempo chefiado pelo Imperador Dom Pedro II, tratou logo de sancionar uma lei (n° 166 de 29 de Setembro de 1840) que garantia o dote que caberia à Princesa.</p>

<p id="wx15">Após estudo e consultas foi decretado mais tarde que este patrimônio em terras pertencentes à Nação deveria ser de 25 léguas quadradas e localizado na Província de Santa Catarina, entre os rios Pirabeiraba e Itapocú, nas proximidades da baía de São Francisco. Esse patrimônio transferido para o domínio particular da Princesa Dona Francisca, passou a ser conhecido por "Domínio Dona Francisca" e aí a origem do seu nome. Para proceder a medição das terras dotais da Princesa Dona Francisca foi designado <a href="/wpt/Jer%C3%B4nimo_Francisco_Coelho" title="Jerônimo Francisco Coelho" wx:linktype="known" wx:pagename="Jerônimo_Francisco_Coelho" wx:page_id="465470" id="wx16">Jerônimo Francisco Coelho</a>, Tenente Coronel do Corpo Imperial de Engenheiros. As terras assim demarcadas abrangiam a área de 155.812 hectares.</p>

<p id="wx17">Por volta de 1843, esta região era quase inteiramente virgem, apenas encontrando alguns moradores da orla marítima e no Planalto de <a href="/wpt/Campo_Alegre_%28Santa_Catarina%29" title="Campo Alegre (Santa Catarina)" wx:linktype="known" wx:pagename="Campo_Alegre_(Santa_Catarina)" wx:page_id="29766" id="wx18">Campo Alegre</a></p>

<a id="A_Col.C3.B4nia" name="A_Col.C3.B4nia"/>
</wx:section></wx:section><wx:section level="2" title="A Colônia" id="wxsec3"><h2 id="wx19">A Colônia</h2>

<a id="Hist.C3.B3ria" name="Hist.C3.B3ria"/>
<wx:section level="3" title="História" id="wxsec8"><h3 id="wx20">História</h3>

<p id="wx21">Em 1849 o Sr. Leonce Aubé, procurador dos Príncipes de Joinville, firmou contrato com o Senador <a href="/wpt/Christian_Mathias_Schroeder" title="Christian Mathias Schroeder" wx:linktype="known" wx:pagename="Christian_Mathias_Schroeder" wx:page_id="175424" id="wx22">Christian Mathias Schroeder</a> de <a href="/wpt/Hamburgo" title="Hamburgo" wx:linktype="known" wx:pagename="Hamburgo" wx:page_id="26123" id="wx23">Hamburgo</a> para a fundação e colonização das terras. O contrato é aprovado e ratificado em 26 de abril de 1849, pelos Príncipes de Joinville. São entregues gratuitamente ao Senador Schroeder (ou à Companhia que o mesmo teria de organizar) 8 léguas quadradas de terras, obrigando este a colonizá-las com imigrantes trazidos da Europa, ficando a cargo do mesmo todo o trabalho e organização da Colônia.</p>

<p id="wx24">A organização da Companhia pelo Senador Schroeder com o nome de "Hamburger Kolonisations Verein von 1849", não foi muito fácil. Da data do contrato até a vinda dos primeiros imigrantes demorou-se mais de dois anos.</p>

<a id="Prepara.C3.A7.C3.A3o_para_chegada_dos_Imigrantes" name="Prepara.C3.A7.C3.A3o_para_chegada_dos_Imigrantes"/>
</wx:section><wx:section level="3" title="Preparação para chegada dos Imigrantes" id="wxsec9"><h3 id="wx25">Preparação para chegada dos Imigrantes</h3>

<p id="wx26">No <a href="/wpt/Rio_de_Janeiro" title="Rio de Janeiro" wx:linktype="known" wx:pagename="Rio_de_Janeiro" wx:page_id="1658" id="wx27">Rio de Janeiro</a>, finalmente, a 15 de maio de 1850, o Cônsul Geral de Hamburgo, Arthur Guiger, no encargo de procurador da Sociedade Colonizadora e assistido por Hermann Liebich consegue a homologação das concessões e privilégios requeridos à Côrte. Três dias após a ratificação, a 18 de maio de 1850, um grupo de nove pessoas que iriam preparar as instalações para os imigrantes, a bordo do patacho costeiro "Dous Irmãos" se encaminham a <a href="/wpt/Santa_Catarina" title="Santa Catarina" wx:linktype="known" wx:pagename="Santa_Catarina" wx:page_id="1705" id="wx28">Santa Catarina</a> em uma viagem de 3 dias até <a href="/wpt/S%C3%A3o_Francisco_do_Sul" title="São Francisco do Sul" wx:linktype="known" wx:pagename="São_Francisco_do_Sul" wx:page_id="34666" id="wx29">São Francisco do Sul</a>, para depois prosseguir em canoas até as terras dotais. Eram eles:</p>

<p id="wx30"><b id="wx31">1 - Louis François Léonce Aubé</b>: Cidadão francês, com 34 anos de idade, Vice-Cônsul da <a href="/wpt/Fran%C3%A7a" title="França" wx:linktype="known" wx:pagename="França" wx:page_id="827" id="wx32">França</a> em Santa Catarina e representante de Suas Altezas Reais, o Príncipe e a Princesa de Joinville;</p>

<p id="wx33"><b id="wx34">2 - Louis Duvoisin</b>: Cozinheiro e servente de Aubé, cidadão francês, com 30 anos de idade, emigrara para o Brasil em 1842;</p>

<p id="wx35"><b id="wx36">3 - Hermann Guenther</b>: Engenheiro alemão e encarregado do "Hamburger Kolonisations Verein von 1849", com incumbência de receber oficialmente das mãos do representante do Príncipe de Joinville, as 8 léguas quadradas de terras, conforme o contrato;</p>

<p id="wx37"><b id="wx38">4 - Peter Schneider</b>: Cidadão Prussiano, com 26 anos de idade, <b id="wx39">5 - Maria Catharina</b> sua mulher, <b id="wx40">6 - Catharina Schneider</b> sua filha;</p>

<p id="wx41"><b id="wx42">7 - Ewert Sebastian von Knorring</b>: Cidadão Sueco, com 33 anos de idade, <b id="wx43">8 - Augusta Sophia von Knorring</b> sua mulher, <b id="wx44">9 - Mathilde Elisabeth von Knorring</b> sua filha recém-nascida.</p>

<p id="wx45"><br id="wx46"/>
</p>

<div class="wx_image" wx:align="left" wx:thumb="thumb" id="wx47"><a href="/wpt/Imagem:1866.jpg" title="Imagem Fotográfica da Colônia Dona Francisca datada de 1866. Igreja católica e uma casa típica logo ao lado." wx:linktype="image" wx:pagename="Imagem:1866.jpg" id="wx48"><img src="/wpt/Imagem:1866.jpg" alt="Imagem Fotográfica da Colônia Dona Francisca datada de 1866. Igreja católica e uma casa típica logo ao lado." width="270" id="wx49"/></a> 

<div class="thumbcaption" id="wx50">
<p id="wx51">Imagem Fotográfica da Colônia Dona Francisca datada de 1866. Igreja católica e uma casa típica logo ao lado.</p>
</div>
</div>

<p id="wx52">No dia 22 de maio de 1850, as canoas com pessoas e bagagem, atravessavam a baía da Babitonga e a lagoa Saguaçu, subindo o Rio Cachoeira, até chegar à embocadura de um riacho de águas puras e cristalinas. À beira do mesmo encontrava-se uma cabana rústica do cidadão francês M. Frontin, egresso da <a href="/wpt/Falanst%C3%A9rio_do_Sa%C3%AD" title="Falanstério do Saí" wx:linktype="known" wx:pagename="Falanstério_do_Saí" wx:page_id="156082" id="wx53">Colônia do Saí</a>, fracassada anos antes. Os pioneiros chegaram ao anoitecer, e constataram que além deste ponto o Rio Cachoeira não oferecia mais possibilidade de navegação. Então resolveu Aubé, Guenther e demais passar a noite no rancho de Frontin. Foi assim, desta maneira, escolhido o local da futura Colônia Dona Francisca. A Colônia Dona Francisca, teve então o seu marco inicial a 22 de maio de 1850, quando desembarcados os seus primeiros moradores, às margens do Rio Cachoeira, onde havia sido destinada a área de 8 léguas quadradas para o seu estabelecimento.</p>

<p id="wx54">Subindo o pequeno riacho mais tarde chamado de "Ribeirão Mathias" a uma distância de 220 metros do Rio Cachoeira, começaram com a derrubada da mata virgem. Construiram-se depois dois ranchos espaçosos, nas duas margens do riacho, ligados por uma ponte rústica. As construções eram bastante simples, à maneira nativa, feita de troncos de palmitos ligados com cipó e cobertas com feixes de folhas de palmeiras. Um dos ranchos media 22 x 10 metros e encontrava-se na pequena ilha formada pelos dois braços do ribeirão. Mais tarde com a chegada dos colonos, este rancho foi transformado em casa de oração e escola (1853). A outra casa, construída do lado oposto do ribeirão tinha as mesmas medidas da outra, mas com divisões para seis famílias.</p>

<p id="wx55">Não foi das mais felizes a escolha das pessoas por parte de Guenther para iniciar o trabalho de preparação da colônia. Lidar com terras cobertas de densa vegetação tropical para recepção dos europeus, construir ranchos e casas de alojamento, preparar o solo pantanoso e úmido para agricultura, exigia homens fortes e trabalhadores rurais experientes. Nenhum dos requisitos ou condições essenciais traziam as duas famílias contratadas. Um dos "colonos", o sueco Von Knorring, um nobre jurista era de físico delicado e saúde frágil, quando estudante na Universidade de <a href="/wpt/Uppsala" title="Uppsala" wx:linktype="known" wx:pagename="Uppsala" wx:page_id="74299" id="wx56">Uppsala</a>, na <a href="/wpt/Su%C3%A9cia" title="Suécia" wx:linktype="known" wx:pagename="Suécia" wx:page_id="3853" id="wx57">Suécia</a>, fora acometido de infecção pulmonar. Conseqüentemente contrataram-se brasileiros, moradores das redondezas, que ofereceram seus serviços para otimização do trabalho. Enquanto esses desbravadores da região abriram os clarões na mata virgem e preparando o chão para plantações, organizava-se em Hamburgo o despacho do primeiro transporte de colonos para a nova colônia que iria se formar.</p>

<p id="wx58">De passagem pelo Brasil o filho do Senador Schroeder, <a href="/wpt/Eduard_Schroeder" title="Eduard Schroeder" wx:linktype="known" wx:pagename="Eduard_Schroeder" wx:page_id="643681" id="wx59">Eduard Schroeder</a> e seu amigo Dr. Koestlin, souberam através do procurador Hermann Liebich da firma do velho Senador "Hamburger Kolonisations Verein von 1849", a partida do primeiro navio imigratório saindo de Hamburgo com destino à nova colônia. Resolveram eles então verificar "in-loco" os preparativos. Desembarcaram Eduard Schroeder e Dr. Koestlin no dia 1° de fevereiro de 1851, surgem então pela primeira vez as denominações "Schroedersort" ("Localidade de Schroeder") para a pequena aglomeração de ranchos e choupanas, nas margens do afluente do Rio cachoeira, riacho este que agora havia recebido também uma denominação, a de "Mathias-Bach" ("Riacho Mathias").</p>

<a id="Constata.C3.A7.C3.A3o" name="Constata.C3.A7.C3.A3o"/>
</wx:section><wx:section level="3" title="Constatação" id="wxsec10"><h3 id="wx60">Constatação</h3>

<p id="wx61">Desembarcando nas margens lodosas do Rio Cachoeira, Eduard Schroeder e Dr. Koestlin constatam que as construções rústicas e as poucas plantações em nada correspondiam aos gastos excessivos de dinheiro da Sociedade Colonizadora e aos relatórios enviados por Guenther a Hamburgo. Vendo o fracasso da missão do engenheiro, Eduard dispensou-o imediatamente, assumindo a direção do penqueno núcleo para adiantar ao máximo possível os preparativos para a recepção da primeira leva de imigrantes já em viagem. Daí em diante o ritmo de trabalho não mais cessaria até a chegada dos imigrantes. A velha picada do Jurapé transformava-se em caminho transitável, logo após ela foi denominada de "Mathias-Strasse" (Rua Mathias).</p>

<a id="A_chegada_dos_Imigrantes" name="A_chegada_dos_Imigrantes"/>
</wx:section><wx:section level="3" title="A chegada dos Imigrantes" id="wxsec11"><h3 id="wx62">A chegada dos Imigrantes</h3>

<p id="wx63">O veleiro Colon vindo de <a href="/wpt/Hamburgo" title="Hamburgo" wx:linktype="known" wx:pagename="Hamburgo" wx:page_id="26123" id="wx64">Hamburgo</a> finalmente alcança a ilha da Paz em <a href="/wpt/S%C3%A3o_Francisco_do_Sul" title="São Francisco do Sul" wx:linktype="known" wx:pagename="São_Francisco_do_Sul" wx:page_id="34666" id="wx65">São Francisco do Sul</a> trazendo os primeiros 124 imigrantes. Na viagem que durou quase 2 meses e meio, morreram 7 passageiros e os responsáveis pela embarcação notificaram a entrada de uma criança, trazida por uma das famílias de forma clandestina. Eram portanto 118 colonos suíços e alemães (maioria suíços) vindos de Hamburgo. Quase no mesmo dia chegam 74 noruegueses procedentes do <a href="/wpt/Rio_de_Janeiro" title="Rio de Janeiro" wx:linktype="known" wx:pagename="Rio_de_Janeiro" wx:page_id="1658" id="wx66">Rio de Janeiro</a>. Destes, permaneceram 61, retornando 13 a bordo da barca Colon no dia 28 de março.</p>

<p id="wx67">Estes imigrantes estabeleceram-se às margens do Ribeirão Mathias nas acomodações construídas anteriormente. Um mapa datado de 6 de janeiro de 1860 dá o número de 185 colonos para os primeiros povoadores da colônia, estes estabelecidos desde 10 de março de 1851, data que ficou considerada como oficial da respectiva instalação.</p>

<p id="wx68">O ponto exato de desembarque dos primeiros imigrantes é: 26°18'5.74"S 48°50'30.11"W (pode ser visto no <a href="/wpt/Google_earth" title="Google earth" wx:linktype="known" wx:pagename="Google_earth" wx:page_id="856132" id="wx69">google earth</a>)</p>

<p id="wx70">O primeiro diretor da colônia foi o súdito alemão: <a href="/wpt/Eduard_Schroeder" title="Eduard Schroeder" wx:linktype="known" wx:pagename="Eduard_Schroeder" wx:page_id="643681" id="wx71">Eduard Schroeder</a>, filho do Senador. Em fins de 1852 a direção já estava em mãos de outro súdito alemão: Benno Frankemberg.</p>

<a id="Bibliografia" name="Bibliografia"/>
</wx:section></wx:section><wx:section level="2" title="Bibliografia" id="wxsec4"><h2 id="wx72">Bibliografia</h2>

<ul id="wx73">
<li id="wx74">
<p id="wx75">Ternes, Apolinário, <i id="wx76">História de Joinville, uma abordagem crítica</i>, Joinville, Meyer, 1981.</p>
</li>

<li id="wx77">
<p id="wx78">Ficker, Carlos, <i id="wx79">História de Joinville, Crônica da colônia Dona Francisca</i>, 2ª edição, Joinville, 1965.</p>
</li>

<li id="wx80">
<p id="wx81">Sociedade Amigos de Joinville, <i id="wx82">Álbum Histórico do Centenário de Joinville 1851 - 9 de março - 1951</i>, Curitiba, 1951.</p>
</li>
</ul>

<a id="Ver_tamb.C3.A9m" name="Ver_tamb.C3.A9m"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="Ver também" id="wxsec5"><h2 id="wx83"><wx:template id="wx_t1" pagename="Predefinição:Ver_também" page_id="62492"/>Ver também<wx:templateend start="wx_t1"/></h2>

<ul id="wx84">
<li id="wx85"><a href="/wpt/Joinville#Hist.C3.B3ria" title="Joinville" wx:linktype="known" wx:pagename="Joinville" wx:page_id="9094" wx:fragment="História" id="wx86">História de Joinville</a></li>

<li id="wx87"><a href="/wpt/Lista_de_diretores_da_Col%C3%B4nia_Dona_Francisca" title="Lista de diretores da Colônia Dona Francisca" wx:linktype="known" wx:pagename="Lista_de_diretores_da_Colônia_Dona_Francisca" wx:page_id="1289958" id="wx88">Lista de diretores da Colônia Dona Francisca</a></li>

<li id="wx89"><a href="/wpt/Lista_dos_primeiros_Imigrantes_da_Col%C3%B4nia_Dona_Francisca" title="Lista dos primeiros Imigrantes da Colônia Dona Francisca" wx:linktype="known" wx:pagename="Lista_dos_primeiros_Imigrantes_da_Colônia_Dona_Francisca" wx:page_id="1212284" id="wx90">Lista dos primeiros Imigrantes da Colônia Dona Francisca</a></li>

<li id="wx91"><a href="/wpt/Kolonie_Zeitung" title="Kolonie Zeitung" wx:linktype="known" wx:pagename="Kolonie_Zeitung" wx:page_id="185500" id="wx92">Kolonie Zeitung</a></li>

<li id="wx93"><a href="/wpt/Col%C3%B4nias_alem%C3%A3s_em_Santa_Catarina" title="Colônias alemãs em Santa Catarina" wx:linktype="known" wx:pagename="Colônias_alemãs_em_Santa_Catarina" wx:page_id="147761" id="wx94">Colônias alemãs em Santa Catarina</a></li>

<li id="wx95"><a href="/wpt/Col%C3%B4nia_S%C3%A3o_Paulo_de_Blumenau" title="Colônia São Paulo de Blumenau" wx:linktype="known" wx:pagename="Colônia_São_Paulo_de_Blumenau" wx:page_id="179431" id="wx96">Colônia São Paulo de Blumenau</a>
<p id="wx97">(hoje <a href="/wpt/Blumenau" title="Blumenau" wx:linktype="known" wx:pagename="Blumenau" wx:page_id="16666" id="wx98">Blumenau</a>)</p>
</li>

<li id="wx99"><a href="/wpt/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil" title="Imigração alemã no Brasil" wx:linktype="known" wx:pagename="Imigração_alemã_no_Brasil" wx:page_id="75019" id="wx100">Imigração alemã no Brasil</a></li>

<li id="wx101"><a href="/wpt/Col%C3%B4nias_alem%C3%A3s_na_Bahia" class="new" title="Colônias alemãs na Bahia" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Colônias_alemãs_na_Bahia" id="wx102">Colônias alemãs na Bahia</a></li>

<li id="wx103"><a href="/wpt/Col%C3%B4nias_alem%C3%A3s_no_Esp%C3%ADrito_Santo" title="Colônias alemãs no Espírito Santo" wx:linktype="known" wx:pagename="Colônias_alemãs_no_Espírito_Santo" wx:page_id="183773" id="wx104">Colônias alemãs no Espírito Santo</a></li>

<li id="wx105"><a href="/wpt/Col%C3%B4nias_alem%C3%A3s_em_Minas_Gerais" title="Colônias alemãs em Minas Gerais" wx:linktype="known" wx:pagename="Colônias_alemãs_em_Minas_Gerais" wx:page_id="183782" id="wx106">Colônias alemãs em Minas Gerais</a></li>

<li id="wx107"><a href="/wpt/Col%C3%B4nias_alem%C3%A3s_no_Paran%C3%A1" title="Colônias alemãs no Paraná" wx:linktype="known" wx:pagename="Colônias_alemãs_no_Paraná" wx:page_id="183779" id="wx108">Colônias alemãs no Paraná</a></li>

<li id="wx109"><a href="/wpt/Col%C3%B4nias_alem%C3%A3s_no_Rio_de_Janeiro" title="Colônias alemãs no Rio de Janeiro" wx:linktype="known" wx:pagename="Colônias_alemãs_no_Rio_de_Janeiro" wx:page_id="1385481" id="wx110">Colônias alemãs no Rio de Janeiro</a></li>

<li id="wx111"><a href="/wpt/Col%C3%B4nias_alem%C3%A3s_no_Rio_Grande_do_Sul" title="Colônias alemãs no Rio Grande do Sul" wx:linktype="known" wx:pagename="Colônias_alemãs_no_Rio_Grande_do_Sul" wx:page_id="148207" id="wx112">Colônias alemãs no Rio Grande do Sul</a></li>

<li id="wx113"><a href="/wpt/Col%C3%B4nias_alem%C3%A3s_em_Rond%C3%B4nia" title="Colônias alemãs em Rondônia" wx:linktype="known" wx:pagename="Colônias_alemãs_em_Rondônia" wx:page_id="183641" id="wx114">Colônias alemãs em Rondônia</a></li>

<li id="wx115"><a href="/wpt/Col%C3%B4nias_alem%C3%A3s_em_S%C3%A3o_Paulo" title="Colônias alemãs em São Paulo" wx:linktype="known" wx:pagename="Colônias_alemãs_em_São_Paulo" wx:page_id="148209" id="wx116">Colônias alemãs em São Paulo</a></li>

<li id="wx117"><a href="/wpt/Jornalismo_Germ%C3%A2nico_no_Brasil%E2%80%8E" class="new" title="Jornalismo Germânico no Brasil‎" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Jornalismo_Germânico_no_Brasil‎" id="wx118">Jornalismo Germânico no Brasil‎</a></li>
</ul>

<a id="Liga.C3.A7.C3.B5es_externas" name="Liga.C3.A7.C3.B5es_externas"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="Ligações externas" id="wxsec6"><h2 id="wx119"><wx:template id="wx_t2" pagename="Predefinição:Ligações_externas" page_id="62491"/>Ligações externas<wx:templateend start="wx_t2"/></h2>

<ul id="wx120">
<li id="wx121"><a href="http://www.polonesesnobrasil.com.br/Nova%20pasta/Listas%20navios/portos_santa_catarina/Santacatarina.html" class="external text" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx122">Listas completas de imigrantes (várias nacionalidades) no site polonesesnobrasil.com.br</a></li>

<li id="wx123"><a href="http://www.webng.com/imigracaojoinville/" class="external text" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx124">Site sobre a imigração em Joinville</a></li>
</ul>

<p id="wx125"><br id="wx126"/>
</p>

<p id="wx127"><br id="wx128"/>
</p>

<p id="wx129"><br id="wx130"/>
</p>

<p id="wx131"><br id="wx132"/>
</p>

<wx:template id="wx_t3" pagename="Predefinição:Esboço-históriabr" page_id="80354"/>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="background-color: white; border: 1px solid #ccc; padding: 5px; font-size:85%;" class="noprint" id="wx133">
<tr id="wx134">
<td id="wx135"><a href="/wpt/Imagem:Pedro_%C3%81lvares_Cabral_-_steel_engraving_by_American_Bank_Note_Company.jpg" title="" wx:linktype="image" wx:pagename="Imagem:Pedro_Álvares_Cabral_-_steel_engraving_by_American_Bank_Note_Company.jpg" id="wx136"><img src="/wpt/Imagem:Pedro_%C3%81lvares_Cabral_-_steel_engraving_by_American_Bank_Note_Company.jpg" alt="" width="30" id="wx137"/></a> </td>
<td id="wx138">
<p id="wx139">  <i id="wx140">Este artigo é um <a href="/wpt/Wikipedia:Esbo%C3%A7o" title="Wikipedia:Esboço" wx:linktype="known" wx:pagename="Wikipedia:Esboço" id="wx141">esboço</a> sobre <b id="wx142"><a href="/wpt/Hist%C3%B3ria_do_Brasil" title="História do Brasil" wx:linktype="known" wx:pagename="História_do_Brasil" wx:page_id="984" id="wx143">História do Brasil</a></b>. Pode ajudar a Wikipédia <span class="plainlinks" id="wx144"><a href="http://wpt/wpt/index.php?title=Col%C3%B4nia_Dona_Francisca&amp;action=edit" class="external text" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx145">expandindo-o</a></span>.</i></p>
</td>
</tr>
</table>

<wx:templateend start="wx_t3"/>

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